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Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima

segunda-feira, março 2nd, 2009

Depois de alguns dias sumida, estou aqui para um leve desabafo. Eu não vou ter oportunidade de cursar a minha sonhada pós-graduação. Parece que o curso não foi procurado suficientemente para ser aberto, e foi suspenso em 2009. Uma notícia triste pra mim por vários fatores, e acho que as pessoas não entenderiam a importância disso pra mim, então resolvi me dar um tempo de silêncio.

Com isso, vários planos foram repensados. Entre eles a reavaliação do caminho de pra onde eu quero e posso caminhar a minha vida. As coisas precisam ser remontadas na minha cabeça e colocadas em prática em médio prazo. A data programada é 12 de abril.

O fato é que sempre que acontece uma grande decepção da minha vida, eu acabo geralmente tendo uma reação contraria do que é comum. Primeiro eu crio forças e enfrento racionalmente o que há de se encarar, depois com o tempo é que a ficha vai caindo e aí eu desmorono. Mas dessa vez, o que mais me chocou foi o fato de ter dado uma sacudida em vários segmentos da minha vida. Depois de um carnaval delicioso, porém com alguns tempos perdidos com ataques de “emo”, parece que as coisas de repente ficaram claras e óbvias.

Algumas coisas precisam mudar e serão mudadas, outras já estavam sendo involuntariamente modificadas e tem umas que já estão sendo tomadas as devidas providencias.

Como já dizia o poeta: “Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima”

Alguma coisa acontece…

segunda-feira, junho 30th, 2008

Coisas estranhas andam acontecendo, e isso é fato.

A começar com a calma e a facilidade que estou de dar sorrisos pra qualquer pessoa, não é novidade nenhuma que não sou alguém tolerante, simpática e que esbanja sorrisos por aí; mas estou estranhamente assim: feliz da vida (tá, essa pode ter até um porque).

Segundo por um sono que não é meu e tem possuído meu corpo. Nunca fui de ser dorminhoca; durmo em horários errados, mas não demais. Tenho dormido em momentos inusitados, como no caminho de casa até o shopping, ou do shopping ao Extra (vale informar que era perto essa distancia), e do Extra até em casa. Além de dormir assistindo TV em horários como 19h e acordar às 22h, e às 0h deitar na cama e não ter insônia! Isso é tão verdade que preocupou meus pais e minha irmã, por relembrar um pouco minha fase de anemia profunda.

Além disso, rolaram dois acontecimentos estranhos em dois dias seguidos:

Na sexta-feira (27) eu já estava em casa aqui em Santos. Aí minha mãe saiu do quarto e foi buscar comida pra mim, e como sempre faz fechou a porta pra não entrar mosquito, mas ela não trancou! Quando ela voltou para me dar a comida, a porta estava trancada e não abria de jeito nenhum. Uma das chaves estava na porta no lado de dentro, e a outra na cama onde eu estava deitada. O resultado? Fiquei mais de uma hora trancada dentro do quarto sozinha, fora do computador [sem comunicação maior] e com as duas chaves dentro do quarto. Todos tentaram abrir a janela, sem sucesso e entrar pelo banheiro também sem sucesso. Até que finalmente o Cauê depois de tanto socar a porta, como um passe de mágica a chave destravou e a porta abriu.

No sábado fomos eu e meus pais pra Curitiba de manhã, sai de casa 8h e cheguei lá às 13h. Estávamos felizes combinando de ir a uma churrascaria e tal. Quando meu pai com medo de ter errado o caminho, resolveu parar e pedir informação. Então meu pai desceu do carro pra ver uma informação com alguém e enquanto isso minha mãe desceu pra fumar, até então tudo tranqüilo. Quando minha mãe voltou, ela entrou atrás [ela viajou atrás o tempo todo comigo] e bateu a porta. Foi quando eu disse “mãe, acho que o carro está andando”, e ela desceu pra ir puxar o freio que é do lado do assento do motorista e só se chega lá descendo do carro. E então, quando ela desceu do carro, o carro descambou andar mais rápido e ela tentava correr atrás pra tentar fazer algo para impedi-lo de andar, mas ela não conseguia acompanhar a velocidade que estava o carro. Ficou então aquele desespero, eu dentro do carro naquela agonia vendo ele seguir sem controle e vendo que ela não alcançava mais o carro, e ela igual louca atrás. Foi um horror, principalmente porque tinha a BR paralela ao lugar que estava eu e o carro. E o carro tava indo pra lá, para uma via de velocidade, e minha mãe vendo tudo isso desesperada porque ia ser morte ou ferimento foda. Mas meu anjo da guarda colocou um poste no meio do caminho, e o carro bateu com tudo nesse poste e parou. Salvou minha vida. Eu estou bem. Vou deitada no meu banco adaptado pra mim, e ele é de costas para a frente do carro, e eu estava de cinto. Nem me machuquei, estava protegida. Mas minha mãe se machucou bastante, ela caiu umas oito vezes quando corria atrás do carro. Ela ia correr, mas o nervoso deixava a perna bamba e cega. O resultado? Tivemos que voltar de Curitiba antes da data prevista, de taxi e o carro guinchado. Mas isso não é nada comparado ao nervoso da minha mãe de ver o que poderia acontecer, e o meu de estar em um carro sem poder me mexer! Eu estou alerta, mas estou sossegada e já abstrai bastante o ocorrido, mas minha mãe ainda está um pouco grilada e mais atenta ainda comigo.

Sinceramente não sei o que está rolando, mas na dúvida vou tratar de fazer minhas proteções espirituais e organizar ainda mais meus bons pensamentos.

Saravá!

Da leitura.

segunda-feira, maio 19th, 2008

Confesso. Sou preguiçosa. Tenho lá uma puta curiosidade das coisas, principalmente se tratando de cultura. Mas ah, dá pra mastigar pra mim, por favor? Obrigada, eu agradeço.

