Archive for the 'Filmes' Category

X-Men Origens: Wolverine

terça-feira, junho 23rd, 2009

Esperei tempo suficiente para ver se rolava de assistir o filme novamente, mas acabou que a oportunidade não apareceu e eu nunca mais apareci aqui pra escrever minhas impressões.

Nunca assisti X-Men e nunca gostei muito desse tipo de história. Na verdade, eu nunca parei pra conferir se ia gostar ou não. Assistia o desenho só de passagem, sabia que tinha a tal da Tempestade, mas mesmo assim não compreendia muito bem qual era a história do desenho.

Fui assistir Wolverine com uns amigos, só pra acompanhar mesmo e pra matar algumas saudades. Fui de coração aberto em todos os sentidos, inclusive para o tal do filme.

No inicio do filme já senti firmeza e achei que a coisa ia funcionar melhor do que o esperado, porque já me vi entretida logo nas primeiras cenas. Engano meu, dormi praticamente em uma das partes principais da história e só acordei quando Wolverine já estava na banheira levando aqueles choques e prestes a perder a memória, quando ele de repente levanta com tudo.

Foi uma pena ter perdido a contextualização da história, mas com algumas informações que o filme mesmo dá e com a ajuda dos amigos, eu consegui seguir em frente. Não achei o filme nada extraordinário e pelo que ouvi dizer ele está sim um pouco fora da história do desenho e do quadrinho.

Pra mim particularmente valeu pelas cenas bizarras e pela ira do Wolverine, sonho meu ter aquelas garras de aço. Há quem diga que ele seja gato e gostoso, essa parte eu passo.

Trilha, fotografia, cena, nada me chamou atenção especificamente. Talvez por ter perdido boa parte ou até por pura distração.

Minha nota é 6.0 e foda-se a opinião alheia.

Divã

sexta-feira, abril 24th, 2009

Depois de muito custo, finalmente assisti Divã. Mesmo o filme tendo acabado de estrear, digo que foi por muito custo porque desde antes da estréia tento marcar com alguém e nunca dá certo. Hoje deu. Fomos Cláudia, Pri, uma amiga da Pri e eu.

O filme não é nenhum desses filminhos Cult que nos faz pensar durante uma semana e fazer trilhões de análises e interpretação. É simples, bom, divertido e ainda te dá uns toques razoáveis sobre algumas coisas da vida. É bem o que eu esperava; um filme estilo “Se eu fosse você”, com um pouco mais de coisas para se pensar.

Adoro a Lilia Cabral, acho que ela faz sim quase sempre o mesmo personagem, que tem cara de mãe e tudo mais, mas e daí? Acho ela uma ótima atriz, que vai lá e faz da melhor forma possível o que lhe é proposto. Além de ser uma das atrizes que transmitem muito bem as sensações que o personagem vive.

Os atores todos estavam muito bons. Só não colou muito colocarem o Cauã Reymond como um garoto de 19 anos, mas ele tentou e fez o que pôde para convencer isso. A Alexandra Richter foi fundamental no filme no papel de Monica, amiga da Mercedes.

A trilha sonora não é nada espetacular, mas cabe ao que é pedido no filme e principalmente um filme tão feminino como o Divã. Ana Carolina encerra com “vou deixar a rua me levar…” o que foi suficiente para transmitir a mensagem da Mercedes, além de deixar as mulheres saírem do cinema suspirando.

Minha nota seria 7.0, mas ganha 7.5 pelas risadas que foram dadas do inicio ao fim do filme.

Para saber mais de: ”Divã”

No Wikipédia

Para saber mais de: ”Se eu fosse você”

No Wikipédia

Para saber mais de: Lilia Cabral

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Fotos

Para saber mais de: Cauã Reymond

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Fotos

Para saber mais de: Alexandra Richter

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Fotos

Para saber mais de: Ana Carolina

No Wikipédia

Um Hotel Bom Pra Cachorro

segunda-feira, março 2nd, 2009

Um domingo tranqüilo, com um calor dos infernos, a melhor pedida era mesmo se enfiar em uma sala geladinha do Cinemark e assistir um filme (se bem que eu preferia uma Malzebeer gelada, e um bate papo) daqueles pra não quebrar muito a cuca.

O convite veio da Fernanda e eu, que ando super de boa, topei o que ela quisesse e a hora que quisesse. Acabou que mais uma aquariana fez questão, e então lá fui eu com Luara e Fernanda (ambas aquarianas mimadas), assistir Um Hotel Bom Pra Cachorro.

