Archive for maio, 2006

Fênix!

sexta-feira, maio 26th, 2006

Depois daquele post meio depressivo resolvi escrever novamente, já que aos poucos eu já estou bem melhor do que estava. Se a tarde eu fui para os 65%, agora posso considerar que estou 88% bem.

Meu grande nervoso é essa parada irritante de do nada ver tudo aquilo que eu acreditava jogado no chão. Tenho ódio da possibilidade de qualquer ser humano ter domínio sob mim. Acabar atrasando ou adiantando minha vida de acordo com as pessoas e com o humor delas… Eu nunca gostei disso em nenhum dos sentidos, nunca fui pessoa de aceitar conselho de primeira e, me ver derrubada um dia e meio por causa de 2os e terceiros foi realmente o fim da picada pra mim! Mas passou!!

Depois de gastar todas as lágrimas que já estavam desacostumadas a cair, tão desacostumadas que as duas vezes que chorei foi aquele choro tímido onde as lágrimas molham os olhos mas não chegam nem a escorrer pelo rosto, e isso é muito bom! Enfim, depois de chorar, de ler um e-mail fenomenal da Cláudia e de encontrar acidentalmente a Fê e o Bronx na faculdade, eu estava enfim curada de qualquer “submissidade” que eu poderia estar.

Segui minha vida como deve ser, assumi o controle, fui pra aula de TV e acabei vendo e ouvindo as coisas que eu estava precisando no momento. Um foi programa sobre diversas religiões, e o outro foi um programa sobre mulheres (sexo, amizade, filosofia, beleza, etc). Muitas coisas ali vinham como respostas a tudo que eu estava sentindo dias e horas antes. Foi aí que deu o segundo pláh dentro de mim, lembrei de quem eu era e onde exatamente eu tinha me perdido.

Com minha segurança resgatada, minha auto-estima renovada, me sentindo a verdadeira mulher-poderosa-madura-de-25-anos-feliz-dona-do-meu-nariz eu voltei pra casa e dei de cara com Rodrigo online. Era realmente só ele que faltava pra dar a força que eu tava precisando. Impressionante como esse menino tem a capacidade de me mimar. Bati um papo com Diogo e Fernanda que, pra ser sincera (porque eu falo mesmo e foda-se!) eu não gostei muito. Por não ser muito a favor da barra forçada eu realmente achei uma coisa meio…Bom, xá pra lá que isso são coisas apenas pra se pensar e só.

Sábado às 9h da manhã tenho a pré-banca. Apesar de não ter muito o que temer, a consciência de que o projeto de TCC pode ser derrubado amanhã faz rolar um medo considerável, apesar de lá no fundo, bem no fundo do meu verdadeiro eu, é o que eu gostaria. Afinal não me interesso por assuntos políticos, legislativos e burocráticos. Anyway já está começado, bastante adiantado então é torcer para que tudo ocorra bem, como deverá recorrer.

No âmbito musical, estou aqui me roendo de inveja do pessoal lá de Berlin, que vai poder desfrutar de um grande evento cultural e ainda com direito ao show do Chico Buarque de Holanda. Ah, se isso rolasse onde deveria rolar, eu realmente estaria muito mais feliz. Mas o jeito é mesmo ficar atenta às migalhas que a televisão mostrará e torcer para que nosso amigo de olhos estupendos resolva presentear seus conterrâneos com seus shows.

Enquanto o Chico posa nu na capa do CD e faz show em Berlin eu me preparo para o grande dia que finalmente está aí. Show da Marisa Monte é amanhã (sábado), em São Paulo. As expectativas (positivas e/ou negativas) aumentam ao saber que o show teve que abrir apresentações extras devido aos ingressos esgotadíssimos.
Tenho medo, confesso, mas a probabilidade da Marisa decepcionar é apenas de 1%, então vamos que vamos!!