Por esse motivo, tem algumas pessoas que me instigam a conhecer coisas. Leopoldo Rezende, Lucas Busto, Jordânia Nayara, Fabio Henrique, Diogo Freire e outros que no momento não me vem à memória. O último, o Diogo, talvez por me conhecer um bucado já vem com tudo desenhadinho pra mim, senta e conta tudo e só de final ele diz “busca isso que é bacana”. E eu busco. E quase sempre gosto. Os outros nem facilitam tanto, costumam dar a deixa e eu por instinto vou atrás. A não ser a Jordânia que facilita um bucado também.

Com livros essa minha dificuldade aumenta. Primeiro por não ter sido criada muito com o gosto pela leitura. Segundo por ter demorado pra ter com facilidade o acesso à livros em PDF para que eu pudesse ler sem depender de ninguém. Basta o computador, olho na tela e alguns cliques no mouse e pronto. Foi assim que bem lentamente resgatei a atividade literária que havia sido abandonada durante um bom período.

Já li alguns livros interessantes. Alguns eu mesma fui atrás como, por exemplo, “um amor pra recordar” e alguns muitos de poesia. Li também um livro homossexual interessantíssimo indicado por um amigo. Nesses eu me envolvi na história. Depois me especializei em Nelson Motta que depois de um e-mail meu, e em um gesto bacana foi me mandando vários livros de sua autoria em formato word pra que eu pudesse ler. Inclusive um que nem publicado havia sido ainda.

Daí então um dia Diogo me falou de um tal de O Guia do Mochileiro das Galáxias, os olhinhos dele brilhavam tanto na mesa de um bar em BH que quando cheguei fiz correr atrás do livro. Comecei a ler. De inicio não era dos livros mais interessantes do mundo pra mim. O próprio Diogo disse que talvez eu não gostasse tanto. Mas eu sou teimosa poxa, vambora ver ondé que isso vai chegar. Eu tentei, juro.

Mas aí esse mesmo mineiro veio até minha casa. E quando estávamos, ele, Nay e eu, sentados no quintal de casa, batendo um daqueles papos gostosos sem nenhum compromisso; ele levantou foi até a mala e voltou com um livro nas mãos. De forma tão bacana ele sentou como quem conta causos e contou detalhes e passagens desse tal livro que só de ter “musicais” no nome já mereceu toda a minha atenção.

Não deu outra, os deixei (ele e a Nay, que também veio da amada Minas Gerais) na rodoviária domingo e quando voltei já corri atrás do tal livro. Não achei. Mas logo na segunda, com ajuda da Nay eu consegui o livro e logo comecei a devorar. Simplesmente achei ótimo. Estou amando e concordando com muito do que é dito, além de ter visto uma porrada de curiosidades sensacionais.

Uma dica? Leia Alucinações Musicais, é no mínimo intrigante.

Querido diário …

quarta-feira, maio 23rd, 2007

Ahhh tava pensando em algo interessante pra postar aqui, alguma forma de contar os últimos acontecimentos da minha vida de forma mais informal, e aí lembrei de um e-mail que escrevi pra uns amigos (Vivi e Rodrigo) e resolvi fazer as dvidas adaptações e postar aqui…

Fica mais fácil porque dá menos trabalho, a forma que escrevi tá bem natural e já me ajuda a por em dia esse espacinho aqui, que além das opiniões sobre os acontecimentos na música, na cultura ou em alguma notícia, também quero, em devidas proporções, deixar registrado sim alguns dos acontecimentos da minha vida pra poder recordar, viver e aprender!

* * * * * * * *

Bom novidades tem muitas e ao mesmo tempo quase nada que seja assim CHOCANTE, mas isso de certa forma é bom, mostra que está tudo nos conformes.

No meu aniversário [05/05] eu fui pra SP ver O Teatro Mágico e tentar encontrar com alguns amigos de lá como; o Caco, Dalarte, Marisa e Daiane… Mas a verdade é que mais do que nunca, eu já desisti de tudo que seja dia 05/05. Geralmente ñ sai como eu quero. Ou então no dia 05/05 eu nunca estou 100% feliz, estou sempre com nó na garganta pra chorar e acabo não me contentando com as coisas, por melhor que elas sejam.

Aconteceu que eu tinha pretenção de ir umas 14h pra passar bastante tempo com o povo de SP, mas aí eu já tinha combinado da Cláudia ir comigo e eu queria muito estar com ela no meu aniversário, aliás queria estar com o máximo de gente que eu amo possível mas de Santos ela foi a única que se propos a ir comigo.

A pena é que ela tem aula de teatro daí só conseguiu sair as 17h do aula, mesmo assim saiu na metade, e eu acabei chegando em São Paulo umas 19h30… Só pra hora do show mesmo. E acabou que vi o Caco, a Daia e o Dalarte menos de 5 minutos. Porque pra piorar ainda mais a situação, eles ñ puderam entrar na parte VIP, e daí resolveram ir embora…

Foi muuuuito bom em relação ao show, apesar que o show costuma ser quase três horas e foi apenas uma hora e isso foi bem triste. Mas sem contar com essa do show ter sido só um terço, valeu porque o Fernando foi suuper fofo comigo, me abraçou, deu parabéns e tal… Depois do show eu ainda fiquei uns 40 minutos por lá, tirei foto e conversei com cada um da banda… E eles estavam muuuito emocionados porque tinha 40 mil pessoas assistindo o show…Enfim nesse quisito foi realmente óóótimo….

Depois do show reencontrei com a Marisa que foi a única que ñ foi embora, ela foi assistir outro show e depois voltou pra me encontrar e nós fomos pra um barzinho na Av Paulista. Fomos Cláudia, Marisa, meu pai, minha mãe e eu. Foi beeem gostoso mas ficou aquela sensação de que faltava os outros sabe?