Confesso que eu esperava um filminho bem bobo, o que de fato até é, mas a Emma Roberts e o Jake T. Austin realmente me conquistaram desde a primeira cena que apareceram. Eu não sei nada de cinema, escrevo de louca, mas eu achei muito bacana a interpretação deles. Conseguiram até arrancar exatamente duas gotas de lágrimas dos meus olhos, mas isso já é muito quando se trata de mim.

A história é bacaninha, um desses filmes de Sessão da Tarde que deixam você pensando um pouquinho sobre alguns valores como amizade, lealdade, família, cuidado aos animais e tudo que um filme infantil deve ensinar.

A trilha foi bacana, mas não foi uma coisa que tenha realmente chamado muita atenção no decorrer do filme. Acho que não merece muito destaque não.

Bacana mesmo são as invenções do garoto. Um bucado delas eu faria questão de ter em casa!

Sexta-Feira 13

segunda-feira, fevereiro 16th, 2009

Eu ia, e poderia, me recusar a escrever sobre o filme sexta-feira 13. Mas eu sou presa à rotina e, se eu me propus escrever então eu vou escrever. Mesmo que não tenha muito que se dizer.

Não sou lá fã do filme, mas “crássico” é “crássico” e eu acho que devo até ter assistido uns três ou quatro, e não me lembro de nenhum em detalhe =P. O que eu lembro um pouco mais, foi o do encontro de Jason com Freddy Krueger.

Enfim, esse não fugiu da regra, não foi lá muito diferente do pouco que lembro dos outros. Dá pra dar umas boas risadas e quem sabe até tomar alguns sustos. E pelo que me lembro (que é quase nada), achei esse com ceninhas mais de sexo, mais mulé pelada, o que pode chamar ainda mais a atenção dos rapazes, além do montão de sangue e tosqueras.

Nada insuportável. Pra mim valeu, já que eu estava em um domingo light, com humor tranqüilo e ótimas companhias.

Foi Apenas Um Sonho

terça-feira, fevereiro 10th, 2009

Dia 8 de janeiro, eu assisti o filme “Foi apenas um sonho”. E, particularmente pra mim foi mesmo apenas um “sonho” de que seria um bom filme.

Esse foi do tipo que tinha muito pra dar certo, mas não deu. Os atores são bacanas, rolou um trocadilho de colocarem os três personagens de “Titanic” pra contracenarem juntos, a atuação foi legal, a história poderia ser bem desenvolvida, mas não rolou. A receita desandou e o bolo solou. E eu não sei explicar se faltou coisa, se sobrou coisa ou se faltou um e sobrou outro.

A história não foge nada do que rola por aí. Um casal que casa achando que a vida vai ser ótima, mas acabam se deparando com a rotina e isso acaba dando certo desespero no casal, principalmente na mulher que é meio surtada. Nada de novo no velho mundo, a não ser o extremo que a mulher acaba chegando nessa paranóia.

O filme não é dos piores, mas torna-se cansativos em vários momentos.

Se quiser ver, vá. Mas nada que não dê pra esperar sair em DVD e assistir na comodidade de sua casa.

Sete Vidas

sexta-feira, janeiro 23rd, 2009

Particularmente eu sempre gostei do Will Smith e isso sempre foi um chamativo pra me fazer ver determinados filmes. Não pela minha opinião física do cara, mas por ser alguém que me chama a atenção quando está atuando. E em Sete Vidas isso não foi diferente, mas quando eu vi a história; intrigou-me mais ainda.

Mais uma vez eu fui atraída pelo lado emocional pessoal. Achei que como “O curioso caso de Beijamin Button”, o filme “Sete Vidas” poderia também dar uma remexida aqui por dentro. E não deu outra. Talvez não tanto, mas posso dizer que não foi em vão.

O filme é interessante. Começa com o final, dá uns giros e aí aquieta e te põe pra assistir bonitinho na cadeira do cinema. Ben Thomas (que não é Ben Thomas, rá!!) é um cara que causou um acidente que levou a morte de 7 pessoas, incluindo sua esposa. Desde então, ele vive em paranóia de que precisa compensar esse erro e o melhor jeito seria salvando 7 vidas.

No filme mostra Ben Thomas como um cara bom pra caramba e totalmente sentimental (eu arriscaria dizer até que trata-se de um canceriano hahaha), uma amostra disso é o modo como ele lida com o irmão e o seu amigo Dan; sempre trocando “I Love you”. É um cara honesto e que sofre com o peso da culpa e que se emociona e se envolve com os problemas alheios.

