Archive for the 'Só pra constar' Category

Cru e gelado…

domingo, junho 6th, 2010

Desde criança ela sempre comeu leite condensado. Tinha que ser cru. E gelado. Colocado em uma xícara e comido de colheradas. Ela tentava desde os dois anos apagar um amargo que impregnava em sua boca. Lambuzava-se de leite condensado, esperando que um dia esse gosto amargo saísse definitivamente de sua boca. Não era tristeza, trauma, nem era amargura “almática”. Era um amargo na boca. Simples assim. Nem tão simples, como ela gostaria de dizer que era. Era um amargo inquieto. Tenso. Uma ansiedade exacerbada que ela tinha desde pequenina. Alem disso, não gostava do gosto e nem do cheiro de nenhuma comida. Almoçou e jantou por um bom tempo de sua vida; leite condensado. Se negassem virava fera. Quase um bicho. Um viciado. Precisava do doce intenso e gelado do leite condensado na boca. Precisava do exagero capaz de apagar aquele amargo que brotava em sua boca. Vinte e sete anos depois, ela ainda precisa esporadicamente comer algumas xícaras de leite condensado. Ainda sente por vezes, aquele amargo brotar na boca inexplicavelmente. Um gosto ruim. Um gosto de todos os seus medos e anseios. Um gosto intragável. Ainda hoje ela precisa de algumas doses da intensidade do leite condensado. Talvez o único capaz de alcançar com exatidão todas as intensidades dentro dela. Hoje ela ainda sente um prazer indescritível em suas colheradas de leite condensado. A diferença é que hoje ela sabe ponderar as colheradas do mesmo jeito que aprendeu a lidar com sua ansiedade. Ela sabe que a comida tem sabor e que o amargo da boca nada mais é do que a boca do estomago avisando que está na hora d adoçar sua vida e não apenas a ponta da língua.

o óbvio

quinta-feira, maio 27th, 2010

O que você lê não é o que escrevo
O que escrevo não é o que penso
O que penso não é o que sinto

Nem sempre o que sinto, é verdade!

Na busca da inspiração fujona!!!!

domingo, abril 11th, 2010

Sabe? Já faz um tempo que a minha inspiração resolveu dar uma volta, na verdade vira e mexe ela dá um role por aí, e dessa vez parece que ela realmente foi pra algum lugar muito longe daqui. Dizem que para nos inspirarmos é preciso estar triste, ainda não tenho certeza disso; mas sei que tenho um montão de tópico pra escrever e as palavras não colaboram.

Não consigo explicar exatamente o porquê, mas ficar sem escrever pra mim é como você acordar e não pentear o cabelo direito. Não trabalho em nenhum jornal/blog/site, pra me sentir pressionada a escrever. Optei por não ter periodicidade no blog justamente pra poder fazer daqui o meu refúgio, meu grito, meu amigo invisível, meu debate e poder escrever quando a vontade pedir pra escrever… Mas oras, quero escrever!!! Eu preciso libertar todas essas coisas que giram dentro da minha cabeça.

Tenho dois textos sem serem terminados, tenho um suspenso no blog e tenho vários rascunhas dentro da minha cabeça! Não é a hora. De fato não é a hora de colocar tudo pra fora! Se não sai, não é o momento de sair então!!!

Mas, se é que alguém me lê, eu estou muito bem! Pensando, aprendendo, amadurecendo e sendo. Sendo eu na minha totalidade, como há tempos não era!!

Guns n’ Roses

quinta-feira, março 18th, 2010

Olha…

Quando eu tentei escrever no meu blog… tentei escrever o que eu achei e senti sobre o show… mas estou enferrujada e não consegui me fazer entender…as ideias estavam e estao desconexas na minha cabeça por diversos outros motivos.

Mas aqui, http://blogs.estadao.com.br/felipe-machado/show-do-guns-n-roses-axl-e-o-rockstar-bomba/, eu encontrei o texto que diz exatamente as minhas sensações no show.

Até tirei meu texto do blog…. deixa esse aqui até o dia que minhas palavras voltarem à minha cabeça.

