Archive for the 'Deixa eu contar…' Category

Twitter

quarta-feira, agosto 26th, 2009

Eu nunca vim aqui pra falar sobre uma coisa que eu tenho há bastante tempo, mas que agora acabou virando “o assunto do momento”, que é o tal do Twitter. Mas aos poucos, algumas coisas foram acontecendo graças ao Twitter, e já posso dizer que até colegas eu já andei fazendo por tweetadas!!

Criei meu Twitter há algum tempo atrás e como tudo o que tenho na internet, conheci e me inscrevi graças a um amigo, o Diogo Freire. Ele me passou o link e eu fui lá despretensiosa, me cadastrei e deixei ali, sem muita empolgação. Na época eu não estava na vibe, e nem tinha me tocado o porquê dessa ferramenta.

Aos poucos, e eu sinceramente não sei como, o twitter foi tomando uma proporção inacreditável. Quase que como um passe de mágica, eu comecei a ver diversas pessoas “descobrindo” uma ferramenta que eu tinha há tanto tempo lá jogada às moscas. E hoje, confesso me assustar com algumas pessoas que por lá eu vejo.

Confesso que possivelmente eu não uso o twitter da maneira e na freqüência mais correta. Sei que o twitter fez crescer os olhos de muitos publicitários, produtores, etc. Mas posso dizer que, em pouco tempo de explosão; o twitter já fez grandes realizações no meu dia-dia.

Realização de Desejo

Foi pelo twitter, que finalmente conheci o Daniel de Oliveira. Eu vivi um bom tempo querendo conhecer o ator, mas foi de uma notícia via twitter que eu soube que ele estaria na minha cidade. Fui lá e conheci o moço, desejo realizado.

Compartilhamento musical

No fim das contas, o twitter virou mais um meio pra que eu pudesse ouvir mais músicas. É uma troca de myspaces, uma divulgação de links, de músicas, que eu fico louca querendo devorar tudo ao mesmo tempo. É uma delícia!! Já descobri várias coisas novas através do twitter.

Acesso à informação

O twitter é uma ótima fonte de informação, isso é fato. Mas o bacana, ou não, é que com o twitter eu posso receber informações somente daquilo que me interessa e resumidamente; de forma que eu não perca meu tempo procurando. E caso eu quero maiores detalhes, as notícias chegam sempre com um link para a matéria completa. Se me interessar, eu clico no link e leio os detalhes.

Contato com pessoas distantes

Através do twitter pude me sentir ao lado de um amigo, durante a virada cultural de SP. Enquanto ele estava lá assistindo os shows, eu de casa compartilhava todas as sensações pela troca de tweets via celular. E, consigo conversar com uma amiga de Nova York enquanto eu twitto daqui e ela recebe minhas mensagens no celular dela, lá longe.

Emprego

Com o twitter, eu posso seguir essas agencias de emprego e estar sempre recebendo notícias sobre ofertas de emprego em todo o Brasil. Se me interessar, eu mando o meu currículo e é só torcer pra dar certo. E olha que já quase consegui um emprego.

Além disso, o Twitter é muito bom por diversas coisas peculiares. Serve pra ler aqueles “pensamento do dia”, pra saber dos amigos, receber notícias dos seus ídolos, e até mesmo (acredite) pra aguçar sua inspiração de postagem. Eu mesma, já fiz alguns posts inspirados em tweets que li e já vi muita gente fazer o mesmo. Aliás, já vi gente compor música e outros fazerem posts no blog através do twitter. Um bom exemplo é o músico Fernando Anitelli que compôs música com ajuda dos “twiteiros” e a arquiteta Thais Frota, que “bloga” com informações passadas pelos “twiteiros”.