Sem contar que o Dalarte e o Caco também voltaram e tudo poderia dar certo, se minha mãe ñ tivesse guardado o celular na bolsa, e ai os meninos ligaram e ñ conseguiram fazer contato porque com o celular na bolsa eu ñ ouvi!

E pior que ainda fiquei sabendo que se eu ñ ligasse dizendo que ia mais tarde e tivesse mesmo ido as 14h, o Caco ia fazer uma mini-festa-surpresa … =/ …

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Dai a semana toda foi sussa, e dia 13 teve a Virada da Paz de novo em SP, e eu tava doentona desde o dia 09… Tava com febre, dores no corpo, enjoo, uma doença mó sinistra …. Eu tava mal dia 13 mas ia ter Teatro Mágico novamente em São Paulo de graça e aí a Cláudia e minha mãe tavam super na pilha de ir, ae pensei né “ficar em casa só vou ficar mais de bode, entao vamos quem sabe animo e até melhoro”… dae fomos…. tudo bem que eu ñ tinha forças pra cantar nem nada mas valeu viu… teve varios shows, 30 minutos cada um mas já valeu pra eu ter ideia de alguns que eu ñ tinha noção como era…

Daí curti o show do Pato Fu que eu ameeeei e quero muito ver um show inteiro, me surpreendi muito com eles!! Depois assisti um de rock tosco lá que valeu pra se divertir, os caras de quase 60 anos se achando o roqueiro… kkkkk…. Aí depois teve Scowa e a Mafia que é muuuito bom também e que também quero ver novamente e inteiro.

Depois teve do Teatro Mágico, só 30 min também mas foi ótimo ter ido… Eu fiquei com pouca força mas valeu, a cabeça se divertiu. Quando acabou o show, fui falar com o pessoal e o Fernando falou umas coisas tão bacanas e olhando tão dentro dos meus olhos, que fiquei de alma lavada.

Essa história do Teatro Mágico e da forma que o Fernando fala comigo e age, me lembra muito a fase do LS Jack. Porque é uma forma de carinho que faz bem pra alma, pro espirito. Não são agrados comuns de educação, são palavras até simples mas que saem com tanta verdade e profundidade que é muito louco.

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Mas então, eu tive uma virose fodástica… Durou do dia 09 até o dia 17 por aí… Começou com uma febre, daí veio uma dor no corpo muito grande, enjoo (sem vomitos) e o corpo meio estranho… Eu também ñ enxergava direito, enfim fiquei podre total…. Daí nos últimos dias a febre abaixou mas deu uma coceirada nas maos e nos pés, uma loucura! Fiquei toda vermelha e com pé e mão meio quentes e coçando muito …. Fiquei derrubada… No dia 15 que eu dei uma graande recuperada, minha mãe pegou e ficou malzona do dia 15 até o dia 20 …

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Fora as zicas de doenças, dia 15 fomos no Jô Soares. Fomos pra ficar na platéia e quando acabasse a gravação a gente ter oportunidade de entregar pro pessoal da produção o livro que a Cláudia escreveu né….Fomos então mais a “negócios” do que propriamente esperando muita diversão.

E vou te falar que neeem foi muito legal mesmo. O programa é chatinho mesmo, o Jô é todo metido a fodao sabe e o estudio é um puuuuta frio… Quase morremos congeladas, ninguém merece o calor que o gorduxinho sente.

Mas valeu pela diversao sabe? Os entrevistados foram bem pé no saco, mas as bandas foram bem legais “Tô grávida do côco, do côco, tô grávida do côco, do côco…“. E tá ligado que por mais chato que algo possa parecer, a gente (Carla, Cláudia e eu) sempre saimos dos lugares com uma história pra contar… Principalmente que ñ é todo dia que se vê o Derico de cueca, né? hahahaha … Emocionante!!

E no final das contas entregamos tudo pra produção, agora vamos ver né. Agora precisamos é de um empurrãozão do destino, dos Deuses, porque a verdade é que agora muita gente já tem o nosso material, precisava agora as coisas começarem a dar resultado, iso sim.

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Depois disso fiquei meio de “castigo” em casa porque minha mãe tava doente e tal, daí foi quando fiquei meio assim… Ñ digo que fiquei exatamente chateada mas bateu forte uma saudades … E quinta [17/05] eu chorei um bucado por isso e mais um monte de coisas guardadas e tal…

Sei lá, eu estou bem estranha mesmo. Acho que as mudanças sempre doem um pouco dentro de mim, como movel arrastado mesmo. Me sinto um pouco atingida com as coisas que mudam na vida, eu realmente sinto as mudanças por menor que elas sejam.

Não consigo expressar nem definir direito o que estou sentindo. A verdade é que ando pensando mais do que eu gostaria e não consigo por pra fora os meus pensamentos. Acabo fugindo, anestesiando com as ocupações (quando tem) e virando páginas. Mas não posso negar que são coisas que sinto, que quero, mas que ñ me sinto muito no direito de querer sabe?! Sei lá…

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Daí no sábado (19/05) a tarde a Fê veio aqui em casa e passou o dia comigo, foi bem gostoso porque eu já estava mesmo com saudades dela… Ela fez um pouco do TCC dela, conversamos um pouco, vimos Lost e tal… Foi bem o que eu precisava, ela me faz bem e aparece nas horas que mais preciso sem nem saber o quanto aquilo era necessário pra mim naquele momento.

Aí a noite a Fê foi embora e como teve virada cultural aqui em Santos, fomos Mariana, Nara, Cláudia e eu pro teatro do sesc, mas já tinha esgotados os ingressos e aí fomos no teatro do centro ver um espetáculo de dança.