Mas mudando um pouco de assunto, eu tive uma idéia maluca mas que se uma hora eu puder fazer vai ser bacana, além de tudo engraçada. Quero lançar a idéia pro pessoal, de quando o povo se reunir a gente criar programinhas. Possíveis esboços pra quem sabe em um futuro se Deus quiser não muito distante, poder rolar uma coisa séria, um projeto mesmo. Mas como esboço penso em algo bem trash, no quintal de casa, só mesmo pra divertir com a galera e aí dessas loucuras podem sair coisas bacanas de verdade, vai saber?! É algo pra se pensar com muito carinho.

No mais é isso aí, devo voltar em muito breve com os comentários do final de semana que começará as 6h30 da matina e não tem previsão de hora pra terminar.

Ela que descobriu o mundo
E sabe vê-lo do ângulo mais bonito
Canta e melhora a vida, descobre sensações diferentes
Sente e vive intensamente

Tenho fases, como a Lua…

quarta-feira, maio 24th, 2006

Se tem algo que sei de verdade é ser sincera, encarar de frente e assumir sem máscaras o que realmente sou. Não sei se isso é bom ou ruim. Na verdade, não sei se me amo ou se me odeio, mas sei que sinto algo muito forte por mim mesma, tenho uma ligação forte e poética com meu eu. Horas chamaria isso tudo de egocentrismo, e isso eu acho feio, na verdade eu nem sei mais, e estou com uma preguiça enorme de saber qualquer coisa agora.
Mas como eu ia dizendo, estou aqui assumindo tudo de uma vez. Assumindo que não estou bem (também não diria que estou mal, ah eu sei o que é ficar realmente mal), estou confusa, irritada, com preguiça e com um medo enorme. Estou confusa sobre tudo que estou sentindo, uma instabilidade apavorante que me fazer rir e ter vontade de chorar (porque chorar na prática pra mim agora é raro) em questão de minutos. Irritada, com ódio, vontade de brigar com tudo e com todos! E é tão injusto, que isso sempre acontece com as pessoas que mais amo, são elas que nessas horas são as maiores vitimas da minha intolerância. Quero brigar, falar coisas que não se diz, e é engraçado como nessas horas surge tantas coisas a serem ditas, tantas bobagens disfarçadas de coisas importantes. Estou com uma preguiça tão grande que desanimo de ir à aula, de fazer tudo que deveria fazer e depois me irrito pela inutilidade do dia e de ver as coisas todas empacadas por um capricho forte de querer ficar debaixo das cobertas escutando música, comendo e tomando leite.
Mas, maior de tudo isso, é que com essa minha ansiedade e tudo mais que eu e todo mundo já estamos cansados de saber e apontar, ta rolando um medo máster que, mesmo tentando controlar, mascarar e distrair, eu não estou conseguindo deixar de sentir. Medo de que tudo aquilo de ruim volte com força total, medo de me sentir frágil, fraca e impotente diante dos fatos, das pessoas e principalmente de mim mesma. Eu estou com medo de fracassar, de ver que no fundo aquela força era só uma reação (ação e reação, sabe?) de uma situação favorável. E isso tudo me embrulha o estomago, dá um nojo e uma raiva de mim mesma por dramatizar tanto o que é simples, o que na verdade nem existe, e eu mesma estou me deixando fantasiar.
No final das contas eu acabo por achar também, que não passo de uma menina mimada que só sabe viver feliz quando a vida está em festa e todas as pessoas que ela ama ao redor mimando, fazendo carinho e provando (sim, mesmo sabendo o quanto isso é desnecessário, pesado, feio e forte) o quanto a amam.
Diante de tantas dúvidas, medos, raivas, inseguranças e sentimentos tão embrulhados dentro de mim, a gastrite ataca, a vontade de vomitar e de dormir se tornam gigantes e minha vida vai parando, ou segue lentamente quando consegue se arrastar.
Apesar desse post meio depressivo, meio down, eu estou bem feliz. Mesmo com tanta coisa chata (que descrevi acima) rolando, eu posso dizer que a minha felicidade interior continua firme e forte. Antigamente (final de 2003 e 2004/2005) eu tinha fases tristes e alegres, mas a minha essência parecia ser triste. Por mais alegre que eu pudesse me sentir, se eu parasse e pensasse eu descobria um vazio enorme e uma tristeza que parecia que iria me engolir. E, no entanto hoje, ah! Eu sinto ao contrario. Por mais que eu esteja nesse conflito todo, e algumas vezes bata até uma tristeza, quando eu paro e jogo as coisas na balança, eu vejo o quanto eu sou feliz. E é isso que me dá a certeza de que, seja o que for que eu estou sentindo, vai passar antes do que se possa imaginar.
No mais, sem grandes novidades a não ser essa ansiedade para o show da Marisa Monte, mesmo sabendo que tudo que preciso agora é um bom e velho show pesado da galera estilo O Rappa em diante. Mas a Marisa é uma paixão incorrigível e pelo que vi o show está realmente imperdível. Praticamente uma orquestra no palco, deve estar uma coisa de enlouquecer. Não vejo a hora!!

