Archive for the 'Estive pensando…' Category

Tão perto, e tão longe…

sábado, maio 2nd, 2009

Talvez esse texto saia um pouco contraditório quanto às minhas atitudes e principalmente minha profissão. Não sei o que sairá, mas sei um bucado de coisas que andam passando na minha cabeça e que precisam ser colocadas pra fora.

Ontem antes de desligar o computador, parei durante uns três ou cinco minutos e fiquei olhando a tela.

De um lado haviam três MSNs ligados; porque eu cismei de fazer um pra agrupar todas as pessoas e outro meio “secreto” pra aparecer apenas pra quem me convém. E, não satisfeita em separar pessoas por “categoria”, eu separo também por MSN, galera X no MSN X e galera Y no MSN Y. É o cúmulo da loucura, mas é assim que é por aqui.

Ao lado dos três MSNs ainda tenho o Skype, que além de conversar por texto e por voz, ele ainda possibilita de mandar torpedos e fazer ligações externas. É bom deixar sempre ligado, pra responder um torpedo e outro e para quem sabe; fazer alguma ligação.

Ainda entre o Skype e o relógio da barra de ferramentas do Windows, está o ícone do Gtalk, um sistema de bate papo fornecido pelo Gmail. É leve, fácil e muito mais eficaz pra quem trabalha em empresa que bloqueia qualquer tipo de bate-papo. Gtalk é acoplado no e-mail do Gmail, logo se a empresa não pode impedir que o funcionário utilize e-mail, também não tem como impedir o Gtalk. Uso-o por isso mesmo, pra manter contato com a galera que está em serviço.

Abro meu navegador e ali estão divididos em abas, porque agora todos navegadores têm abas para que possamos realmente fazer tudo ao mesmo tempo, na seguinte ordem: E-mails, Orkut, Twitter, Blip, meu blog e enfim os sites “interessantes” que costumo acessar pra manter-me atualizada sobre as notícias do Brasil e do Mundo.

E é assim, uma atualizada no Orkut a cada 10 minutos pra verificar o guestbook, as comunidades e as pessoas online. Hoje em dia participo de poucas comunidades, mas sou ativa nas que participo. Já nem respondo tão rápido os scraps, e raramente os mando espontaneamente. Das comunidades eu gosto, é interessante acompanhar as novidades e brincadeiras que rolam nelas. Devo confessar, tenho dois Orkuts e mais um Fake que eu negarei até a morte. Mantenho fotos, scraps e tudo mais que for possível, trancados e não tenho o menor pudor de não aceitar muitos convites de amizade no Orkut.

Sempre de olho nos e-mails, jogando 70% fora, mais os Spans, e lendo e respondendo os outros 30%. Bom, respondendo naquelas, eu nunca deixo de responder, mas raramente sinto vontade de responder imediatamente. Mais da metade do que vem é propaganda, nem leio. Deleto tudo e ponto.

O twitter é uma ferramenta genial pra quem precisa fazer publicidade e, ou, até para troca de notícias mesmo. É a forma mais imediata de se espalhar uma novidade. A coisa é antiga, mas vem bombando como se fosse novidade. Conheço pessoas super chatas que acabaram se entregando ao vício da twittagem e chega a dar mais de 20 twittadas por dia. É assim mesmo, cada movimento é uma twittada. Uma música, uma notícia, um pensamento, uma divulgação; tudo vira motivo. O bom é que dá pra escrever pelo celular, e aí é que o povo vai que vai mesmo. Eu particularmente AMO, com o twitter facilitou 75% de ficar por dentro dos eventos culturais que rolam por aí. De cinema a show. De teatro a sarau. Tudo isso eu recebo imediatamente através do meu twitter.

Já o blip só é bom porque toca música. Aliás, é bom porque toca música e é associado com o Twitter, senão acho que teria ainda menos acesso do que tem hoje. Eu gosto, é interessante pra conhecer músicas talvez “novas” pra mim. Você pode ouvir o que as pessoas “blipam” e aí conhecer coisas novas ou contemplar músicas em comum.