Eu achei que nem foi tão legal, mas é divertido pelas risadas que damos juntas, a gente sempre zoa e se diverte. Depois do espetáculo fomos apé até a praça lá do centro ver que evento estava rolando né… Daí fomos a pé só as 4 e rindo igual loucas pela rua e tal… A gente só zuando né… Daí chegamos na praça putz era pagode… No começo tava bacana, nós até ficamos, dançamos e tal, zuamos. Mas aí começou a ficar depressivo e nós entao voltamos a pé pro Teatro pra ver um show de uma cantora lá….

Nossa, esse caminho foi ainda maaais bizarro né, porque começou a chover, daí botei um casaco na cabeça, elas me chamaram de trombadinha e tal…Tanta zuação que eu nem sabia se ria ou se dirigia a cadeira, era uma merda atras da outra. A gente rindo o caminho toooodo né…

Aí a polícia passou né, e ao inves de oferecer ajuda eles falaram “algum problema aí?” mó bravos sabe? Dae a gente explicou que tava indo no teatro e tal e eles sairam andando… Mais palhaçada ainda né, porque elas ficaram zuando que eu parecia trombadinha e por isso que a gente ia presa… nossa bizarro….

No show de música foi bom porque a mulher cantava bem pra caralho, e as músicas eram lindas. Mas o foda é que dava sono e os convidados deles eram um pior que o outro. E o pior é que eles puxavam maior saco pra apresentar, e aí vinha o convidado que até desafinar ele desafinava…

Nossa e a gente na plateia só zuando né, até dancinha a gente fazia … Muito engraçado meeesmo… Mas aí como tava chovendo e a gente ñ tava pegando nenhuma apresentação boa, a gente foi pra casa umas 1h30 porque a noite não ia dar em naaada mesmo…..

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Daí no domingo (20/05) eu nem fiz nada durante o dia, e a noite o Fabio tocou com a Márcia e o Alexandre na quermesse. Foi bem bacana também, eu ri um bucado das merdas que sempre sai… Era merda na mesa que eu tava sentada, cada hora um que falava uma pérola ou fazia algo. E ainda me divertia com o baixista moongol que ficava trocando de chapéu toda hora… Quando a pessoa me contou que ia fazer isso eu nem botei muita fé, mas ñ tem jeito que gente louca é assim mesmo.

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Enfim…. acho que consegui dar uma resumida nos últimos acontecimentos. Como disse, aconteceram bastante coisas mas nada de extraordinário… As coisas estão mais NORMAIS do que nunca, porque pelo que escrevi deu pra ver que tem coisas boas e ruins misturadas, e é assim que a vida deve ser né?! Um pouco de tudo.

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* Perdoe todo e qualquer tipo de erro, ñ prestei atenção na ortografia.

Parte I

segunda-feira, abril 2nd, 2007

Dias como esses são sempre inesquecíveis. Fica depois o sentimento de quero mais e aquela depressão pós-dirversão. Mas fico com a recordação dos últimos dias como um antídoto, por pelo menos duas semanas.

Sexta-feira fui à São Paulo no Na Mata assistir um show de um amigo daqueles que a gente tem pra guardar bem guardadinho no coração. Se trata de um amigo que conheci na 7ª série e só de falar que nossa amizade dura até hoje, já dá pra sacar o orgulho e a felicidade que foi pra mim, participar desse momento.

E, pra completar a minha noite maravilhosa, fomos em família (Pai, Mãe, Ná e Cauê) e pra quem me conhece, sabe muito bem a importância e o bem que me faz estar com minha família reunida. Só posso dizer que foi uma balada maravilhosa; com direito a muita música, saquê e muita, mas muuuita alegria. Chegamos em casa por volta das 5h da matina.

***

Sem perder o pique, no sábado acordamos por volta das 09h e o dia foi corrido, com direito a Luara me dando banho e correria geral para novamente irmos à Sampa. Dessa vez, a família estaria ainda mais reunida com a presença da Luara, e de participação especial de Cláudia Peito, digo Busto.

Explicando melhor, é que fomos os 7 rumo a Sampa para assistir o show da Xuxa no Credicard Hall. Tratava-se de um juramento que fiz a mim mesma de fazer tudo que eu pudesse para realizar o sonho da Cláudia conhecer a Xuxa (como presente de aniversário adiantado), e fomos também para levar a Luarinha que adora e sabe todas as músicas e coreografias da Xuxa.

Apesar da chuva, os alagamentos e da Luara estar doentia, foi mais um momento mega especial para mim. Eu estava com meus irmãos que eu amo muito, com minha sobrinha que é a minha solução e com minha amiga assistindo um show de uma mulher que representou muita coisa na minha infância, que foi responsável por momentos mágicos da minha vida. Eu não gostei. Eu simplesmente amei.

Graças a minha falecida avó Nair (sim, confio plenamente que foi ela), deu tudo certo, foi tudo muito mágico e eu ainda consegui proporcionar a minha amiga de tirar uma foto com a Xuxa. E de coração, eu fiz e faria tudo isso novamente, porque eu queria muito que ela tivesse essa felicidade.

Na volta ainda fomos no Mac Donald´s, chegamos em casa um pouco mais de meia noite, mas até fazer a Luara durmir; conseguimos durmir pra lá de 2h da manhã.

***

E como a ordem é paulera total, no domingo fizemos a páscoa adiantada, pois a Nat veio esse final de semana e não poderá vir no feriado. Portanto acordamos novamente 9h e fomos andar pela casa atrás das pegadas do Coelhinho, para encontrar os ovos e os presentes. Tudo isso pela Luara, lógico. Afinal de contas não ganho Ovo de Páscoa há um tempo, por vontade própria. Eu nunca liguei para chocolates.

Depois ainda teve o típico almoço de Páscoa em família e com a presença da Tia Beth, Tia Marga e vó Maria José. Comemos Bacalhau e me empanturrei com colomba pascal com sorvete e leite condensado. Foi uma tarde realmente deliciosa.