Um trecho de Cecília Meireles que me descreve um pouco…

Tenho fases, como a lua.
Fases de andar escondida,
fases de vir para a rua…
Perdição da minha vida!
Tenho fases de ser tua,
tenho outras de ser sozinha.
Fases que vão e que vêm
no secreto calendário
que um astrólogo arbitrário
inventou para meu uso
.”

Musicalmente vivendo…

domingo, maio 21st, 2006

Não tem como me segurar, quando venho de momentos como os desse sábado, realmente tenho uma necessidade incrível de expressar o quanto é intenso o meu amor pela música (brasileira).
Tenho total consciência que não sei muito de música, principalmente não tanto quanto eu gostaria. Mas me esforço pra isso, e agora eu resolvi cada vez mais investir nesse assunto e, apesar das minhas dificuldades que impedem que eu saia sozinha por aí em busca dos meus ideais, decidi que mais do que nunca devo sair do verbal e partir pra prática. Vou começar a correr atrás da música, conhecer lugares e pessoas, ouvir mais as coisas da minha região, pra depois partir pra um âmbito maior.
A prova dos meus primeiros passos (que não sou primeiros, afinal já assisti grandes shows), foi quinta quando convenci a Fê e o Bronx de irem comigo assistir a Anna Beatriz tocar no Black Jaw. Aproveitei que a moça citada é amiga do casal e empolguei-os para esse programinha que “de quinta” não tinha nada. E foi muito bom. A Anna está cantando bem pra caramba, mais despojada, desinibida e marcando muito mais presença de palco do que a última vez que a vi. Além de cantar, a moça também compõe (mas canta melhor do que escreve, na minha opinião). Simplesmente demais.
Sábado (“hoje”), eu fui ao show do Jorge Vercilo. Levei a Mah como de “obrigada” comigo, e tenho certeza que ela saiu com uma visão melhor de o que é música. Posso estar errada já disse, mas pra mim esse cara é realmente foda. Além de cantar muito e fazer dois tipos de voz (feminino e masculino +ou-) ele compõe perfeitamente. Apesar de feinho, com um compositor apaixonado desses eu caso na hora! Brincadeira.
Fiquei maravilhada com a banda, com a harmonia, com tudo. Sou suspeita a comentar, principalmente de Sax, Bateria e Percussão. Mas pra mim esses três instrumentos realmente dão, quando bem tocados, um toque muito especial na música. Adorei demais o modo que o show foi levado, e eu diria que se eu tivesse uma reclamação, seria que infelizmente o Jorge Vercilo não tem aquilo que chamamos de carisma, mas nada que chegue a prejudicar, afinal o talento é o essencial.
No próximo final de semana será a vez da grande Marisa Monte, que já é minha paixão antiga e que o último e único show que fui dela no Sesc foi espetacular. Aquela parada de você ficar abobalhado olhando aquilo sem conseguir dar nenhum sinal, de tão belo que é o negócio. Espero que esse seja igual ou se é que é possível, melhor ainda.
Não quero programar meu futuro muito distante, mas como uma idéia eu pretendo continuar assim daqui pra frente. Freqüentar lugares que role uma musiquinha básica, a Rua XV, o próprio Black Jaw e mais outros lugares que a galera for sugerindo por aí… E como eu disse, sair do “eu queria” e passar pro “eu quero”, “eu faço”.