Mas, como tudo tem o lado ruim também, o twitter usado de forma errada pode ser uma cilada. Existem vários sites por aí que ensinam as “boas maneiras no twitter” ou “as 10 piores coisas do twitter” e, mesmo que na verdade o bacana dessa ferramenta seja a liberdade total de expressão e de follow ou unfollow quem você quiser, acho que senso é o que muita gente anda precisando nesse mundão aí de Deus

Não há nada pior que, quando você segue alguém/algo de muito interesse seu, e que diversas vezes tem ótimos tweets, mas que infelizmente na grande parte do tempo é um pé no saco. Você não quer dar unfollow porque não quer perder os bons tweets, mas fica de saco cheio dos floods.

O primeiro exemplo de cilada é você seguir (follow) pessoas que mandam excesso de publicidade. Mesmo sendo uma ferramenta ótima pra divulgação, é bom ter bom senso ou então ganhará diversos unfollows.

Outra coisa insuportável é essa enxurrada de tweets desnecessários, principalmente falando em picados, sobre o mesmo assunto!! Quer escrever opinião? Faz um blog e depois divulgue no twitter. Porque fazer redação no twitter, é o fim!! E pior ainda que isso; é ficar batendo papo via twitter. Amor, quer conversar; instale instante message ou então conversa em Direct Message.

É ruim também o que vejo algumas (sim, mais que uma!!) bandas fazerem. Primeiro manda um recado via twitter da banda, depois cada integrante vai lá e retwitta o tal recado. No fim das contas, se você é fã da banda e segue a banda e mais os integrantes dessa banda; você recebe no mínimo 6 vezes o mesmo recado. Isso contando que a banda tenha apenas 5 integrantes. Mas, meu bem, se você segue a banda, os integrantes da banda e ainda alguns amigos seus que também sejam fãs da banda; fudeu, você receberá a mesma mensagem uma caralhada de vezes!!

Eu poderia enumerar infinitas atitudes nonsense no twitter, aqui. Atitudes essas que até mesmo eu, cometo uma porrada de vezes. Mas vou citar uma última coisa que é total VA (Vergonha Alheia):

É péssimo ver aquelas pessoas que ficam a todo custo tentando chamar atenção dos famosos. E, além de desejar diariamente “bom dia”, “boa tarde”, “boa noite” em vão para os “Globais”, ainda tentam responder e debater assuntos com eles. Heeelloooooo people!!! Borá ter umpouco de noção, né?! Não que uma coisa ou outra seja errado, mas daí achar que é intimo a ponto de ficar dando “bons dias” e desejando “bom show” toda hora é uó né? Convenhamos…

Eu (não) tenho Bulimia

terça-feira, junho 23rd, 2009

Em um post do dia 19 de dezembro de 2006, eu falo sobre a Bulimia. E no caso do post, a bulimia abordada é a bulimia de palavras e sentimentos. A bulimia de disfunção alimentar, eu não tenho.

O que me chocou, foi que esse post é o mais comentado do meu blog até hoje. Meninas de várias idades acabam encontrando esse blog pelo título “Eu tenho bulimia”. Não sei nem se chegam a ler, mas logo despejam seus comentários-desabafos, e isso me preocupou bastante.

E depois de ter visto tanta procura com esse tema no meu blog, venho dias e dias pensando em algo interessante pra escrever por aqui e pra essas pessoas que passam por aqui em busca de conforto e de alguma informação interessante sobre esse assunto.

Não tenho muito conhecimento sobre Bulimia, Anorexia e outras disfunções alimentares. Procurei ler um pouco na internet, pois fico bastante intrigada com essas coisas do comportamento humano. Acho muito interessante tentar entender que as vezes a preocupação por um “corpo belo” ou por insegurança de ser aceita na sociedade possa acabar acarretando certos distúrbios como esses. Infelizmente li poucas novidades sobre Bulimia, e no geral do que vi nos sites; não foge muito do que já foi abordado na televisão como em Páginas da Vida e agora na Malhação. Não tem muito como fugir da idéia de buscar um psicólogo e tentar tratar do caso com acompanhamento médico e remédio.

Só posso desejar então, que tenham força de vontade pra procurar ajuda e que um dia possam voltar aqui no meu blog e comentar sobre a vitória de vocês. Quem sabe um dia não conversamos e juntas não faremos um post?!