A noite eu ainda recebi um pessoal que eu gosto muuito da faculdade. Dessa vez a Carlota não pôde aparecer, mas veio a Vivi, a Márcia, a Cláudia e o Nevitz. É bom revê-los, tem pessoas que eu realmente gosto da presença, e especialmente esse meu grupinho seleto é um bom exemplo desse tipo de gente que quero por perto.

Fomos presenteados por uma lua maravilhosa, e além dos papos, dos sorrisos, zueiras, carinhos em forma de provocações, nós ainda tivemos uma sessão de tarot feito pela Márcia. Muito gostoso, estranho e no meu caso; pouco surpreendente.

De tudo quase um pouco

terça-feira, março 27th, 2007

Tem coisas que eu ainda quero entender e não consigo, sabe?

Não consigo desistir
Não consigo entender
Não consigo esquecer
Não consigo deixar de remoer

Normal, tem horas que eu prefiro deixar esse “pica-pau” martelar a vontade na cabeça até ele se cansar sozinho, e eu acabar desistindo de entender pelo cansaço. Mas enquanto isso não ocorre, é só cabeça parar que lá vem o “toc toc” me infernizar.

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Mas no geral eu estou bem. Estou feliz comigo mesma, de um modo indescritível. Nada eufórico, mas paz mesmo. Aquela coisa de consciência tranqüila e satisfação com o que tem sido dado e vivido.
Acho que estou sendo recompensada pelos anos de 2003, 2004, 2005 e iniciozinho chato de 2007. Agora parece que encontrei a tal da paz interior tão falada por aí.

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Mesmo com a afirmação de que realmente estou de DP (sim, infelizmente esse pesadelo é real), e esse assunto ser meio trash pra mim, eu curti pra carai o meu final de semana!!

Foi simples, mas um bucado interessante e principalmente valioso pra mim… São nas pequenas coisas, realmente, que encontramos as melhores alegrias.

Sexta-feira : Fui no Rolidei com a tia Marga, a Fê, Vinicius, Luiz, Karol e mais uma outra que não me recordo bem o nome. E, foi bom demais! Teve duas bandas bacanérrimas, além de ser especial de solidariedade. Então além de a entrada ser um ovo de páscoa, ainda foi bacana que tinha um bucado de galera com síndrome de Down e alguns bastantes cadeirantes…Me senti em casa, né?!

***

Sábado: Passei o dia curtindo a companhia da Fê, que durmiu aqui, colocando os papos em dia… Depois ainda curti a Luara um pouco, e pra finalizar fui com a Cláudia ver o filme Letra & Música na sessão das 22h. Pra completar mais ainda, quando sai do cinema ainda esbarrei na Bila, que eu tava morrendo de saudades e quando cheguei em casa bati maior papo com o Rodrigo no msn.

* Sobre o filme, eu devo dizer…É meu sonho; encontrar um cara bom de música e eu aprender a escrever boas letras… É, vamos sonhando, vai que um dia os anjos dizem amém!

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Domingo: Eu acordei meio chata no domingo porque tive dois sonhos desnecessários. Sonhei com uma pessoa que nem sei se nem em sonho merece que eu perca meu tempo, e depois ainda sonhei que levei a maior bronca de um amigo; mas bronca mesmo, de gritar, apontar dedo na cara e mandar eu sumir… Eu hein!!! Não foi atoa que acordei meio estranha e acabei descontando pra variar nas pessoas que mais amo.
Depois ainda fui no quiosque com a Fernanda, Bronx, Vinicius e Bila. Ri bastante, comi batata frita com maionese e tomei coca-cola.

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No mais é isso mesmo… Grandes expectativas, projetos, programações e em breve novidades… Inclusive novidades urgentes sobre meu aniversário!!

Eu não sei dizer, o que vou dizer…

quarta-feira, fevereiro 7th, 2007

// Correção//
Caralho, esse texto tá todo errado, confuso… parece que escrevi bêbada! Só reli agora e vi a cagada que fiz, mas preguiça de mexer nele.
Então, saiba que estou consciênte que tá uma porcaria, viu? Me formei em jornalismo e isso seria o cúmulo!