Mais do que nunca foi comprovado que cabeça desocupada o diabo domina, e não foi muito difícil pra em alguns poucos dias rolar algumas inseguranças e milhares de fantasmas e medos antigos baterem à porta do meu coração. Mas nada que boas notícias não resolvessem, uma boa ocupação e conversas francas com grandes amigos não trouxessem de volta o verdadeiro sentido da coisa. E tenho dito!
No mais, tudo na santa paz. A faculdade deu uma travada geral com esse lance de ataques e parece que nada nem ninguém está funcionando no ritmo certo. Mas eu já estou dando corda no meu reloginho biológico e tratando de fazer aquilo que está ao meu alcance.

Algumas coisas que pensamos algumas vezes…

quinta-feira, maio 18th, 2006

Esses dias de Guerra, eu ando meio alienada de tudo isso. Acho essa coisa toda muito chata e muito complexa pra minha cabeça tão cheia de embaraços. E já que tem tanta gente querendo meter o bedelho, dar opinião e saber a solução, deixo pra eles e deixo o mundo girar ao redor do meu umbigo.
De tudo isso, sei que os dias estão estranhos. As aulas suspensas, compromissos cancelados, e os assuntos cansativos. Televisão foi dominada por esse tema, os blogs, os sites, e até as conversas e os nicks de MSN estão tomados pelo mesmo assunto cansativo e complexo que é essa guerra civil no estado de São Paulo.
Estou tão exausta que decidi alugar um DVD do Documentário de Vinicius de Moraes e resolvi curtir um pouco do que é bom, que trás alegria, calma e principalmente o orgulho de ser Brasileiro. Assisti o DVD em família, mas notei que só eu gostei, na minha família a única interessada em música, poesia e arte em geral sou eu mesma. Delirei com as coisas contadas, as poesias declamadas, e a filosofia de vida daquele cara que fazia tudo “errado” mas tinha uma parada foda, que é esse lance de reunir o pessoal pra conversar, descontrair e produzir em meio aquela bagunça, tanta coisa bacana.
Não contente, enquanto vomitavam no meu msn lorotas sobre a “Guerra dos Mundos”, eu fazia um social mas prestava atenção no emule puxando a discografia de Vinicius, Baden Powell, Toquinho e músicas soltas e boas, como “Chega de Saudade” e “Canto de Ossanha”. De outro lado, alguém finalmente tentava puxar assunto interessante, como uma que me apresentou o “Teatro Mágico” e outras que contaram do show da Marisa Monte, do Jorge Vercilo, e uns que mantinham conversas pessoais porem mais interessante que essa overdose de ataque terrorista do PCC.
O que mais me revolta e que marcou minha semana, são as paradas que tenho escutado desde o inicio do ano sobre o preconceito quanto ao homossexualismo. Não acredito que com tantos esclarecimentos ainda existam pessoas que estranham, olham torto, e os ainda que renegam filhos e fazem um drama como se fosse a coisa mais pecadora e inaceitável desse mundo. Com tanta guerra e o povo ainda julga os que sabem amar.
Isso pra mim é imperdoável, nojento, mesquinho. Acho que eu desenvolvi uma coisa tão grande com o amor, eu amo com tanta intensidade, tenho ele na minha vida com tanta força, com tanta verdade, que não consigo compreender pessoas que não compreendem que como já dizia a música “qualquer forma de amor vale a pena”. É tão óbvio, tão claro, que eu realmente saio do sério com esse tipo de coisa.
Não vou dizer que sou a pessoa mais cuca aberta de todas, que não possuo nenhum tipo de preconceito porque seria demagogia descarada da minha parte. Mas posso dizer que hoje, eu tento evoluir e entender ou simplesmente compreender aquilo que pra mim não é algo legal. Eu não sou ninguém pra ditar o certo e o errado, sei também que muitas coisas é questão de afinidade, de idéias parecidas, interesses iguais, mas isso não me dá o direito de julgar ninguém. E sempre que me pego fazendo, me corrijo e procuro não repetir o erro.
As pessoas precisam aprender que o fato de alguns se interessarem por pessoas do mesmo sexo, outros gostarem de funk (ou qualquer outro tipo de música que não seja sua preferência), gostem de fazer bagunça, de beber, de ter ursinho, de ter cabelo curto, comprido, pintado ou natural não os transformam em pessoas melhores ou piores. E, nada impede de você ter uma pessoa ao seu lado que tenha muitas afinidades e algumas diferenças com você, pois o interessante da coisa são as diferenças que é o que faz rolar a troca ou não de experiência.
Sei lá, eu não vou aumentar muito essa parada porque vai parecer (já está parecendo, né?) uma lição de moral, e na verdade são apenas as minhas opiniões. Acredito que as coisas devem ser feitas com cuidado, calma e assim ter mais oportunidade de ver se a química (seja amigável ou romântica) rola independente das primeiras aparências. Afinal, a primeira impressão nem sempre deve ser, a que fica.
Sobre mim?! A semana tem sido parada, estranha como eu já disse, rolou uma semi-recaida já recuperada, rolou uma preguiça universal de tudo, e agora as coisas estão voltando ao eixo. Auto-estima recuperada, insegurança abduzida, ânimo renovado, metas refeitas, deveres colocados em prática, e o sorriso verdadeiramente sendo aberto de ponta a ponta, tanto no rosto quanto na alma e no coração.