Por enquanto…

segunda-feira, março 8th, 2010

É, eu ando mesmo falando as coisas mais direcionadas. Cansei um pouco de escrever cartas para o vento, na esperança que você um dia leia e entenda. Eu na verdade cansei um pouco de olhar pra dentro e resolvi perder meu tempo olhando só pra for a

Já não perco meu tempo esperando que você cumpra a sua palavra. Não espero suas atitudes, suas iniciativas espontaneas. Eu tento lidar bem com a saudade e com todo esse espaço que existe entre seu corpo e o meu. Quem sabe um dia você apareça, quem sabe um dia você ligue me convidando, quem sabe um dia você volte com mais tempo.

Abri a janela de uma vez por todas! Nem sempre o ambiente é tomado por aquele azul tão luminoso e contagiante. Mesmo nos dias cinzas, eu tenho deixado as janelas abertas e apreciado toda a dor daquele dia cinza. Aqui já não dói mais. Ou melhor, aqui eu já aprendi a lidar com os dias cinzas e doloridos. Pelo menos por enquanto.

Foi esse trecho do texto Dela, que me estimulou a fazer esse post:

(…) “como te dizer todas essas coisas que se perdem dentro de mim? Queria te dizer; olha tudo bem. Tudo bem ser inadequada, tudo bem sentir saudade, tudo bem esperar, tudo bem entender. E queria que isso fosse verdade, que não doesse, queria não sentir, queria conseguir vestir a minha armadura de novo.

Post clichê

quarta-feira, dezembro 30th, 2009

Toda vez vivemos os mesmos clichês, as mesmas perguntas e as mesmas respostas. É o final do ano chegando, as pessoas saindo pra viajar, quase sempre indo ver fogos na praia e coisa e tal. A mesma promessa de mudança, as metas, e toda uma bebeção desnecessária! For a o branco, todo mundo se purificando com roupas brancas e por baixo colocando calcinha/cueca vermelha pra ter paixões, ou amarelo pra atrair grana!

Eu dispenso tudo isso!!!

Começa que não acredito que alguma coisa muda com o passar da meia-noite, assim como um passe de mágica. Não acredito no tal “Ano Novo” que começa dia 1º de Janeiro. Não, não, não!!!!

Acho muito fantasioso toda essa festança em torno do Ano Novo, acho idiota as pessoas acharem que passar de um ano para o outro é tomar todas, assistir os fogos na praia e ficar acordado até o sol raiar. E que, quando este sol raiar todas as coisas mudarão como um passe de mágica e que todos os problemas serão definitivamente sanados ou simplesmente deixados no ano anterior. Balela!!!

Pra mim o “ano novo” começa todos os dias, todas as horas, a cada segundo! Não é preciso colocar roupa branca, na verdade aprendi com a Marcia Okida que usar branco não é bom! E não preciso acreditar que seja necessário um ano novinho para as coisas virarem, ou pra começar a prática de algo. Na minha opinião, o Ano Novo é AGORA, já!!!

Procuro botar em prática as minhas metas na hora, no dia seguinte no máximo. Independe se é dia 1º de Janeiro ou se é dia 24 de julho. O importante é você estar proposto a amanhecer e traçar um novo rumo dali em diante. Só isso, simples e fácil.

Não consigo entender a forma que as pessoas costumam passar o Ano Novo, de verdade! Qual o propósito de começar o ano com uma puta ressaca e dormindo até as 16h? Nossa, grande maneira de se começar uma nova página!!

Por isso que eu prefiro mesmo é o Natal, não que eu goste da hipocrisia dos parentes que surgem do além dizendo que lhe ama, quando no fundo nunca lembrou da sua existencia. Nem sou a favor da tal campanha comercial em torno disso. Gosto porque é uma oportunidade que tenho de reunir minha familia completa, de estar em paz com eles e festejar por isso. Gosto por isso, não por outra coisa nenhuma.

Nesse reveillon nem sei o que vai rolar, mas pra mim o que mais interessa é estar em paz e poder passar essa “meia-noite” com serenidade e muitos sorrisos. Minhas metas? Já estou colocando em prática:

– Estudar mais
– Ler mais
– Falar menos palavrões
– Dar mais sorrisos
– Ter mais segurança
– Trabalhar minhas desconfianças
– Ser mais paciênte

Eu só quero mesmo é estar bem, com equilibrio emocional pra poder ter dias mais produtivos e a mente mais sã. O resto vai se ajeitando com base nesse equilibrio emocional.

fragmentos…

quinta-feira, dezembro 17th, 2009

Minha cabeça se adiantou e pegou o avião antes de mim. Meus pensamentos estão longe, nos Estados Unidos. Estão todos agora nos parques, nas lojas, nos outlets… E já aviso: estão todos falando inglês! Pois é, agora estou só pensando in english, entendeu?!