// fim da correção //

Hoje eu não quero escrever bonito, não quero regras de português, jornalísticas, poéticas e seja lá qual for. Hoje eu só quero escrever o que está no meu coração.
Hoje eu não vou tomar cuidado pra guardar segredos, não vou amenizar as palavras e nem me importar de quem, quando, onde e nem porque. Eu vou extravazar [mais ainda do que sempre faço] e dizer algumas coisas assim como uma conversa de bar, informal.
As coisas fundamentais da nossa vida realmente não custam nada. E o amor é algo tão mais bonito e mais profundo do que parece e do que está sendo banalizado por aí.
É fácil escrever bonito, colocar frases profundas em um texto, em uma música, e depois chegar lá fora e não sentir de verdade essa coisa bonita que não está aí pra ser traduzida em canções, poesias e nem mesmo em palavras vãs…
Dizer que ama é moleza, e emociona qualquer um facilmente mas as atitudes são realmente as que valem a pena. Um dia me disseram isso, em uma frase que jamais esqueço “você não vai me ouvir dizer que eu te amo, você vai sentir”, e ela ecoou durante tempos na minha vida.
De inicio foi difícil entender e aceitar, eu estudante de comunicação na época acreditava sim no valor das atitudes e sabia que apenas palavras não bastam mas acreditei sempre que temperar com as duas coisas não haveria mal. Hoje, eu não ouço, não leio e não sinto mais nada de você, a não ser um imenso abismo, mas enfim.
Continuando… Cada vez mais eu entendo o valor da frase, eu vejo o quanto uma atitude pode ter tanta coisa, tantos sentimentos e tanto amor.
No dia como esse eu pude sentir e pensar no quanto as coisas assim são importantes. Poder terminar um curso superior já é tão bom, mas muito mais do que isso é poder receber tanto carinho sincero ao mesmo tempo. Ver meus amigos presentes ali e tão felizes como se fosse uma conquista deles próprios, e era mesmo. Gente de todos os tipos, de vários ambientes diferentes que conheci e ali, largaram tudo que tinham, voltaram mais cedo de uma viagem, saíram cedo do estágio, do trabalho, vieram de Salvador, de São Paulo, São Vicente, Santos, e estavam lá para me dar um abraço gostoso e aquela coisa da atitude.
E os que não estavam, mas que eu sei que estavam de coração, que mandaram força, recados, carinhos das mais diferentes formas. Gente até que eu fui injusta, gente que eu não esperava e gente que eu já tinha certeza. Senti a presença de todos, agradeci a todos quando em voz baixa rezei por ter o que há de melhor nesse mundo: amor.
É nessas horas que a gente vê quanta coisa as pessoas esqueceram o valor. Um simples passeio na praia pra conversar e dar risada, um barzinho pra tomar coca-cola e voltar pra casa antes das 22h, uma tarde tomando kriptonita pra embebedar-se e tirar fotos bizarras pra rir depois.
Aprendi a chorar de emoção na colação da minha irmã, quando ela se formou em medicina há um tempo atrás já. Nunca fui chorona, e a falta de emoção me deixava até em maus lençóis porque eu nunca consegui expressar muito bem a minha felicidade e o meu agradecimento. Sempre fui mais feliz do que triste, mas às vezes acho que sei expor melhor a dor do que a felicidade.
E ontem, apesar de ter conseguido chorar um bucado, não consegui dizer o quanto as pessoas são importantes pra mim não só por estarem ali naquele momento, mas sim por esse momento ter sido tão especial devido a todos os outros que foram vividos.
Não consegui dizer o quanto eu fiquei feliz com tudo aquilo, nem dizer aos amigos velhos como a Aretha que tudo que foi bom foi muito mais importante do que as coisas não tão boas assim, e que vê-la ali mais uma vez me apoiando é a prova de que se amizade existe ela permanecerá seja como for. Mesmo sabendo que minha amiga durona Yoko não é muito de mimos e agrados, que ela estar ali foi essencial e que eu sei que por ninguém ela assistiria uma colação de grau, eu valorizo muito as atitudes dessa japa marrenta que entrou na minha vida do jeito mais imprevisível possível.
Se eu pudesse, naquele momento diria a Fê e a Vivi que elas são os meus maiores orgulhos e que com elas que eu aprendi o verdadeiro valor e significado de amizade, foi com elas que aprendi a ser um pouco mais de mim mesma, e que aquele diploma era um pouco delas por toda nossa jornada de 6ª série a 3º colegial. Falaria também ao Bronx e a Bila que eles são de todos, os melhores presentes que a Fê poderia ter me dado.
Ao Rodrigo eu agradeceria não só a presença e por ele vir de SP, mas por agüentar todas as merdas que eu digo, todas as minhas melancolias e carências, meus amores e desamores, e por sempre fazer questão de me fazer sentir sempre especial. Porque mimo demais estraga, mas a gente precisa ter pelo menos um amigo(a) na vida que faça questão de te tratar como um tesouro.
Para minhas meninas Carlota e Dona Peito eu agradeceria por todas as broncas, os abraços, os carinhos, as gargalhadas, as emoções, as aventuras, os aprendizados e tudo o que construímos em um tempo consideravelmente razoável. Porque quatro anos é muito, mas o que nós vivemos e construímos levaria pelo menos mais 4 anos.
Ao Marcelo eu daria um abraço e diria que o considero muito mais do que ele pensa. Que apesar dele ser um pouco mais velho, mais rabugento, mais ausente, eu consigo enxergar um coração gigante de manteiga derretida típico de escorpiano e que isso o torna imensamente querido por mim.
Pro Fábio, que pra mim já virou Nevitz, eu diria que a gente pode nem ter vivido tantas coisas assim, nem ter tantas histórias pra contar. Mas que o que já foi vivido até então já é coisa o bastante pra o que eu conto como em torno de 5 meses, que foi onde começamos realmente a dialogar mais e melhor. Falaria que ele é um daqueles amigos que a gente se sente bem quando está por perto e que a gente não pode prever o futuro, mas que eu vou fazer o que eu puder pra preservar essa amizade e, principalmente, tornar menos esporádicas as nossas conversas e reflexões sobre a vida, comportamento e a música, lógico.
Finalmente para Dona Vivi´s eu diria que apesar do jeito gótico de ser dela (quase vira-casaca pra emo), eu sinto um carinho enorme nela e em tudo que ela faz. Que o pouco tempo que a gente conviveu, e a única conversa mais profunda que tivemos, foram suficientes para fazer com que eu tenha uma vontade enorme de tê-la por perto durante um bom tempo da minha vida.
No final das contas volto naquilo que eu já tinha dito anteriormente, definitivamente não levo jeito nenhum para escrever expressando a minha felicidade. Só eu sei, só eu sinto a dimensão de tudo isso que eu estou sentindo, mas como se um medo de perdê-la de mim impedisse que eu dissesse mais sobre minha felicidade e as coisas boas da minha vida.

Quando der eu volto, conto melhor e mais detalhes sobre a colação em si. Tem um bucado de coisa pra contar sobre.