Ataque do PCC

quarta-feira, maio 17th, 2006

Quando alguma coisa é muito discutida eu realmente não gosto muito de falar. Acabo mesmo é jogando minha opinião por aí no blog da galera, em doses homeopáticas.
Essa “guerra” está mexendo com a cabeça do pessoal, tem gente lá de fora metendo bedelho, tem povo de outros estados e até de outros países querendo opinar sobre tal acontecimento. Sabe que impressão que me dá?! Quando você vê um aglomerado e já se mete lá no meio, e os últimos a chegar nunca recebem a história verdadeira, é incrível!
Não sei se sou uma pessoa desligada que cursa a faculdade errada, se é desinteresse ou se é tanto exagero, tanta informação (mais falsa do que verdadeira) que eu já estou é cansada de tudo isso. Quero é aquela vidinha normal de fazer meus trabalhos de faculdade, ir a aula e curtir nos finais de semana. A velha e boa rotina.
Com todo esse fuá, a galera abandonou a faculdade (inclusive eu), a coisa ta mais pra semana do saco cheio do que sei lá. Boatos correm solto, que se eu fosse acreditar eu estaria dormindo embaixo da minha cama, de tanto absurdo que já vieram falar. O povo mente tanto, com tanta cara-de-pau que chega até rolar isso na TV. Um filho da mãe de um Jornalista passou uma reportagem inteirinha dizendo que aquilo seria mais um suposto ataque, e no final da matéria o repórter do helicóptero pede desculpas e diz que foi só um acidente, uma batida de carro. PUTA QUE PARIU, ODEIO COBERTURA ASSIM!!!!
Mas é isso mesmo, a única coisa que tenho aproveitado disso tudo é acompanhar a cobertura jornalística e ver o que é uma boa e uma péssima reportagem. Não sou fã do Tio William Bonner (sério!!), mas gostei do que ele fez. Estou puta com o nosso Governador e com a mínima vontade de entrevista-lo para o TCC, mas vamos lá. Se ele viver com as frases estilo Maluf, de “está tudo sob controle” eu prometo que depilo aquelas sobrancelhas a seco.
Enfim, não sei de nada. Não opino nada. Sou sim, uma alienada, mas ultimamente ando com preguiça de querer resolver problemas que não são os meus (não diretamente) e isso aí é tanta sacanagem que nem rola pensar quem ta certo e quem ta errado.

Falei, tentei, mas não disse nada. Foda-se!