O coração cansou de ser república! Essa vida de gostar de alguém diferente a cada dia da semana é complicadissima! Me disseram que amores platônicos são fáceis, e eu já fui gulosa e arranjei logo vários desses aí platônicos! E quer saber? Não dói, mas cansa que é uma loucura! Desisti. Mandei tudo embora, vou reformar todinho o espaço e em breve aceitarei apenas um inquilino! Mas tem que ser de confiança, cansei de gente que não paga o aluguel! Tô fora de caloteiros!

A meteorologia interna está louca! Deve ser resultado da emissão de pensamentos poluientes! Um dia o céu de dentro amanhece azul, outros amanhece nublado, ou até chuvoso!!! O tempo tá pra lá de louco dentro de mim, acontecem as quatro estações do ano em um dia só! E eu fico aqui louca, sem saber se chovo ou se faço sol!!!

Posto assim, fragmentado… A vida tem me chamado, e não tem dado tempo de passar por aqui! Por isso, vez ou outra dou só uma ligadinha

– Oi blog, estou viva! Mas estou corrida! Não tem dado pra falar!! Mande beijos à todos, tchau!

Coração tirou férias

quinta-feira, outubro 22nd, 2009

E de repente eu fui me descobrindo diferente. O sorriso fácil, e aquele azul infinito me tomava por inteira, mesmo quandos os dias insistiam no cinza. A chuva caia lá for a e aqui dentro um azul infinito trazia a paz e a calma necessária.

Demorei a entender que o meu coração estava vazio. De repente olhei pra dentro e vi um salão enorme, sem mobilia , sem nada!!! Um espaço vazio, com muitas janelas abertas e uma brisa suave ventando pra lá e pra cá. Foi isso! Era a tal da “herança” deixada ali.

Quando a gente ama, há um negócio na gargantuan, uma coisa enorme que dá vontade de gritar, de falar aos quatro cantos o tamanho e toda a beleza daquele sentimento. É como se as palavras fossem intermináveis, como se nada conseguisse traduzir aquilo dentro do peito!! E não dá mesmo! O amor, a paixão, são sentimentos que não existe palavra ou gesto que traduza!

Mas sabe, estar com o coração vazio é algo maravilhoso também! Uma sensação de leveza, tranquilidade e contentamento constante. Não que amar seja ruim, é lindo!! Mas estar de coração vazio é amar mais a gente, é olhar pra outros cantos, é estar aberto pro mundo. É ouvir música e absorver a verdadeira beleza dela, é ler poesia pelo que está escrito e não porque dizem respeito ao que você gostaria de dizer!

Estar de coração vazio é ter o bichinho (monstrinho) mais calmo, é ter mais liberdade, mais graça, menos nóia!!! Estar de coração livre é não se preocupar em agradar ninguém, é não querer causar boa impressão! Estar de coração livre tem muito mais coisas boas do que se imagina!!

Eu digo e repito; só me apaixono por pessoas MARAVILHOSAS. São as pessoas mais especiais do mundo!

Mesmo assim, não é fácil amar. Amar as vezes dói um pouco, as vezes te dá uma sensação de insatifação constante! E o pior; não é culpa de ninguém! As pessoas não sentem, pensam, agem da mesma maneira. E isso em determinadas situações podem se tornar mais complicado do que normalmente deveria ser.

Melhor assim, pelo menos por um bom tempo! Coração tirou férias e descansa em paz! A sensação de uma liberdade imensa e de estar em meio a um parque de diversões!

Desde sempre…

segunda-feira, setembro 14th, 2009

Desde sempre, fui chamada de muitas coisas nessa vida. Além da tão comum mania alheia de te rotular tal como bem entende e confia em seus entendimentos; ainda me tornei uma criatura de tantos nomes, tais quais com sua personalidade quase própria.

Nasci e cresci sendo Belinha, pra toda a família. Sempre foi assim, até nascerem os derivados como Bela, Bebela, Beleca. Esses todos me remetem à família, infância, cheirinho gostoso da pureza e do amanhecer.