Para saber mais de: ”Bulimia”

No Wikipedia

Para saber mais do ”Post de 2006”

Aqui mesmo

(Re) começo

quinta-feira, maio 7th, 2009

Como eu já havia citado há alguns posts atrás, esse ano as comemorações não seriam em grande estilo e altas festas. Nesse aniversário, preferi me tirar de cena o máximo que consegui e me presentear com a minha própria companhia e o principal; com a minha própria verdade.

Passei a semana anterior ao aniversário e o final de semana fechada em casa, sorrindo pra eu mesma, conversando em voz alta e me oferecendo conselhos.

Me fiz um pouco de cafuné, massagem
E me indiquei boas músicas como trilha sonora.
Me olhei nos olhos,
Me contei segredos,
Me desabafei
E me disse boas verdades na cara.
Me abracei apertado,
Me enxuguei as lágrimas
E me disse ao pé do ouvido que tudo ficaria bem.
Me ofereci o sorriso mais bonito
E o meu colo pra deitar a cabeça.
Me dei feliz aniversário
E me desejei saúde, paz e consciência
Me peguei pelas mãos
E me prometi que esse encontro ficaria para sempre.

Em comemoração à não só pelo meu aniversário mas também por sentir por uma raras das vezes o vazio preenchido na quantidade ideal, resolvi que faria o que sentiria vontade e buscaria à todo custo me proporcionar tudo aquilo que minha alma pedia naquele momento.

Optei também dar a oportunidade para as pessoas que me fazem tão bem, e que queriam estar do meu lado; ficassem. Fui para São Paulo assistir o show do Teatro Mágico. Não pelo show, porque realmente não fazia questão, mas pelo significado que esse “mundo” se fez pra mim. Alem do mais, pra estar ao lado dele eu só teria essa maneira. Pra receber o carinho, a atenção dele, eu teria eu me fazer presente e dar a oportunidade a mim de receber e a ele de dar. A montanha foi até Maomé, coube a cada um subir ou não esta montanha.

Posso dizer que foi um dia surpreendente. Uma paz imensa tomou conta de mim, e as faltas que eu poderia sentir, ou as coisas que certamente sangrariam meu coração não aconteceram. Recebi carinho de pessoas amadas, de gente que me surpreendeu, gente que me deu confiança, e gente que só confirmaram os fatos. Amei cada telefonema, cada preocupação, cada gesto, cada carinho. Me machuquei, me cortei, mas não sangrei.

Não esperei nada de ninguém, e o que veio foi lindo, foi lucro e me caiu como diamante. Foi um dia de caos externo e paz interior. Ouvi coisas lindas, declarei meu amor, recebi telefonema nos 47 do segundo tempo de alguém que me ligou o dia todo e mesmo não conseguindo, não desistiu até dar certo. Meu primeiro telefonema do dia foi aquela linda voz ao pé do ouvido, que eu tanto gosto. Recebi abraço de que quase nunca está, revi uma pessoa importante na minha vida, contemplei das companhias mais perfeitas do mundo. Senti imensamente a presença dos ausentes e notei em cada vírgula o que cada um fez por mim.

Não foi o que idealizei lá trás, quando ainda criei expectativas impossíveis e senti rancores, etc e tal. Foi perfeito, foi exatamente o que e como eu precisava, pra por em pratica todo o processo do final de semana anterior.

Foi a primeira vez que não deletei Orkut e nem sequer desabilitei a data de aniversário. Li cada recado e distingui a importância de cada um deles. Dei muitas risadas, me emocionei, e senti de certa forma o jeitão das pessoas de agir com esse assunto.

Passei sim, a meia noite chorando como louca. E assim seguiu noite a fora, mas faz parte do meu jeito de ser. Senti saudades, tristezas, felicidade, quis morrer e agradeci por mais um ano. Aniversariar me dói, sempre doeu, e dessa vez não foi diferente.

E como diria um rapaz aí: “Vamos que tem chão”. Por aqui, a coisa está só começando.