Finalmente: TCC.

domingo, dezembro 3rd, 2006

Não vou negar que nos três dias que antecederam este sábado (02) eu passei um pouco mal e senti um tanto de ansiedade. A cabeça realmente dá uma oscilada entre a calma e o nervosismo, tinha horas que não parecia que já estava chegando, e horas que dava até uma certa ânsia de vomito, por causa do nervoso.
Na sexta, algumas decepções me fizeram pensar se as pessoas sabem a importância de algumas coisas. Senti indiferença de pessoas que eu esperava ter mais atenção e preocupação, e foi então que fui dormir cedo com aquela velha coisa de que o importante é mesmo você não esperar nada de ninguém. É, talvez o meu egocentrismo realmente seja maior do que eu imagino.
Mas naquele sábado eu esqueci de absolutamente tudo, e decidi que nada mais me afetaria assim. Acordei segura e no primeiro toque do despertador. Me arrumei com toda a calma do mundo e fui pra faculdade como quem vai sabendo exatamente como e o que vai fazer.
Chegando lá a ficha começou a cair, bateu até um friozinho na barriga, mas em poucos minutos depois que cheguei, comecei a receber carinho de gente que um dia cheguei até acreditar que não ia com a minha cara. Gente que não foi pra ficar, mas passou pra abraçar. Gente que eu nem considerava mais e apareceu sem eu chamar. Gente que eu nem pensava e foi logo pra não perder nada. Teve até gente que chegou no meio, gente que chegou no fim, mas que fizeram questão de marcar presença fosse como fosse.
Teve também os que não foram, mas ligaram. Os que mandaram torpedo e os que de alguma forma fizeram questão de lembrar e desejar os votos de boa sorte.
Teve um em especial, que eu não esperava, que vem de longe, e que chegou de surpresa. Um alguém que sem nada disso sempre foi muito especial pra mim, e que me surpreendeu de uma forma tão especial que até me deixou sem nem ter palavras pra agradecer. Alguém que é do caralho e que não é atoa que é meu sócio.
Toda essa manifestação de carinho, e essa responsabilidade de mostrar pra alguns o quanto eu sou capaz, me deram uma segurança inexplicável. As palavras surgiram como um passe de mágica, a perna não doeu, o bumbum não doeu e nada saiu errado.
Comecei com a palavra, abrindo a apresentação e dando uma breve explicação de como seria o formato do vídeo. Após rodar o vídeo, eu voltei novamente com a palavra, explicando um pouco da parte de produção e assim foi intercalando entre eu e a Carla, cada uma dando uma explicação de cada tópico sobre como foi feito o nosso trabalho.
Depois da nossa apresentação, foi a hora da banca, composta por três professores, fazer as críticas necessárias sobre nosso vídeo, tema e relatório. E, modéstia parte, que modesta eu nunca fui mesmo, não houve nenhuma crítica. Nada relevante como foi visto nos outros TCCs. Foram feitos muitos elogios (eu sempre disse que era foda, mas ninguém acredita né? rsrsrs…), algumas sugestões interessantes e outras que fiz questão de nem considerar, mas deixa quieto.
Momentos de elogios foram realmente emocionantes, e só quem estava lá pode saber que eu não estou mentindo e nem me gabando atoa :P. Mas pra variar eu não consegui fazer minhas glândulas lacrimais funcionarem e acabei me passando, para os amigos, por fria e pior, por mimada! Mas tudo bem :D.
Depois que terminou toda aquela coisa da banca dar o parecer, depois se reunirem e darem a notícia que estávamos aprovadas, nós recebemos carinhos e abraços das pessoas lá presentes, tiramos algumas fotos e viemos para uma festinha aqui em casa.

A festa

Festa aqui em casa praticamente já faz parte da minha vida, graças a Deus, e uma ocasião como essas é que não poderia faltar. E foi mesmo uma delícia depois da “tensão”, poder debater tudo com a galera e ainda poder jogar uma conversa fora.
Além de tudo, acho que eu não sobreviveria sem os meus amigos. Se existe ONG de dependência dos amigos, eu preciso entrar urgente! Mas então, eu sou tão viciada nos amigos, que toda oportunidade que eu tenho de “dar uma esticadela” pra poder ficar com eles, pode ter certeza que eu farei.
Nós demos muitas risadas, muito carinho e cumplicidade, mesmo estando ali pessoas de diversas formas, lugares e maneiras diferentes de pensar. Pude curtir os meus amigos de Sampa que eu estava radiante com a vinda deles, pude aproveitar o pessoal da faculdade que mesmo sabendo que não precisa ser e não é uma despedida; eu já sinto uma saudade foda, e por fim aproveitar aquelas pessoas que sempre estiveram e que nunca vão faltar em nenhum acontecimento da minha vida.
Essa brincadeira rendeu muitas coisas e acabou um pouco mais de 23h30, mas eu não parei mesmo assim, porque a Dona Luara não queria dormir de jeito nenhum, e ainda cismou que queria a atenção e o carinho da titia Iza, tem coisa mais gostosa pra se terminar o dia?!

Outros comentários e sensações, eu me dou o direito de ser egoísta o suficiente para guardar só pra mim. :)

Meu Querido Diário

domingo, novembro 5th, 2006

Eu ando escrevendo pouco explicitamente sobre a minha vida e o que anda acontecendo pras bandas de cá, mas a convivência com algumas pessoas acaba interferindo nos modos de agir, e eu acabei ficando mesmo mais “subjetiva” e escrevendo meio que ironicamente alguns fatos, jogando como se não se tratasse de nada muito importante, e pouca profundidade demais é bobagem mesmo. E, além de toda essa “contaminação” que já misturou em minhas entranhas, um fato que colaborou é a falta de tempo, sabe o lance do; “viva mais e fale menos”? Pois é, às vezes é bem interessante.

Mas, como toda história tem um “mas” e o bom filho a casa torna, eis que algumas vezes calar demais entala, angustia e, não sei direito o porquê disso, preciso muitas vezes parar tudo e “vomitar” meus pequenos testamentos para que os momentos se eternizem, se exorcizem e não fique no ar como a nuvem que se desfaz em um abano. Resumidamente; se me dêem licença, eu preciso falar sobre tudo que roda dentro dessa cabecinha, nem tanto quanto antes, mas ainda sim confusa.