Ao entrar na escola me tornei Iza. E ser Iza sempre me soou ser eu mais independente mais auto-suficiente. Iza me soa forte, de quem acredita que eu vou lá e faço o que devo fazer. Foi na escola onde me tornei mais independente que me tornei Iza.

Durante um tempo meio paralelo, me tornei por vontade própria; Duduzinha. E ser Duduzinha quase que me transformou em um personagem paralelo do meu verdadeiro EU. Muitas pessoas me conheceram Duduzinha e nunca sequer souberam meu verdadeiro nome. Outras souberam, e outras se surpreenderam por não se tratar de nenhuma Eduarda.

Depois eu virei Izolda, pra uma pessoa especial que passou em minha vida. Izolda me soava como um agrado, um particular, um carinho mútuo que rolava entre a gente. Izolda era espontâneo, automático, era e pronto.

Cheguei a ser Eza, Izoca, Ezolda, Iza até chegar em Jaca. E Jaca me soou de inicio um xingamento, uma coisa feia, medonha, grande, desajeitada, torta, crespa, dura. Mas acabou passando e já não mais importando o significado, mas de onde veio e o que pra mim representava. Jaca hoje pra mim tem uma definição particular, que nem sei se foi na verdade a intenção inicial. Jaca é crespa, é dura, é pesada e resistente, mas basta você partir a Jaca que encontrará um interior mole, frágil, doce, saboroso. Talvez no fundo seja isso mesmo, resistência grande por fora e fragilidade interior. Talvez sim… talvez…. não.

Já cheguei a ser Izulina, Izuda, Izoka, e outras tantas derivações carinhosas. Todas essas tão putas, tão sem personalidade, tão nada e tão tudo. Que no fim das contas pingam por aí e serão especiais nos momentos certos.

Fui também vaca, puta, pretinha, neguxa, cabeção, louca, e tantos outros xingamentos carinhosos que nem sei. Só sei que amo todos, com um amor infinito!

Cheguei a ser Entojo!! Assim, em um dia qualquer, desprevenidamente.

De volta conto sobre as idas…

domingo, setembro 13th, 2009

Bom, cheguei em Vitória/ES no dia 03 à noite. A viagem foi um tanto cansativa por ter quebrado o ar-condicionado e por causa da estrada ser de mão dupla e isso causar bastante tensão. Mas graças a Deus (e a minha falecida vó), deu tudo muito certo.

Fazia 23 anos que eu não viajava pra lá, e confesso que eu era muito apreensiva com relação a essa ida pra lá. Pela questão familiar mesmo, e também pelo desconhecido; não saber ao certo o que viria pela frente. Mas aos poucos me preparei psicologicamente pra tudo que pudesse rolar, e sempre que vamos preparados e armados para o pior, as coisas parecem soar mais leves e melhores. A tal da expectativa inversa, né? Esperando o pior, se for médio já soa ótimo!!

A casa da minha prima, que fica na Ponta da Fruta, um lugar distante e meio afastado da civilização, e que me soava como cilada; era até que muito boa e bem organizada e limpinha. Pro meu conforto, fiquei na suite e era um quarto grande, gostoso e bem bacana. Não teve como escapar de alguns mosquitos, mas foram mínimos perto do esperado, e nem incomodaram. Tive privacidade, conforto e até uma tomada para meu notebook.

O convivio na casa foi ótimo, minha prima super bacana e fazendo de tudo pra nos agradar, os filhos dela uns fofos e o mais novinho (Vitor, de 1 ano) acabou se apegando um bucado na gente e principalmente em mim, pois vivia me abraçando, passeando na cadeira, me dando carinho. O marido da minha prima foi super bacana conosco, deu muita atenção e nos enchia de comida e bebida o dia inteiro, não deixou faltar nada. Eu gostei dele, apesar dele dizer que sou uma menina tensa e de poucos sorrisos. Ele até tem razão, mas minha tensão e a ausencia de sorrisos tinha motivo, talvez por chatice minha, mas pra mim era algo incontrolável.