Mesmo assim, Thomas não quer fazer as coisas em vão, e precisa então escolher pessoas que realmente mereçam as suas prendas. E aí que o filme desenrola de um jeito bastante interessante.

Apesar de aqui em Santos o filme já estar saindo de cartaz, não é justo entregar o ouro. Mas fica a dica novamente pra prestar atenção no psicológico e emocional das pessoas. E como bem me lembrou um amigo; reparar nos simbolismos que aparecerão durante o filme também.

A trilha sonora é bem interessante, lá na sala do cinemark eu já havia decidido em chamar atenção pra isso porque foi realmente bem legal. Os personagens também foram muito bons, mas o filme acaba enfatizando um pouco mais os personagens principais como Ben Thomas e Emily Posa.

O curioso caso de Benjamin Button

quarta-feira, janeiro 21st, 2009

Já fazia um tempo que eu queria assistir O curioso caso de Beijamin Button. Acho que de inicio o que me motivou a ter interesse foi por causa da situação que de uma forma ou de outra, eu me identifiquei logo de cara. Beijamin é um ser “diferente”, poderíamos chamar até sei lá, de “aberração”, e o psicológico disso tudo sendo tratado no filme me interessou um bucado. E não foi em vão.

O filme é longo e muitas vezes até um pouco parado, como muita gente anda dizendo por aí. Mas ele fica muito mais interessante se você se foca no emocional e no psicológico dos personagens e começa dar uma viajada nisso. É realmente algo que mexeu com meu cérebro e com meus sentimentos do jeito que eu esperava.

No fim das contas, apesar de tantos conflitos que uma vida como a de Beijamin pode trazer, e traz, ele acaba mostrando que as coisas são como são. E se não deu certo é só tentar refazer, e se não der pra refazer; paciência. E isso é só uma das outras tantas que trata o filme.

O filme não banaliza o caso de Beijamin, mas mostra as coisas como elas podem ser na realidade: os que rejeitam, os que acolhem, os curiosos e os que simplesmente tratam como se nada houvesse. E isso mostra também na postura dele, que apesar dos pesares não dramatiza tanto as coisas.

Uma curiosidade bastante engraçada é que em vários momentos me veio a lembrança do filme Titanic, feito com DiCaprio, na cabeça mas não por nada relevante, foram por detalhes bobos.

A maquiagem do filme é realmente muito bacana, e os atores muito bem escolhidos, Brad Pitt inclusive.

Eu indico, vale a pena ver.

A Troca

segunda-feira, janeiro 12th, 2009

Esse ano realmente começou bem quanto à minha freqüência ao cinema. Hoje ainda é o 12º dia do ano e cá estou para falar um pouco sobre a minha 3ª ida ao cinema. Bora lá que a coisa deve ser longa.

Começo dizendo que cheguei ao cinema contente pelo filme escolhido. Eu realmente ficaria triste em ver “O dia em que a Terra parou”. Não faz meu tipo e eu sabia que ia acabar me stressando em vê-lo. Mas o escolhido foi o que eu já queria mesmo: “A Troca”.

Não sou muito nerd de ficar vasculhando coisas na internet sobre filmes e etc, vi apenas por alto o resumo filme no site do cinema e foi o suficiente para me interessar. Mas devo confessar; o filme não tem nada ver com o que eu tinha pensando ao ler o tal do resumo, nada, nadinha mesmo. Isso não significa, lógico, que tenha sido ruim.

A história acontece lá em meados da década de 30. E parece uma história comum de uma mãe solteira que acaba tendo o filho sumido, seqüestrado, seja lá o que for. Mas mais do que isso, cada vez que você acredita que a coisa já foi desenrolada e que o filme caminha para o final, ele surge com uma nova problemática e assim vai indo até o verdadeiro final.

O filme que inicialmente parece ser bastante chato e cansativo, que trataria apenas de um “seqüestro”. Mas com o decorrer da história ele vai tornando-se interessante e acaba abordando a questões de imprensa, política, corrupções policiais, religião e repressão (principalmente com as mulheres). A fotografia é linda, e os figurinos são bem bacanas.

Angelina Jolie interpretando uma mulher dos anos 30 pra mim é algo bastante diferente e interessante. Tenho a imagem dela bem menos “romântica” de que se pede no filme, e mesmo sua personagem Cristine sendo uma mulher forte, eu vejo a Angelina bem mais do que isso. Não sei dizer se achei mesmo interessante a interpretação dela e gostei, ou se na verdade não gostei. Precisaria de uma segunda assistida para digerir melhor.