Finalmente a fase TCC terminou, e agora está tudo pronto e até a data e o local da apresentação já estão devidamente marcados (18 de novembro ás 10h no Anfiteatro da UNISANTA), só estou aguardando o dia chegar. As notas da faculdade ainda estão saindo e então está rolando aquele momento “respire fundo que chegarão as últimas provas”, e agora “último” nunca teve um significado tão exato, as últimas provas da nossa fase de universitário. E, paralelamente aquele preparatório de formatura, apresentação de TCC, que mesmo com todos os pesares, dão sim aquele friozinho na espinha.

Com isso, eis então que me entrego aos prazeres humanos e me jogo em diversões com amigos da faculdade em barzinhos perto do Campus, ou diversão completa com as melhores amigas do mundo em quiosque, cinema, rolidei, shopping e ainda conto com elas dormindo aqui e me proporcionando boas doses de risadas. Fazia tempo que não me acabava de rir assim com elas, e nunca nada me faz tão bem quanto a companhia de pessoa que eu amo. Seja fazendo a coisa mais tosca do mundo como ficar se maquiando e tirando foto, ou então, depois da baladinha parar em um posto às 3h da manhã pra comprar uma coca-cola de dois litros e bolinha de queijo. Sem contar em depois disso ainda acordar com sua amiga botando Mamonas Assassinas no máximo volume. Ainda, visita da irmã, almoço em familia e aquilo todo que eu sempre gostei nessa vida. E digo mais, tudo isso é impossível de se explicar em caracteres, mas é muito bom de sentir, principalmente depois de tudo que foi vivido no Stress-tcc.

Além de tudo, me aproximar de pessoas novas em todos os sentidos, tem sido muito bom também. Pouca massagem no ego é bobagem. Recebi elogios do meu TCC e da Cláudia, soube que quase fui tema de TCC de uma aluna do 3° ano, que mal me conhece. Me aproximei bastante de uma galerinha da classe que eu não falava muito, foi casualmente, mas bastante gostoso até o momento. Adicionamentos no MSN, conversas com amigos de amigas… Isso e tudo mais, têm colaborado para uns dias agitados e bem recompensadores.

Tá bom, eu não vou negar que mesmo com toda essa paparicação, eu estou paralelamente em uma fase de “carência”, em um momento onde a cabeça está pensando algumas coisas chatas, inseguranças e um monte de coisinhas que eu já esperava nunca mais ter que pensar. Mas não adianta, fase é fase e eu prefiro engolir dentro de mim até passar, como uma bufa (peido silencioso) que só eu sei, alguns até sentem o cheiro, mas ninguém nunca tem (e nem vai ter) certeza de onde e como veio.

Um pouco disso, muito daquilo, mas com lucros positivos.

“…E nem te contei
Uma novidade quente
Eu nem te contei

Eu tive fora uns dias
Numa onda diferente
E provei tantas frutas
Que te deixariam tonta
Eu nem te falei
Da vertigem que se sente
Eu nem te falei

Que eu te procurei, pra me confessar
Eu chorava de amor
E não porque eu sofria
Mas você chegou, já era dia
E não tava sozinha
Eu tive fora uns dias
Eu te odiei uns dias
Eu quis te matar

Um Final de Semana Daqueles!

segunda-feira, setembro 5th, 2005

Os últimos dias foram realmente muito bons. Porque eu sei muito bem que estar com todos os tipos de amigos e com a familia reunida é realmente ser uma pessoa de muita sorte e felicidade.
Exatamente por isso que vivi como um zumbi, mas pelo menos aproveitei cada instante desse final de semana um tanto quanto turbulento. Mas calculando tudo, teve um saldo bastante positivo =)
Me deu ataque de querer fazer tudo certinho com a faculdade. Fiz tudo que devia fazer de texto e enviei pro meu grupo. Assim eu pude ir comemorar o niver do meu tio no Toninho e depois curtir a chegada da minha irmã do Chile, com a consciencia de dever cumprido, assim eu sabia que eu viveria (e vivi) muito mais sussegada. Só é uma pena que tem vezes que mesmo fazendo o melhor, fode tudo. Fui pra facul sábado cedinho pra levar minha matéria e meu e-mail ñ abriu…Resultado: Não durmi pra num perder a hora atoa. Mas fmz me conforto em pensar que eu ter ido conte pra que o professor considere meu texto msm que atrasado. Enfim…
Ainda quando chego em casa recebo visita da Ju, Luara e Fabi, e acabo nem dormindo, a noite ainda fui pro Black Jaw (e vivi uma mini aventura, que pro cansaço que eu tava, virou big) com a Vivi e a Mah que eu num via fazia um tempo e que se ñ aproveitasse essa oportunidade, mesmo que cansada, sabe Deus quando teria outra chance (no caso da Vivi). Cabei que além de ñ durmir de sexta pra sábado, no sábado pra domingo fui dormir só as 03h (quase que passo em claro novamente né HAHAHA).
Domingou rolou um churrascão em familia, com direito a muita gente querida. Acordei com sono mas deixei a Iza chata na cama e resolvi curtir o churrasco sem me aborrecer com nada, porque minha chatice é tanta que incomoda eu mesmo! Mas nem a imensa vontade de cagar tirou o meu sorriso, nem ter que cantar parabéns (é, eu odeio!), nem N-A-D-A.
Foi tudo muito bom mesmo, ainda que vi o idiota pela webcam, tirei 999.999.999 fotos com a Fabi pra compensar, recebi um testemunho maravilhoso do Rô, que ultimamente tem me dado tudo que preciso sem eu pedir, e ainda a Mah durmiu aqui (e como sempre rimos de chorar!!), enfim, dormi 4h30.

No entanto a Iza chata voltou pro meu corpo. Ainda que irritada por tê-la abandonado.
Isso mesmo; tô chata, brava, com ódio e muito carente! Mas isso passa, eu prometo (pra mim e pra vcs!) !

PS: Ia por n fotos, mas…Bah!