Falando em minhas chatices e minha falta de controle; acredito que fui bem sociável, ate demais, e controei um bucado de pentelhices minha. Me segurei algumas vezes, e em muitas outras eu apenas levava as coisas de forma leve, compreensiva, alegre. No fim das contas, tudo fluia muito bem. Acredito que deixei uma boa impressão no ES, e pude receber elogios inéditos como; simpática, educada, compreensiva e paciente. Definitivamente, nem parece eu!!! Isso só prova que, somos quem nos propusemos ser.

Além das conversas e bagunças diárias na casa da Ponta da Fruta, ainda teve um churrasco, um almoço e um passeio. Deu pra curtir de tudo pouco e se divertir e comer muito!!!!

O churrasco foi gostoso, em um clube em Vila Velha/ES. O lugar era plano, com uma boa parte acimentada e uma area de grama. Tinha brinquedo pra criançada e mesinhas para os adultos. Rolou churrasco, salgadinho, feijão tropeiro, salada, doces, frutas e ainda pra fechar; uma canja de galinha!!! Me diverti bastante com a familia, matei muitas saudades, troquei novidades e ainda por cima revi a Andréa Nunes ( @andrea_nunes) que conhecia de um show do Teatro Mágico, no fundo ficamos amigas por afinidade e por sermos ambas jornalistas. Acabei chamando-a pro churrasco do meu tio, ela foi e a gente bateu muitos papos.

No outro dia rolou almoço na casa de outra prima, dessa vez em Vitória/ES. Foi mais um dia maravilhoso, todos reunidos, felizes, muita conversa, sorrisos e comida boa. No menu teve de aperitivo Salmão cru e camarão no azeite, comi e amei os dois. De entrada teve a tal da Muqueca Capixaba, que é UMA DELÍCIA!!!!! Eu ja tinha provado na Casa da Ponta da Fruta feita pela Tata e AMADO, mas experimentei a versão do Edmar (marido da minha prima Herica) e ameei tanto quanto! É realmente uma comida dos Deuses… huuuuumm….. Mas, continuando, o prato principal foi Peixe assado e recheado. Estava divino!!! Adorei todas as comidas, recepção, companhias, casa, foi tudo ótimo!!!

No outro dia iamos embora, mas mudamos de ideia por causa dos horarios, da estrada e principalmente pra podermos dar uma rodada na cidade. E foi o que fizemos.

Nós andamos na terceira ponte que é de uma vista muito bacana, passamos pela orla de todas as praias, almoçamos no restaurante, bebemos em um quiosque…

Fomos também no Convento da Penha, que é no alto do morro e dá pra ver a cidade inteirinha. Tenho uma foto lá de quando eu era pequenina, no colo do meu pai, e dessa vez tiramos uma foto igualzinha e atual.

No final ainda fomos na casa do meu tio tomar lanche, e o bom disso tudo é que em tudo, a Andréa Nunes ( @andrea_nunes) estava junto. Só mais tarde é que ela foi embora e nós voltamos pra Ponta da Fruta pra preparar tudo pra ir embora no dia seguinte.

Saimos do ES umas 08h da matina, e fizemos uma viagem muito cansativa até o Rio de Janeiro. Não pela viagem em si, a estrada estava ótima e o dia maravilhoso, mas o calor deixou a gente meio acabado mesmo. Chegamos no hotel do RJ e cada um desmaiou em uma cama. Depois pedimos pastelzinho no quarto e comemos vendo novela junto com a Nat.

No dia seguinte almoçamos em frente a piscina com a Nat e depois fomos pra Barra passear, e depois ainda andamos um bucado na Tock Stok pra minha mãe ver umas coisas e voltamos pro hotel pra novamente comer pastel vendo TV.

Na sexta a gente foi no quiosque do Habibis em Copacabana, comer uma deliciosa esfiha folhada de chedar, olhando o mar. Depois fomos na Barra pra minha mãe fazer tratamento de beleza com a Nat e a noite fomos ainda comer pizza e depois ver a novela na casa da Nat.

Sábado foi dia triste de voltar pra casa, e eu só tenho que agradecer a Deus e pra minha falecida vó Nair, por ter sido viagens tão boas e ter dado tudo tão certo.

Além da diversão e tudo mais, houve também alguns aprendizados e, principalmente, algumas idéias colocadas em prática. É bom de vez ou outra testarmos a nossa capacidade de mudar, melhorar, abrir a mente. A cada volta, volto ym pouco outra. E dessa vez, voltei Belinha, mas isso é pra um outro post.