Do Inferno Astral

terça-feira, abril 28th, 2009

Tá certo que nem é todo mundo que acredita nesse lance de astrologia. Eu, por exemplo, sou uma pessoa que acredita em tudo desacreditando. Não acho que as coisas possuam uma verdade absoluta, mas alguns fatores nos fazem acreditar em algumas coisas.

Toda vez que antecede o meu aniversário, sinto uma vontade imensa de exterminar com todo tipo de rede social que participo, e geralmente costumo apagar o Orkut. Foi na véspera de um aniversário que decidi fazer um MSN secreto e colocar apenas algumas poucas pessoas. E no dia do meu aniversário, geralmente tenho vontade de dormir e chorar o dia inteiro. E não sou só eu, tenho um amigo que já apagou o Orkut e já fez post revoltado três anos seguidos, no aniversário.

Fui ler de verdade o que se trata esse tal de Inferno Astral, e tentar entender até onde isso é verdade e até onde é cultural. Dos artigos que li dizem que o Inferno Astral pode trazer um pouco de “falta de sorte”, mas não é necessariamente uma fase de “desgraças”. Na verdade é um momento de autoconhecimento e de trabalho espiritual, por isso a pessoa tende a ficar introspectiva. Só que também há uma tendência das pessoas pensarem muito no “Eu”, e isso gera um conflito e aí tudo que tiver que dar errado, dará. De acordo com outros relatos astrológicos (obrigada Sr. Nevitz Porpeta), é interessante que a pessoa deixe para pensar nela no mês seguinte do aniversário. Por isso, inclusive, é que dizem que dá azar comemorar antes da data do aniversário.

Uma vez vi no programa “Alternativa Saúde” da GNT, uma astróloga explicando que devemos fazer comemorações de aniversário justamente para espantar essa coisa meio melancólica que se sente no aniversário. E, outra vez, vi no programa do Amauri Jr uma astróloga dizendo que devemos consultar uma astróloga e ver onde devemos passar o dia do nosso aniversário, para que possamos captar melhor as energias dos astros. Eu sei lá se tudo isso é verdade, mas de qualquer forma morro de curiosidade de saber afinal de contas onde seria vantagioso pra eu passar meu aniversário. Só passei uma vez fora de Santos, porque passei no Rio de Janeiro.

Todo ano, apesar das crises emocionais, costumo fazer festa e chamar toda a galera. Geralmente não fico fazendo doce em chamar esse e não chamar aquele outro, tenho o “péssimo” hábito de chamar logo todo mundo que é pra ninguém se sentir excluído. Sou praticante do “Tudo Numa Coisa Só” desde pequenina. As minhas festas geralmente são temáticas ou com algum porque de ser; já fiz “festa do Brasil”, “Festa do Dado”, “Chá das Amigas” e até festa em uma mansão no Guarujá. Gosto de bolar idéias, de fazer preparativos e de receber os amigos. Aliás, amigos esses que já cantaram pra mim, que já fizeram vídeo surpresa, Guestbook surpresa e até visita surpresa!! Foi sempre de certa forma, inesquecível fazer aniversário.

Dessa vez, a coisa será mais devagar. Não estou no pique de bolar festas temáticas, além de estar sem grana e sem clima para receber os amigos no quintal de casa. Pela quase que primeira vez, vou só encontrar a galera em alguma mesa de bar e passar uma parte da noite bebendo e falando besteiras. Dessa vez não abri pra todos, e nem vou fazer bico pra quem não comparecer. Na verdade, se eu pudesse nem faria nada. Mas a chama aqui dentro não está totalmente apagada, e um lado meu acharia uma pena passar um aniversário totalmente em branco.

No mais, é isso aí mesmo. Quem sabe eu não volto com um balanço? Pode ser… Ou não.

The End

domingo, abril 12th, 2009

Alguém aí será que é capaz de assumir que assiste novela e dizer que acompanhou uma do primeiro ao último capitulo?! Pois é, eu posso dizer que as poucas novelas que me propus a assistir, eu me identifiquei logo nas propagandas e então assisti cada capitulo, do inicio ao fim.