Escrevo em blog desde 2001, eu acho, e de lá pra cá muita coisa já mudou. Já tive a fase adolescente de usar o blog como um pequeno diário e escrever detalhadamente cada dia meu, com direito a fotos, recadinhos e tudo igual como aquelas agendas que menina costuma ter quando é jovem. Depois passei a ser mais subjetiva, e deixar os meus textos e meus “arranhões” poéticos, para os bons entendedores. Depois decidi que por mais subjetividade que existisse, haviam sido expostas coisas que deveriam ser guardadas somente comigo, passei então a postar apenas coisas que julgo plausível; como um comentário de um show, uma banda, um filme, peça ou até mesmo algo que eu ache interessante dividir. Para os desabafos internos, tenho ainda um blog sim, pois as palavras e os pensamentos me sufocam, mas esse blog é secreto e só eu tenho acesso total a ele. Fica então “Tudo aquilo que, de certa forma, me convém falar” e o “Tudo aquilo que, de certa forma, NÃO me convém falar.”

Analisando toda essa cena, vi ainda o meu celular Nextel pousado na mesinha ao lado da tela do computador. Estava ali quietinho carregando, bem perto de mim.

E o que me fez pensar, é que com tanta comunicação ainda consigo sentir um infinito vazio dentro do meu peito. É como uma saudade insaciável. E é engraçado você ter infinitas formas de “matar” essa “saudade”, de manter contato com as pessoas, e no fim, não manter esse contato. A pessoa fica ali, do outro lado da tela durante um tempão que você está no computador e mesmo assim é possível sentir uma distância e um silêncio profundo. E o que fica é a falta da presença física, do contato visual, do cheiro, do toque.

Quanto mais tecnologia na comunicação e mais formas de globalização, o que vejo são apenas pessoas se distanciando cada vez mais umas das outras. Não existe mais uma conversa de fato aproximada, o que se vê são mensagens curtas e aleatórias, jogadas ao léu pra quem quiser pegar.

E nessa coisa toda, às vezes, eu me sinto uma pessoa só. Ali, encolhida no cantinho da sala esperando, quem sabe, alguém que seja real e venha me dar um abraço, as mãos ou apenas um olhar sinceramente fraterno.

(…)

sábado, janeiro 31st, 2009

Estou aqui no Rio de Janeiro, ja que eu vim porque minha irma vai casar em abril e ai precisamos vir dar um help aqui pra ela com escolha de decoracoes, comidas, vestido, etc. Esta sendo super gostoso participar desses momentos com ela e de ver que isso tambem eh muito bom pra ela, sabe? Confesso que eu achei que ficaria toda romantica querendo casar, mas na verdade nao senti nada disso. Sei la, acho que estou leve e nao estou gostando de ninguem o suficiente pra querer me casar. Ou talvez eu nao seja mesmo romantica o bastante para essas coisas.

Isso acabou me fazendo pensar um pouco sobre esse assunto. hehehe

Apesar de ser uma pessoa de grande amor, de ouvir musicas e momentos que marcam esse amor. Eu nao me considero uma pessoa romantica e acho que nem teria muita paciencia pra essas coisas.

Pra comecar, nao gosto de buques de flores e muito menos caixa de bombom, ursinho ou qualquer outra coisa “fofa“. Nao curto muito essas coisinhas meiguinhas e fofinhas, vindo do homem isso pra mim se torna ainda mais patetico. Pra me conquistar o cara ganharia mais sendo criativo, com senso de humor e ligado em simbologias. Outra coisa que perde muitos pontos comigo eh demonstracao publica de afeto, ridiculo!

Sou apaixonada por musicos; ja gostei de guitarrista, baterista e agora de baixista. Mas se tem uma coisa pavorosa, eh o cara dedicar a musica pra mim em publico. Vou ficar toda boba se estivermos a sos, em um contexto que nos sabemos, e o cara tocar a musica pra mim. Mas essa de dedicar em publico me envergonha e eu acho super tosco, perco tesao total. Basta apenas um olhar cumplice, que eu saberei que a musica eh pra mim sem precisar anunciar aos quatro ventos!

Tambem nao deveria ser esperado de mim uma relacao de carinhos, abracinhos e beijinhos em publico. Eu ate gosto de carinhos e tudo, mas ja foi comprovado mais de uma vez que isso feito em publico eh involuntariamente repelido. Nao sei porque isso acontece, eh uma mistura muito louca que passa dentro de mim que eu ate “gosto”, mas rejeito.

Nao sei viver esse momentos romanticos e aquela cara patetica que as pessoas vivem quando estao juntas. Tenho a impressao que eu e meu marido perfeito viveriamos um tirando onda na cara do outro, e nossas “surpresas romanticas” mais pareceriam com armadilhas do que com outra coisa. Nao existiria diminutivos nos apelidos e sim xingamentos carinhosos.

