Archive for novembro, 2006

Post Cult.

quinta-feira, novembro 9th, 2006

De fato que quem me conhece bem sabe da minha paixão pela música e a Cultura Brasileira, e tem acontecido coisas que me tem deixado bastante feliz em relação a isso.

Em outubro fui novamente ao show do Chico Buarque, e com uma pessoa que eu sempre quis que tomasse gosto de verdade pela música brasileira. O show é fenomenal, não só por tudo que crescemos sabendo sobre o Chico, mas por podermos ainda nos dia de hoje entender que esse, hoje senhor, tem toda essa pinta de mito da MPB, mais do que merecida, diga-se de passagem. Pra completar, vi que minha vontade deu certo (vide Wimps).

Semana passada, mais precisamente no dia 04 de novembro, finalmente levei minha amiga ao Rolidei, era outra grande vontade minha. Sabia que ela iria gostar do lugar e se divertir com o clima cultural que é o Rolidei, fiquei imensamente a vi dançando as coreografias e se divertindo a vera. E o bom de tudo, é que terá a noite em homenagem ao Chico Buarque, e ela já mostrou total interesse e empolgação de ir, dessa vez acho que vamos em mais gente, mais seguidores.

Paralelamente a isso, soube que um amigo de tempos conseguiu fechar um show de sua banda em uma casa bastante popular hoje em São Paulo, o Na Mata Café. Além de ser localizado na Vila Olimpia, tonou-se bastante popular depois que o Junior e sua banda Soulfunk passaram a tocar todas as quartas por lá. Soube que o show deu alguns problemas com baterista e o que deveria durar 1h15 acabou rolando apenas 30 min, mas como eu previa mesmo sendo pouco ja foi o bastante pra agradar o público e os donos do Na Mata e promete vir muita coisa boa por aí.

No inicio da semana tive uma feliz notícia, um amigo teve um lapso de Música Brasileira e parece querer saber tudo e mais um pouco sobre essa categoria. Eu que não acreditei no fenômeno, me prontifiquei de imediato a enviar coisas desse gênero, e atendi na mesma hora de jogar no servidor, tudo que tenho aqui, de MB. Computador trabalhando um bucado vale a minha realização, mesmo sabendo que sou responsável indiretamente por isso.

Outra coisa interessante, é que podemos contar com algumas boas revistas lançadas no Brasil há pouco tempo; a Piaui, que trata de cultura, história e pelo que li os textos são bastante interessantes e você não tem vontade de parar, foge de tudo que se tem visto por aí, cheio de fofoca, desgraça e roubalheira. a Outra é a Rolling Stones Brasileira que finalmente foi trazida oficialmente ao Brasil, e trará matérias traduzidas da Rolling Stones americana e também algumas matérias feitas no Brasil.

Diante de tudo isso, só me faltava duas notícias que eu aguardo com fervor; inauguração de uma pós-graduação dos meus sonhos, e poder ir para o Pop Rock Brasil, mas tá difífil tanto um quanto o outro, então…

Myself

quinta-feira, novembro 9th, 2006

Eu sou assim
Como todo ser humano
Tenho defeitos e virtudes
Procuro um amor sem fim
Luto pela vida em sua plenitude
Pois acho na luta um meio para atingir a vitória
Adoro a liberdade
E, por isso, às vezes sou alheio à vida
Tenho sempre um objetivo a ser alcançado
E por mais que esteja cansada
E o caminho seja cheio de obstáculos
Nunca desisto por nada.
Vivo por um sonho
Amo a liberdade
Luto para atingir meus objetivos
Tropeço mas me levanto
Porque vejo nos erros
Uma fonte inesquecível de assimilação
Eu sou assim…
Livre, presa
Triste, alegre
Persistente e, às vezes, por frações de segundo; “derrotada”
Nao sou malvada, mas santa tambem não
“Eu penso, logo existo”
Sou só sentimentos
Eu sou assim…
PERFEITA!

Ô Minas Gerais…

terça-feira, novembro 7th, 2006

Eu nunca comentei sobre esse meu caso de amor com as Gerais, mas isso vem de longe e cada vez mais parece que a coisa está entranhada na minha vida de tal forma que não tem mais como deixar de ser. É incrível, e sem nenhuma pretensão. Conforme eu vou notando as coincidências, eu fico chocada, não tem jeito.