É lógico, que já vi algumas que peguei do meio pro final e acabei gostando e me arrependendo de não ter visto desde o inicio. Fora que, ultimas semanas de qualquer que seja a novela, o brasileiro que se preze pára pra assistir mesmo que não tenha acompanhado desde os primeiros capítulos.

O engraçado, é que sempre me proponho a ver umas novelas que são consideradas por aí bem toscas, mas pra mim tem sempre um porque. Não me recordo de todas que vi inteirinhas, mas posso citar; Agora É Que São Elas (nem sei porque, mas vi inteira!), Coração de Estudante (gostei do Clima da novela), Pé na Jaca (só porque tinha Jaca no nome e aí acabei assistindo), Cobras & Lagartos (porque tinha o Daniel de Oliveira e o Lázaro Ramos) e agora a novela Três Irmãs (por pura empatia mesmo, e por ter o Paulo Vilhena).

Esse final de semana uma sensação de vazio toma conta de mim. Lá se vão os momentos em que eu desligava o mundo pra assistir as histórias que se passavam em Caramirim, Praia Azul e Caraguaçú. Era um momento de off total, me deixei envolver por cada personagem, me emocionei, senti ódio, pena, e até me apaixonei assistindo Três Irmãs. Vou sentir saudades de cada personagem e seu respectivo interprete, vou sentir falta dos lugares, das músicas, dos conselhos e lógico dos surfistas delicinhas surfando diariamente na minha frente.

Durante essa novela, brinquei também com a imaginação e encontrei várias pessoas da minha vida em determinados personagens, e inclusive me identifiquei um bucado com uma personagem: Alma Jequitibá (Giovana Antonelli).

A Alma é toda atrapalhada, meio confusa, ao mesmo tempo em que é desligada ela também consegue estar ligada à tudo. Ela dá colo e conselhos, mas vive precisando de colo e conselhos também, é carente, dramática e prática ao mesmo tempo. Além disso, é LOUCAMENTE CIUMENTA. Sim, me identifiquei demais com o jeito dela, as neuras dela, as cagadas, o orgulho infundado, e tudo mais que ela fazia. E claro, alguma parte também da intuição que eu também tenho um pouco. Não tão forte e fictício como ela, mas dava pra me identificar um pouco nisso também.

Partindo desse principio é lógico que minha mãe tem muuito a ver com a Virginia (Ana Rosa), o Cauê é óbvio que é a “Sussu” a Suzana (Carolina Dieckmann) e a Natália é a Dora (Cláudia Abreu) que adora fazer comprinhas, viajar pra fora do País e tudo mais!!!

Mas enfim… Acabou-se mais uma novelinha, e a gente segue aí em frente esperando as próximas. Até agora nenhuma me atraiu, nem mesmo a do Bahuan.

Para saber mais de: Agora é Que São Elas

No wikipédia

Para saber mais de: Coração de Estudante

No wikipédia

Para saber mais de: Pé na Jaca

No wikipédia

Para saber mais de: Cobras & Lagartos

No wikipédia

Para saber mais de: Daniel de Oliveira

No wikipédia

Para saber mais de: Lázaro Ramos

No wikipédia

Para saber mais de: Três Irmãs

No wikipédia

Para saber mais de: Paulo Vilhena

No wikipédia

Para saber mais de: Giovana Antonelli

No wikipédia

Para saber mais de: Ana Rosa

No wikipédia

Para saber mais de: Carolina Dieckmann

No wikipédia

Para saber mais de: Cláudia Abreu

No wikipédia

Daniel de Oliveira

terça-feira, abril 7th, 2009

Eu já contei da minha paixão pelo Daniel? Pois é, o geminiano de Belo Horizonte me conquistou na época que ele fazia o Marquinhos de Malhação. Dai por diante essa minha admiração por ele nunca mais passou. Acho-o bonito fisicamente, com olhos, boca e cabelos lindos. Sou fã da sua atuação, é tão perfeita, tão de corpo e alma que me da gosto! Platonismo besta, eu sei, mas vê-lo na televisão me inspira. E essa minha admiração pelo Daniel de Oliveira é bem famosa, quem conhece um pouco mais de mim sabe bem disso. Sempre que tem novela ou filme com ele, todo mundo já sabe que eu vou assistir.