Homem bonito, sexy e gostosao nao me da tesao nenhum. O cara tem que ser sexy sem querer ser, e ter um corpo normal e um tamanho mediano. Se nao for assim nao me atrai, nao parece homem sabe? Soa como algo sei la, intocavel, meio bizarro. Tambem nao curto homem catalogado, ele tem que ser ele, e versatile. Uma calca jeans e uma blusa esta otimo.

Alias fantasia sexual com bombeiro, policia, marinheiro, mecanico, surfista? Nada disso!! Eu morreria de rir e cortaria o clima na hora!! Fazer climinha, etc? Nao perca tempo!! Pra me agradar?

Descubra!

(mais…)

Divagações de um sabado…

sábado, janeiro 17th, 2009

Tão engraçado como as coisas acontecem na minha vida. E eu nunca entendo essa minha mania de degustar as coisas com calma durante tantas vezes. Chegar em casa e repensar os momentos, os atos, as conversas. Essa coisa de querer guardar cada pedacinho de tudo pra se ter certeza de que está viva. É sempre assim, não tem jeito.

Talvez seja por isso que eu sofra tanto e seja tão feliz. Essa intensidade que bombardeia meu emocional e fode ou melhora a minha saúde tão claramente. Sorrir faz bem, disse no Globo Repórter, e poucas coisas tem me feito sorrir com tanta vontade assim ultimamente.

E eu sorri.
Eu sorri de coisas bobas e boas.
Eu me achei linda como não me achava há tempos.
Eu declarei um amor. Esqueci de tudo e falei de amor.
Eu senti orgulho dele e tive vontade de chorar de emoção ao ver o orkut dele.
Eu dei um primeiro passo pra realizar mais um sonho.
Eu renovei energia e recriei esperanças.
Eu não liguei para os dramas.
Eu tive certeza do amor. Dos amores.
E eu me senti amada. Pluralmente amada.
Eu senti falta mas soube entender.

Comúsicação #2

quinta-feira, setembro 18th, 2008

Ando com a síndrome da “página em branco“, que consiste em ter muita coisa a dizer mas uma dificuldade fenomenal pra colocar pra fora. Enfim.

Estava pensando, e daí toca então a versão de it’s not easy que Sandy & Junior gravaram. E pensei “caralho! Taí!”, e lembrei da música original que assim como Lenine, Dave Mathews Band e Alanis traduziram, essa daí também traduz um pouco do que rola porraqui.

Versão de Sandy & Junior, que é “bacaninha” mas não diz muito exatamente o que a música diz.

Fica aí um clipe tosco do Smallville, mas só pra dar uma sacada no som de five for fighting

Das vontades … #2

segunda-feira, setembro 15th, 2008

Já disse em alguns posts atrás, que eu ando um tanto pensativa. Tudo bem vai, na verdade eu sou uma pessoa que costuma pensar bastante e, pra falar a verdade, eu até gosto de ser assim. Parece que sendo assim eu tenho mais consciência de estar vivendo e das coisas que eu estou vivendo. Enfim, quase nada passa por mim assim tão despercebido. Mas nem era disso que eu ia falar.

Tava pensando ainda um pouco sobre essa coisa de como lidar com a vontade dos outros, ou a falta de vontade. Eu sempre tive muita uma relação complicada com esse tipo de coisa. Isso em vários aspectos.

Existem diversos momentos que sou capaz de fazer um esforço enorme pra sufocar certas vontades minhas tão bobas, que eu acabo não insistindo por pura preguiça ou, principalmente, falta de coragem e atitude. No entanto, já fui capaz de espernear por coisas que a única coisa que podemos fazer é respeitar.

Pensando nisso, eu cheguei a uma conclusão de que se trata é daquela velha história do tal do bom senso, que anda sendo esquecido aí pelo mundo. Todos nós, no fundo, sabemos exatamente como, quando, onde e porque respeitar a vontade alheia ou então a nossa. Eu pelo menos, acho que estou aprendendo, ou pelo menos estou tentando.

Só fica como lembrete que, tem coisas que eu não só posso como devo saciar a vontade sem culpa.

Das vontades…

sábado, setembro 13th, 2008

Outro dia acabei entrando no blog de um colega meu. E, apesar de ter um certo preconceito com as coisas que ele diz e tal, ele escreveu sobre uma coisa tão obvia e ao mesmo tão assim de lidar…

No texto ele dizia sobre essa coisa de interesse. Pera, não é sobre o interesse assim do jeito pejorativo não. É que quando uma coisa não nos interessa, às vezes pode interessar muito pra outra pessoa. Até aí é normal, e a vida é cheia dessas coisas.