Quando eu era pequena a minha avó paterna era super grudada comigo, e foi quem sempre me ajudou principalmente na fase em que eu não comia nada direito. Ela fazia o frango que eu gostava, fazia vitamina, casca de ovo, tudo pra cuidar da minha saúde, e sempre que eu queria algo e meus pais não queriam ou não podia fazer, ela tinha a frase na ponta da língua “Se a menina quer, tem que dar um jeito”. Pois é, até depois da morte eu sinto que ela me protege e realiza todos os desejos que estão ao alcance dela.
E daí?! Bom, minha avó era mineira de Guaxupé, típica come quieta e que só abria a boca pra dizer coisas realmente fortes e de bastante relevância. Nunca falou mal de ninguém e não abria mão de um leite e das comidas típicas da sua terrinha, mesmo vivendo pouco em Minas.

Outra coisa, é que eu sempre fui apaixonada por leite e todos os seus derivados. As comidas mineiras geralmente sempre me agradam bastante (menos o pão de queijo). E desde pequena, sabe lá porque cargas d’agua, se era por problemas de dicção e tal, eu sempre tive uma queda pra um sotaque meio caipira, e horas ou outra soltava um “uai” perdido nas minhas frases. Sempre fui zoada, mas nunca levei muito a serio.

O tempo passou e eu nunca me toquei muito dessa minha ligação com as terras mineiras, e então quando comecei meu ciclo de amizades virtuais, logo de cara já fui cercada pelos mineirinhos, que eu até brinco que ou é sina minha ou Minas é tão sem nada pra fazer que a galera fica fazendo amizades virtuais. De cara já entraram na minha vida virtual o Medeiros (Romeu), a Cah (Camila Murta), Déia, a Valú, e sabe Deus se eu não esqueci de alguém ou se não teve gente que eu nem soube que era de lá. Esse pessoal era tudo fãs de Sandy & Junior, e eu achava engraçado, mas nunca levei tão a sério porque dessas pessoas só o Medeiros tinha feito então mais diferença. Foi então que entrou o Diogo, e com ele mais uma pequena renca de gente que foi chegando aos poucos, em doses homeopáticas. Mas que o Diogo foi mesmo um mineiro pra lá de importante na minha vida por “n” coisas, diversas coincidências e algumas inclusive assustadoras é inegável, mas veio gente que tem cada vez mais se tornado importantes pra mim, como a Daphne, o Digo, o Manél, Cabeça a Cah (que já citei acima), Dryka, e até a doida da Jordânia que eu comecei detestando mas que hoje em dia me diverte bastante nesse mundinho virtual.

Depois de conhecer essa galera, eu comecei a prestar mais atenção com essa sina que me persegue, e mesmo sem eu saber, tudo que era dessa terra “maldita” sempre me atraia demais da conta. Posso citar Ana Carolina, Chico Pinheiro, Daniel de Oliveira, Danton Melo, Milton Nascimento, Tianastacia e muitas outras coisas e/ou pessoas que eu me atraia e quando eu ia ver; “puta merda, Minas Gerais!”, inclusive médicos, interesses culturais, etc e tal.

Enfim, várias curiosidades começaram a me perseguir, se eu estava vendo um jornal pode ter certeza que a notícia era de Minas, se ligo em um documentário já começado, quando vou ver o bagulho é sobre Minas ou algum mineiro importante. Os médicos que poderiam me ajudar estão em Minas, os shows, os passeios que eu gostaria de fazer são pelas Gerais, as músicas, as poesias, os ideais, às vezes parece que tudo que me rodeia está ligado a Minas Gerais. Dá até medo, me sinto até perseguida, principalmente quando alguém me adiciona no MSN ou assina meu fotolog, pode apostar; é de Minas Gerais, não tem nem como errar. Parece sina, perseguição, ou então que minha vida pertence a essa terra em outras vidas, e eu não sei.

Da janela lateral do quarto de dormir
Eu vejo uma igreja, um sinal de glória
Vejo um muro branco e um vôo pássaro
Vejo uma grade, um velho sinal
Mensageiro natural de coisas naturais

Meu Querido Diário

domingo, novembro 5th, 2006

Eu ando escrevendo pouco explicitamente sobre a minha vida e o que anda acontecendo pras bandas de cá, mas a convivência com algumas pessoas acaba interferindo nos modos de agir, e eu acabei ficando mesmo mais “subjetiva” e escrevendo meio que ironicamente alguns fatos, jogando como se não se tratasse de nada muito importante, e pouca profundidade demais é bobagem mesmo. E, além de toda essa “contaminação” que já misturou em minhas entranhas, um fato que colaborou é a falta de tempo, sabe o lance do; “viva mais e fale menos”? Pois é, às vezes é bem interessante.