Desde o inicio eu busco por conhecer o Daniel pessoalmente e, já se vão 9 (nove) anos e até hoje nunca sequer o vi passar na minha frente. O Daniel parece ser uma pessoa mais reservada, além de geralmente ter namoros longos e sérios, então você só o vê quando ele está fazendo alguma divulgação, ou então só mesmo com bastante sorte pra esbarrar com ele. Coisa que ñ tenho!!!

Isso é engraçado, porque sou uma pessoa que costumo ir a shows, cinemas, teatros, programas de televisão, e posso dizer que ate em algumas festas fechadas, como da MTV, Multishow que eu já fui, e nunca calhou de ver o Daniel nessas coisas. Já conheci tanta gente, tantos ídolos meus e ídolos dos meus amigos, mas nunca o Daniel. E a coisa é tão doida que a gente passa pelos mesmos lugares e nunca no mesmo momento, sempre alguma coisa cósmica causa nosso desencontro. Acredita que ele já veio pra Santos e mesmo assim nunca o encontrei? E quando vou pro Rio de Janeiro, posso ir onde for que nunca esbarro no Daniel.

Engraçado também é que varias pessoas que conheço, conhece ou tem oportunidade de vê-lo e nunca calha de me apresentá-lo e nem de eu estar por perto na hora certa. Tenho uma colega que é atriz e ja atuou com ele, com a mulher dele e nunca rolou dela me apresentá-lo. Tenho uma amiga aqui em Santos que estudou comigo na faculdade, e ela o conheceu totalmente sem querer durante uma gravação em Santos, onde na verdade ela foi pra conhecer o Erik Marmo (que, aliás, eu já vi varias vezes) e acabou vendo o Daniel e inclusive recebendo um tchauzinho dele.

Uma vez em 2007, fui pra Belo Horizonte ver um amigo e passei o dia inteiro falando e “procurando” o Daniel de Oliveira pela cidade e nada de vê-lo nem sequer de longe. Ai quando fomos andar numa praça e eu desencanei, eis que passa dois caras conversando:

– Po, oce viu ontem?
– O que?
– Issaqui ontem foi locação, tava cheio de gente, filmagens
– nó….
– Pois é… tava ate o Daniel de Oliveira

Todo mundo (meus amigos) olhou pra minha cara quando o cara falou isso. Porra, Daniel de Oliveira foi um dia antes na mesma pracinha que eu estava naquele momento.

Tudo isso cria uma expectativa e uma sensação estranha. Tudo o que é mais difícil torna-se mais interessante, ao mesmo tempo fico pensando que se depois de tanto sacrifício eu não vou me decepcionar com o cara. Espero que não, tomara que depois de tanta história valha a pena toda essa espera. Quero um dia poder trocar uma idéia com ele, mesmo que rápida e ver se ele é como imagino e quem sabe até contar um pouco dessa minha sina pra ele.

Para saber mais de: Daniel de Oliveira

No wikipédia

Do que amo

quinta-feira, abril 2nd, 2009

Bom, eu sempre faco questao de frisar o quanto eu amo cultura e quanto isso eh vibrante e certo dentro de mim. Um dia ainda vou fazer minha pos-graduacao na area e vou ser uma mestrada e especialista em cultura.

Gostaria, e tento sempre que posso, de procurar um pouco mais sobre isso, mas sou uma preguicosa do cacete que acabo bebendo da fonte alheia. Vou pegando o que as pessoas exalam, vou seguindo caminhos meio doidos que no fim acabo chegando em um bom lugar.