Mas, o que me fez pensar foi sobre as atitudes e essas coisas. Muitas vezes agimos e falamos de acordo com o que sentimos vontade, com o nosso interesse e tal. E muitas vezes pra outras pessoas isso pode ser de extrema importância.

E ele deixou no ar uma pergunta que me fez pensar um pouco.

… Sempre que tentamos comparar nossas vontades com a de outras pessoas, pedimos para que a respeitem. Mas e se a vontade do outro for contrária a isso??? Qual devemos respeitar?

A vontade dela é de estar junto…

A minha é de não estar…

Quem tem de respeitar a vontade de quem???

Fonte: http://www.fotolog.com/gutovisk/27504496

Selva

segunda-feira, setembro 8th, 2008

Outro dia conversando com uma pessoa da qual sinceramente eu não vou lá muito com a cara, ouvi uma coisa que temos tanto em comum; o medo das pessoas.

Depois do papo, parei pra pensar um pouco sobre isso. O quanto o ser humano me apavora. Talvez o fato de sermos tão inconstantes e tão imprevisíveis; assusta e dá um medo fenomenal.

É engraçado como de certa forma posso até parecer sociável, apesar de quem me conhecer sabe o quanto não sou, eu posso contar em poucas linhas as pessoas que confio de verdade. Aliás, me perdoem esses meus queridos, mas hoje em dia nem sequer essas poucas pessoas eu descarto cem por cento a chance de ser surpreendida. E sei, apesar de tentar e me dispor a ser, também não sou alguém assim; cem por centro.

Já sofri decepções que doeram tanto, que acho que me fizeram mudar um bucado. Ando preferindo sempre me entregar pouco e sempre esperar o pior da pessoa até que ela me mostre o contrário. Optei pelo caminho inverso, para não correr o risco de surpresas desagradáveis.

Desses pensamentos todos, acabam desencadeando um montão de coisas interessantes que valem a pena serem levadas pra frente, como uma auto-reciclagem. Mas devo dizer que, do mesmo modo também acabam desencadeando vários fantasmas que fazem com que nos dê uma vontade quase que incontrolável de se fechar em uma concha e nunca mais sair.

VA – VP

quinta-feira, setembro 4th, 2008

Sei que esse assunto é meio clichê, mas alguém me socorre do horário político! Eu juro que em um momento de surto de responsabilidade resolvi sentar pra olhar o que estava rolando e, meu Deus do céu!!

Assisti junto com minha mãe e a minha madrinha. Entre um comentário construtivo e outro, no geral o que rolou foi um intenso ataque de riso daqueles de fazer sair lágrimas dos olhos e de perder o ar. De professor mau humorado da minha faculdade até Mister M, Japinha do Funk e Palhaço Pudim são os candidatos.

É o comentário que tenho escutado…

– Você viu horário político?
– Ah já vi mais ou menos, vc viu quem se candidatou?
– Vi, o CG?
– Isso!! E o Mister M meu, que isso!
– Pior o Palhaço Pudim!
– Nem fale, nossa!

A gente vai brincando e zuando com tudo isso, e as pessoas que fazem análises críticas sobre isso por aí acabam passando por chatos, metidos a intelectuais. Mas cara, que isso está um absurdo sem tamanho, isso está mesmo!!!

Te juro, eu já não sei mesmo por onde começar. Já fui muito adepta ao voto nulo, confesso, mas depois entendi um pouco melhor do que eu pensava desse assunto que não me agrada muito e resolvi que quero sim fazer alguma coisa, mas vejo isso tão distante. Cara, é desanimador! Eu que gosto tanto do meu País, ter que conviver com esse tipo de coisa, e concordar.

Sei lá meu, eu ando com pensamentos muito otimistas e dispostos. Estou disposta a encarar melhor esse assunto e tentar chegar o mais perto possível daquilo que acho correto, espero conseguir. Alguns candidatos já estão escolhidos (não é o Mister M, nem o CG, nem o Palhaço Pudim e nem o Anitelli… ops o Anitelli ainda não é candidato!), espero que façam por merecer.

Talvez eu volte, com mais material, pra me aprofundar nesse assunto político.

Amigos

sexta-feira, agosto 15th, 2008

Eu acho que sou viciada nos meus amigos!!! Se eu pudesse eu moraria numa casa com 35 quartos e todos moraríamos juntos! Com direito à família e tudo (exceto de alguns, lógico =P)!!!