Mas, como toda história tem um “mas” e o bom filho a casa torna, eis que algumas vezes calar demais entala, angustia e, não sei direito o porquê disso, preciso muitas vezes parar tudo e “vomitar” meus pequenos testamentos para que os momentos se eternizem, se exorcizem e não fique no ar como a nuvem que se desfaz em um abano. Resumidamente; se me dêem licença, eu preciso falar sobre tudo que roda dentro dessa cabecinha, nem tanto quanto antes, mas ainda sim confusa.

Finalmente a fase TCC terminou, e agora está tudo pronto e até a data e o local da apresentação já estão devidamente marcados (18 de novembro ás 10h no Anfiteatro da UNISANTA), só estou aguardando o dia chegar. As notas da faculdade ainda estão saindo e então está rolando aquele momento “respire fundo que chegarão as últimas provas”, e agora “último” nunca teve um significado tão exato, as últimas provas da nossa fase de universitário. E, paralelamente aquele preparatório de formatura, apresentação de TCC, que mesmo com todos os pesares, dão sim aquele friozinho na espinha.

Com isso, eis então que me entrego aos prazeres humanos e me jogo em diversões com amigos da faculdade em barzinhos perto do Campus, ou diversão completa com as melhores amigas do mundo em quiosque, cinema, rolidei, shopping e ainda conto com elas dormindo aqui e me proporcionando boas doses de risadas. Fazia tempo que não me acabava de rir assim com elas, e nunca nada me faz tão bem quanto a companhia de pessoa que eu amo. Seja fazendo a coisa mais tosca do mundo como ficar se maquiando e tirando foto, ou então, depois da baladinha parar em um posto às 3h da manhã pra comprar uma coca-cola de dois litros e bolinha de queijo. Sem contar em depois disso ainda acordar com sua amiga botando Mamonas Assassinas no máximo volume. Ainda, visita da irmã, almoço em familia e aquilo todo que eu sempre gostei nessa vida. E digo mais, tudo isso é impossível de se explicar em caracteres, mas é muito bom de sentir, principalmente depois de tudo que foi vivido no Stress-tcc.

Além de tudo, me aproximar de pessoas novas em todos os sentidos, tem sido muito bom também. Pouca massagem no ego é bobagem. Recebi elogios do meu TCC e da Cláudia, soube que quase fui tema de TCC de uma aluna do 3° ano, que mal me conhece. Me aproximei bastante de uma galerinha da classe que eu não falava muito, foi casualmente, mas bastante gostoso até o momento. Adicionamentos no MSN, conversas com amigos de amigas… Isso e tudo mais, têm colaborado para uns dias agitados e bem recompensadores.

Tá bom, eu não vou negar que mesmo com toda essa paparicação, eu estou paralelamente em uma fase de “carência”, em um momento onde a cabeça está pensando algumas coisas chatas, inseguranças e um monte de coisinhas que eu já esperava nunca mais ter que pensar. Mas não adianta, fase é fase e eu prefiro engolir dentro de mim até passar, como uma bufa (peido silencioso) que só eu sei, alguns até sentem o cheiro, mas ninguém nunca tem (e nem vai ter) certeza de onde e como veio.

Um pouco disso, muito daquilo, mas com lucros positivos.

“…E nem te contei
Uma novidade quente
Eu nem te contei

Eu tive fora uns dias
Numa onda diferente
E provei tantas frutas
Que te deixariam tonta
Eu nem te falei
Da vertigem que se sente
Eu nem te falei

Que eu te procurei, pra me confessar
Eu chorava de amor
E não porque eu sofria
Mas você chegou, já era dia
E não tava sozinha
Eu tive fora uns dias
Eu te odiei uns dias
Eu quis te matar

Dave Matthews Band – Oh

sábado, novembro 4th, 2006

The world is blowing up
O mundo está explodindo
The world is caving in
O mundo está desmoronando
The world has lost her way again
O mundo perdeu seu rumo novamente
But you are here with me
Mas você está aqui comigo
But you are here with me
Mas você está aqui comigo
Makes it ok
Faz tudo ficar bem
Oh girl you are singing to me still
Oh garota você está cantando para mim ainda
Like a kid loves candy and fresh snow
Como uma criança ama doces e neve fresca
I love you oh so well
Eu te amo oh tanto
Enough to fill up heaven overflow and fill hell
O suficiente para preencher o céu transbordar e encher o inferno
Love you oh so well
Amo você oh tanto