Pra mim o filme poderia dar umas pinceladas melhor sobre a história na época, e ficou devendo algumas explicações. Além de algumas cenas que pra mim passaram meio desnecessárias.

É um filme que é pra se assistir com o espírito preparado e de preferência fora do clima “oba oba” do final de semana. É bacana assistir e sair digerindo aos poucos.

Minha nota? 8.0

Se Eu Fosse Você 2

terça-feira, janeiro 6th, 2009

Continuando ainda a falar sobre filmes, o ano mal começou e eu já vi dois filmes no cinema (e pretendo ver mais!); Entre Lençóis, que eu já falei a um post abaixo e também o Se Eu Fosse Você 2.

Não costumo gostar de filme que começa a desembestar e ter 1, 2, 3… Acho que é preciso renovar as histórias e não ficar sugando até a última gota de um filme que já fez sucesso na primeira vez. Lógico, existem exceções e muitas vezes o 2 ou 3 são até melhores que o 1, mas convenhamos que isso é raro.

Se Eu Fosse Você 2 é tão engraçado quanto o primeiro, e tem sim uma sacada bacana e tudo mais na mesma linha que o outro. Mas o fato de não ser novidade já desgasta bastante, e no próprio filme essa mudança de corpo não é novidade e então mostra que eles já estão meio “adaptados” a esse fenômeno.

É um filme divertido, pra se ver com uma galerinha em um dia que você não estiver a fim de pensar em nada e quiser praticar o riso.

Entre Lençóis

terça-feira, janeiro 6th, 2009

Faz tempo que não falo de cinema por aqui, fui responder o Balanceamento Anal e descobri que não lembrava de nenhum filme que havia marcado 2008. E, o mais interessante é que foi um dos anos que mais fiz a rapa no Cinema, sem contar ainda com as sessões de DVD aqui em casa. Mas falando sério, eu não lembro de nenhum!!!!!!

Fiquei tão triste que resolvi esse ano tentar postar cada filme que eu assistir, assim além de expressar a opinião eu já facilito o meu Balanceamento de 2009 😛

Entre Lençóis

O primeiro filme que assisti esse ano foi Entre Lençóis. E já vou adiantando que me surpreendi com alguns fatos, por incrível que pareça! Isso porque fui esperando determinadas coisas que não rolaram, e fui pensando coisas que no fim também me mostraram o contrário.

Trata-se de um casal que se conhece na balada e que no auge da ferveção eles vão para um motel esquentar o clima que já estava queimando. Assumo que eu esperava um filme praticamente pornô, com altas cenas calientes do casal no motel.

Quem for atrás disso esqueça, eles só fazem “papai & mamãe” muito bem comportadinhos pro meu gosto (uiii). Nas quatro únicas cenas que foram feitas em cenários diferentes, eles aparecem apenas conversando e brincando de pacto da sinceridade. Uma foi na hidromassagem (acredite, nenhuma cena mais caliente na hidro!), outra na sauna onde eles também aparecem só conversando, uma na piscina, e uma na varanda onde eles vão ver o nascer do sol. Mesmo não mostrando nada mais selvagem, você sai do cinema com uma puta vontade de transar.

Uma coisa muito mal feita foi o calculo do tempo. O casal chega ao motel após a balada e mesmo assim acham tempo para conversar durante hooooras, trasarem umas quatro vezes, tomar banho de banheira, de piscina, ir na sauna, comer frutas com chocolate e ainda ir embora logo no amanhecer. É humanamente impossível acontecer tudo o que aconteceu no filme, em tão pouco tempo.

Eu gostei do filme porque apesar de parecer bobo, ele acaba prendendo a atenção com os papos do casal e as suas histórias de vida discutida ali em um quarto de motel com uma pessoa que você mal conhece. E com o passar do tempo, você sente a evolução do envolvimento dos dois, e dependendo do seu grau de romantismo até chega acreditar que pode nascer um sentimento em uma noite.

Um detalhe básico: Me identifiquei demais com a Paula (Paola Oliveira)

• Dificuldade de se envolver no inicio do filme (chegou até mentir o nome) e depois se entregando até a alma (estava disposta a fugir com ele).
• Paixão por mãos masculinas
• Curiosidade excessiva (até fuçou a carteira dele toda)

Vale a pena assistir a dois!!!!