Eu queria morar com a Fernanda, pra poder sempre escutar as coisas que ela tem a dizer e aprender a ser um pouco igual ela e o seu desapego apegado. Fora que nos divertiriamos sempre jogando algum jogo e falando algumas besteiras gostosas. Além de tudo eu saberia que teria alguém pra me estimular a viver mais independente, a conhecer coisas novas e ainda seria uma amiga pra comprar minhas brigas e me defender sempre que fosse preciso.

Queria morar com a Vivi pra me sentir sempre segura. Morando com ela eu teria certeza que nunca sairia 100% da linha, porque sempre teria ela ali pra me trazer à razão e me lembrar das coisas básicas como ir ao médico e comer direitinho. Fora que ainda teria todo o carinho e cumplicidade do mundo, e um sorriso lindo todos os dias.

Eu moraria com o Diogo pra ganhar cafuné e carinho todos os dias. Ainda poderia ter alguém com quem conversar sobre música, livro e cultura no geral. Ele ainda me incentivaria com estudos, profissões e me daria forças toda vez que eu me sentisse uma inútil. E pra completar teria aqueles olhinhos pequenos todos os dias pra apreciar.

Queria morar com o Rodrigo pra ter com quem desabafar e falar todas as coisas que tenho vontade. Alguém pra fazer dramas sem restrições. Além de tudo eu teria alguem pra fazer parceria em algum projeto de teatro ou composição musical.

Moraria com a Mayra pra poder ser eu mesma de verdade e saber que ela me entende e concorda comigo. Alguém pra eu me identificar e nunca perder o elo comigo mesma. Uma prima que virou melhor amiga e que é a melhor conselheira do mundo.

Com a Cláudia eu moraria pra aprender um pouco mais das coisas. Alguém que me desse força e coragem pra quebrar esse orgulho, que me ajudasse a chorar quando dá vontade, e alguém que cometesse comigo as maiores loucuras mas sempre com muita precaução. Fora que seria uma ótima fonte de carinho, de abraços e muitos sorrisos. Ela me mimaria e me colocaria na linha ao mesmo tempo.

Seria dificil, mas eu moraria como o Dalarte sim!!! Moraria com ele pra ele me incentivar a ouvir coisas boas, me dar bons conselhos. Além de tudo é alguém que treina a minha paciência e me cutuca, me desafia. Isso seria ótimo. Fra que seria também alguem pra beber comigo e me fazer sair da linha sem culpa nenhuma!!!

Queria morar com a Nara porque com ela eu teria certeza que nunca haveria stress. Ela seria uma ótima fonte de paz e tranquilidade. Além do mais eu teria sorriso e animação todos os dias. Ela é minha coisinha deliciosa, minha boneca de estimação.

Eu moraria com a Erikinha porque eu adoraria passar horas conversando e ouvindo todos os conselhos dela. Tudo o que a Cláudia me faria derreter, a Erikinha me faria endurecer e me ajudaria a manter sempre a cabeça erguida e não dar moral pra homem nenhum nem baixo astral. Fora que ela também seria uma fonte de conhecimento… Ela me carregaria pra raves e micaretas desse mundão a fora!

Moraria com todo prazer com o Fabio. Além de ser uma boa companhia espiritualmente, ele é alguém que mesmo falando pouco me ensina um bucado. Ainda por cima ele me estimula a querer ser sempre um ser humano melhor. Fora que é alguém que posso pentelhar e ser pentelhada. E ele é uma ótima influência musical, literaria e cinematografica. Pra completar, ainda conseguimos nos comunicar sem sequer usar palavras.

Esse sonho de criança, vive em mim até hoje.

Pequena arrumação.

quinta-feira, julho 3rd, 2008

E de repente toda aquela bagunça começou a incomodar. Já não dormia mais de tanto pensar naquela desarrumação toda. Sabia que tinha que fazer algo. Faltava só a coragem. Era mais fácil deixar passar, e viver aquilo tudo assim mesmo. Mas, de um dia pro outro tudo aquilo se tornou insuportável. O sorriso já era falso. A alegria forçada. Se anestesiava de si mesma. Chega!!!!

Isso sai
Aquilo fica
Esse guarda no baú, pra dar um tempo.
Essa joga fora, não dá mais!

E assim quase tudo se organizou. Ainda há muito o que organizar. Falta ainda a adaptação. Difícil conviver com certas mudanças. Mas chega uma hora que nos enchemos de nós mesmos e precisamos fazer algumas faxinas internas. E essa foi apenas uma pequena arrumação. A última faxina caprichada foi feita em 29/11/2006.