As pessoas que lidam com isso me atraem na mesma hora, adoro gente que me ofereca conteudo, novidades, que me inspirem de algum jeito. Inclusive, teve uma pessoa que passou rapidamente na minha vida, me deixou dor, magoa, coracao rasgado. Mas me deixou Oswaldo Montenegro, que ja foi uma heranca e tanto! Nossa amizade, que nem chegou a ser, morreu, mas Oswaldo Montenegro continua na minha vida!

E, em uma madrugada dessas sem importancia, de um dia meio monotono, eis que ouco a coisa mais deliciosa do mundo:

(01:20) LeAnDrO: vou ser sincero com vc… tu me inspira a correr atrás de cultura, sabia?
(01:20) LeAnDrO: é verdade
(01:21) LeAnDrO: atrás de umas músicas…atrás de cinema.. de livro.. de teatro
(01:21) LeAnDrO: tu eh a fonte mor de cultura pra mim
(01:24) Belinha (Iza/Jac): serio????
(01:24) Belinha (Iza/Jac): pq???
(01:25) LeAnDrO: pq eu sinto isso qdo tu me manda alguma música.. qdo a gente se encontra pessoalmente.. ou qdo leio o seu blog…
(01:25) LeAnDrO: serio
(01:26) Belinha (Iza/Jac): hauhauhauhauha
(01:26) LeAnDrO: huahuahuahuaa
(01:26) LeAnDrO: eu não bebi nada hoje
(01:26) Belinha (Iza/Jac): ai que delicia ouvir isso
(01:26) LeAnDrO: = D
(01:29) Belinha (Iza/Jac): adorei
(01:30) Belinha (Iza/Jac): pq te inspiro pessoalmente, falo mto nisso?
(01:31) LeAnDrO: nao eh q vc fala mto isso
(01:31) LeAnDrO: eh q isso tem um bom espaço na sua vida

Ganhei a noite, a semana, o mes!!! Como eh gratificante poder inspirar alguem pra algo bom, interessante, util. Poder ser pra alguem o que tanta gente eh pra mim!!!

Mas muito mais que isso eh saber que o que sinto aqui dentro exala e toca o outro lado.

Aula magna com Marcelo TAS.

quinta-feira, março 26th, 2009

Nesta quarta, troquei o jogo do São Paulo que eu realmente não veria por não me ligar nessas coisas e fui com a galera assistir a palestra do Marcelo TAS na faculdade onde me formei em Jornalismo.

Não acompanhei a vida profissional do cara a fundo, mas isso foi resolvido com conversas com os amigos e com a leitura da Edição Especial do Primeiro Texto, que estava circulando por lá. E não demorou muito pra eu tomar consciência que estava ali esperando por uma palestra que prometia ser muito interessante e, quem sabe, serviria de um chacoalhão na minha cabeça. Dito e feito, no alvo.

O cara tem um discurso direto e sem muito “tralalá” de jornalista. O que e chamou bastante atenção foi o otimismo (às vezes exagerado até) e a forma que defende uma realidade muito mais verdadeira do que ouvimos de comunicadores por aí. É tudo lindo, mas a realidade é bem outra e ele fez questão de enfatizá-la várias vezes.

Marcelo TAS comentou bastante sobre internet, das ferramentas geniais que ela oferece e também da importância do crescimento do jornalismo colaborativo. Tudo assunto já bastante discutido, mas com um bom embasamento histórico e com um paralelo da também importância dos livros, jornais, televisão.

Além disso, ele contou bastante sobre sua história profissional e deu suas opiniões sobre a mídia e a sociedade atual. A sua vida tão imprevisível que foi, serviu de exemplo pra muitos estudantes ansiosos ou então perdidos completamente (como eu =P). Pra quem não sabe, Marcelo TAS chegou a ser da aeronáutica, em seguida fez engenharia civil onde fazendo o Jornal do Diretório Acadêmico descobriu que queria ser comunicador.

Muita coisa que foi falada por ele, em termos de filosofia de vida, faz parte do meu universo e daquilo que estou acostumada a ler, ouvir e acreditar. Das outras ditas, serviram muito também como que um toque de outro mundo para questões que eu estava precisando levar uma sacudida.

No final das contas, mesmo não ter sido aluna do Professor Tibúrcio e nem ter sentido necessidade de tietar o cara, valeu por ver a platéia lotada e delirando por conta da participação dele na infância da maioria ali, valeu também as companhias geniais de meus amigos fodásticosforever, valeu rever a galera que não via há tempos, e lógico o aprendizado que a gente sempre absorve desses caras como Marcelo TAS.

Para saber mais de: Marcelo TAS

No Wikipédia
No Blog
No Twitter

terça-feira, março 17th, 2009

Às vezes tenho minhas fases de silêncio, e parece que quanto mais amadureço mais essa fase silenciosa se estende. Não importa como, mas chega uma hora que você aprende que o silêncio é muitas vezes o melhor a ser dito, ou simplesmente você se cansa de tudo e resolve calar.

Disse pra mim. Nenhum pio. Não vou falar nada. Já que sou tão imprópria, inadequada, boba. Já que nunca basto e se tento me excedo. Já que não sei o que deveria ou exagero em querer saber o que não devo. Nunca entendo exatamente, nunca chego lá, nunca sou verdadeiramente aceita pela exigência propositalmente inalcançável. Meu riso incomoda. Meu choro mais ainda. Minha ajuda é pouca. Meu carinho é pena. Meu dengo é cobrança. Minha saudade é prisão. Minha preocupação chatice. Minha insegurança problema meu. Meu amor é demais. Minha agressividade insuportável. Meus elogios causam solidão. Minhas constatações boas matam o amor. As ruins matam o resto todo. Minhas críticas causam coisas terríveis. Minhas palavras cuidadas incomodam. Minhas palavras jogadas, mais ainda. Minhas opiniões sempre se alongam e cansam. Minhas histórias acabam sempre no egocentrismo ou preconceito. Meu sem fim dá logo vontade de encurtar. Minha construção, desconstrói. Meus convites quase nunca agradam. Meus pedidos sempre desagradam.

Sempre gostei de ler coisas de Tati Bernardi, Fernanda Mello, Rani Ghazzaoui, Bruna Sion pra ver que sou como todas as mulheres, e pra entender que eu sou mais prática do que imagino ser. Geralmente me encontro em algum trechos delas.

Dessa vez, Tati Bernardi se superou. Nunca um texto disse tanto em um momento tão exato da minha vida.

Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima

segunda-feira, março 2nd, 2009

Depois de alguns dias sumida, estou aqui para um leve desabafo. Eu não vou ter oportunidade de cursar a minha sonhada pós-graduação. Parece que o curso não foi procurado suficientemente para ser aberto, e foi suspenso em 2009. Uma notícia triste pra mim por vários fatores, e acho que as pessoas não entenderiam a importância disso pra mim, então resolvi me dar um tempo de silêncio.

Com isso, vários planos foram repensados. Entre eles a reavaliação do caminho de pra onde eu quero e posso caminhar a minha vida. As coisas precisam ser remontadas na minha cabeça e colocadas em prática em médio prazo. A data programada é 12 de abril.

O fato é que sempre que acontece uma grande decepção da minha vida, eu acabo geralmente tendo uma reação contraria do que é comum. Primeiro eu crio forças e enfrento racionalmente o que há de se encarar, depois com o tempo é que a ficha vai caindo e aí eu desmorono. Mas dessa vez, o que mais me chocou foi o fato de ter dado uma sacudida em vários segmentos da minha vida. Depois de um carnaval delicioso, porém com alguns tempos perdidos com ataques de “emo”, parece que as coisas de repente ficaram claras e óbvias.

Algumas coisas precisam mudar e serão mudadas, outras já estavam sendo involuntariamente modificadas e tem umas que já estão sendo tomadas as devidas providencias.

Como já dizia o poeta: “Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima”