Archive for abril, 2007

Uma singela homenagem

sábado, abril 28th, 2007

Nada na nossa vida acontece mesmo por acaso. Já tive várias provas disso, e a história de hoje é mais uma das comprovações de que músicos são Deuses e amigos são anjos.
Eu sempre gostei de um tal grupo chamado LS Jack, mas na verdade só conhecia aquelas músicas que tocavam na mídia e grudavam na cabeça. Mas no dia que estreou “Amanhã Não Se Sabe”, alguma coisa muito diferente tocou meu coração, inexplicavelmente.
Mas resumidamente, porque a idéia não é falar deles e sim dela, da Celly, eu sei que acabei conhecendo os meninos e virando fã incondicional, e por isso acabei por conhecer via e-mail um anjo chamado Celly.
De toda a turminha dela que me receberam muito bem na lista de e-mails de LS Jack, a Celly se destacou por ser uma garotinha meio mau-humorada, que não fazia questão nenhuma de puxar meu saco. BINGO! É disso mesmo que eu gosto, e a prova que isso dá certo, são nossos 4 anos de amizade.
Hoje em dia nossos corações estão machucados pelo acidente com o Marcus e pelo fim do LS Jack, mas esse quase nunca foi de verdade os nossos assuntos principais. A Celly virou minha amiga de verdade, daquelas que confio meus mais obscuros segredos e sei que tudo isso é recíproco. Ela é única na categoria dela, e sei (sem modéstia) que também sou única nessa mesma categoria.
Agradecê-la por tudo, não daria nem a pau Juvenal. Mas eu gostaria de na estréia desse novo layout, inclusive feito por ela, fazer um post em sua homenagem não pra agradecer pela ajuda nos layout e coisa e tal, mas por me ajudar todos os dias nas tardes de tédio, ajudar a chorar e rir da nossa vida de cão.

Cellyta… te amo muito querida, e você é com toda certeza muito mais importante do que você pode imaginar.

Desassossegada

sexta-feira, abril 27th, 2007

Cara eu tenho feito uma parada que eu não queria fazer mais na minha vida, mas que por força das circunstancias a gente muitas vezes é meio que “forçado” a fazer.

Depois de um tempinho com a vida meio agitada, indo pra São Paulo, e fazendo n coisas, dessa vez eu acabei parando um pouco pra descansar e lógico deixar que meus pais também descansem afinal de contas eles não são de ferro e nem tem o pique dos meus vinte e tantos anos. Mas isso nem vem ao caso, o que interessa mesmo é que com essa parada obrigatória eu acabei fazendo quase que um retiro e aproveitando a onda do aniversário, acabei pensando um pouco sobre a vida.

De repente, depois de uns pensamentos paralelos e umas conversas, eu parei pra entender a importância da nossa existência, dos nossos atos e de como vivemos; para os outros. Deixa eu explicar melhor ainda neste parágrafo. O que eu comecei a pensar é na importância que temos na vida dos outros, a repercussão da nossa existência; para a vida de outra pessoa.

Assunto velho, mas muitas vezes esquecido. Sabe a parada do Efeito Borboleta?! Pois é, mas a profundidade disso é fascinante. Chega ser quase um big brother, dá pra sacar?! Vou desenhar em um exemplo bem idiota; será que minhas amigas sabem, por exemplo, a importância de um simples sorriso delas, pra mim?! Será que alguma delas sabe o quanto um pequeno gesto pode mudar o meu dia completamente?! Às vezes a gente vive e não nos damos conta da nossa importância.

É comum a gente ver os artistas tomando cuidado com seus atos porque pode denegrir a imagem, pode decepcionar os fãs, ou até forçar certas atitudes pra construir uma boa imagem. Mania nossa achar que isso é válido pra pessoas públicas, e esquecer que a forma como vivemos sempre está fazendo a grande diferença na vida de uma pessoa.

Viajando um pouco mais, eu parei pra pensar sobre a parada de saber a importância que temos nós para a vida de determinadas pessoas. Atire uma pedra que nunca pensou “eu gostaria de ser importante na vida daquela pessoa, queria ser tão importante quanto aquela outra é”. Independente que seja do carinha que você está afim ou de uma amiga que você goste muito. E o engraçado é esse lance da gente nunca saber, e nunca ser o quanto achamos.

Quantas pessoas a gente acha que não temos a menor importância e mal sabemos o nosso valor para elas? E aquelas que a gente tem certeza absoluta, se bobear nem é tanto quanto imaginamos. Tem aqueles que a gente jura que é puxa-saquismo, mas é tudo verdadeiro.

E, esses pensamentos me assustaram no inicio. Eu que sou uma pessoa urgente, alguém que derrama sentimentos, transborda amor ou ódio pelos olhos… Fiquei maluca tentando imaginar pra quem realmente eu seria importante. Todo mundo em alguma época da vida quis morrer por um dia pra saber as conseqüências. Carência? Crise existencial? Inferno astral? Pode ser tudo isso, mas mais que isso é a admiração sobre o quanto somos tão importantes pra algumas pessoas, e da noite pro dia nos tornamos praticamente invisíveis, ou não tão importantes assim. Mas não julgo mais (já julguei e sofri muito por isso um dia), pois sei que esta que vos fala, com certeza já deve ter feito exatamente tudo isso com algumas pessoas.

No final das contas, esses pensamentos acabaram me amadurecendo um pouco mais. Porque me deram mais suavidade no modo de levar a vida. Mais segurança, calma, e menos medo, intensidade, desconfiança.

“Desassossegados do mundo correm atrás da felicidade possível, e uma vez alcançado seu quinhão, não sossegam: saem atrás da felicidade improvável, aquela que se promete constante, aquela que ninguém nunca viu, e por isso sua raridade.

Desassossegados amam com atropelo, cultivam fantasias irreais de amores sublimes, fartos e eternos, são sabidamente apressados, cheios de ânsias e desejos, amam muito mais do que necessitam e recebem menos amor do que planejavam.

Desassossegados pensam acordados e dormindo, pensam falando e escutando, pensam antes de concordar e, quando discordam, pensam que pensam melhor, e pensam com clareza uns dias e com a mente turva em outros, e pensam tanto que pensam que descansam.”
(Martha Medeiros)

E é só por isso que no meu MSN está “Desassossegada”, tá?

Das coisas que eu viverei pra entender

quinta-feira, abril 26th, 2007

Eu só gostaria de entender o que se passa na cabeça do infeliz que tem a brilhante idéia de colocar um Som Brasil em homenagem a Vinicius de Moraes e com a presença de Gal Costa, Ed Motta e alguns outros bons nomes no ar após o Programa do Jô

Na boa cara, eu ainda viverei pra entender a grade da Televisão Brasileira….

Pronunciamento.

quarta-feira, abril 18th, 2007

A repercussão das coisas são tão engraçadas que eu me divirto com as situações em que as pessoas me colocam. A dupla Sandy & Junior terminou, e quem acabou tendo que responder a mesma pergunta durante o dia inteiro fui eu.

Primeiro de tudo que sempre que o assunto está ligado à dupla, parece que já olham pra mim, já brincam, perguntam e tiram sarro. E o detalhe é que há muito tempo eu nem sequer ouvia as músicas e muito menos sabia as novidades; as que sabia é porque trabalho no Ofuxico.com.br e preciso enviar notinhas todos os dias.

A Sandy e o Junior foram sim muito importantes durante uma fase da minha vida. Aquela fase que a gente tem ídolos e corre atrás como se fosse a única coisa que importasse no mundo. E, pra mim principalmente essa fase foi muito importante não só pra ter momentos inesquecíveis, que todo adolescente deve ter, mas eles supriam outras necessidades minhas, eles acabavam amenizando minhas épocas de carência e pelo menos boa parte de toda aquela adrenalina acumulada eu acabava vivendo na felicidade de ir em shows e ser cumprimentada por eles do palco e/ou ir no camarim e receber o abraço e o carinho dos dois. Então de fato que a dupla foi de extrema importância em um certo período da minha vida.

Além de tudo, por causa deles eu acabei conhecendo as mais diversas pessoas, desde a parte artística como a Fê Paes Leme e todo o elenco do seriado, como também pessoas que acabaram entrando na minha vida com esse pretexto e hoje são meus amigos de verdade, independente de Sandy e Junior. Pessoas essenciais que se eu for citar ficaria injusto. E mais que o circulo de amizade, eles foram responsáveis pelas minhas programações, passeios, viagens, que era sempre programadas em função de ver a dupla e/ou encontrar algum dos tantos amigos.

Outra coisa importante que faz parte da minha vida hoje e que veio na minha vida graças a minha paixão por Sandy e Junior é o site da Fernanda Paes Leme (www.fernandapaesleme.com.br) e o meu emprego há cinco anos no site Ofuxico (www.ofuxico.com.br). Porque foi por causa das minhas influencias na busca de sempre poder ver a dupla em todos os lugares, que acabei fazendo o site e ainda ganhando um emprego graças as minhas fontes.

Portanto não posso negar um carinho especial por eles e até uma certa gratidão. Vivi momentos inesquecíveis por causa deles, senti o coração na boca várias vezes e sempre voltava dos lugares com a alma lavada. Nada mais justo que eu tenha um carinho por eles e um respeito e admiração fodas tanto por um como por outro. E é por isso que sempre que posso, vou ao Na Mata prestigiar o Junior.

Sobre a separação declarada oficialmente por eles em coletiva, eu acho que nada mais justo que eles façam assim se é a vontade deles. Já não é de hoje que está na cara que a dupla já não existia mais. E como a Sandy disse, se não é pra ser verdadeiro então o melhor é assumir de uma vez a separação e cada um ir a luta de seus sonhos. Foi bom enquanto durou, mas toda fase termina pra iniciar uma nova e é isso que aconteceu. Terminou a dupla, o compromisso, mas eles continuarão sendo irmãos, sendo eles, cantando e porque não subindo no palco juntos, mas em momentos mais inusitados.

Não fiquei triste, mas aliviada e orgulhosa de ver que, mesmo todos dizendo que é marketing e xingando por milhões de motivos, eles deram a cara a tapa e assumiram algo que será polêmica e motivo de mais cobranças durante algum tempo. Fora que fico feliz pelo Junior porque ao que acredito, isso era uma grande vontade dele; essa liberdade. E também pela Sandy, que vai seguir forte o caminho dela, quem sabe casar em breve e ter filhinhos.

O que rolou foi uma enorme nostalgia com essa revelação toda, essa enxurrada de notícias e principalmente de gente perguntando se eu já sabia, o que eu achava, o que acredito que aconteça e enfim. Eu não sou fanática por eles e nem ouço há um tempão, mas depois de tudo isso confesso que parei pra nostalgiar um pouco e ouvir os antigos e bons CDs deles.

E é isso aí… Como a gente achou que ia ser…

Music, life…

quinta-feira, abril 5th, 2007

Nossa! Faz um tempão que eu não falo de música por aqui. Meu lado critico não anda muito afiado, e a preguiça de analisar muito as coisas está gigante.

Mas tenho escutado muita coisa, resgatado aquilo que eu sou viciada mesmo como, por exemplo, Bezerra da Silva e até a Xuxa! Ando também bastante aberta para músicas estrangeiras. Juro! Parece inacreditável, mas tenho curtido Corine Bailey Rae, Counting Crows, Evanescence (uia!), No Doubt (nóóóssa) e também Pain of Salvation.

Nem sei porque essa fome de música estrangeiras, mas muitas tem falado um pouco de como ando me sentindo. Mas nem por isso que abandonei as brasileirinhas; eu tenho escutado bastante Ivete com suas músicas novas, e logicamente alguns vícios indispensáveis como Ana Carolina, Oswaldo Montenegro e por aí vai.

Agora a bomba: Ando com saudades de ouvir pagode. Eu assumo mesmo, e já até mandei meu emule puxar uns dois CDs de pagode pra atualizar o meu barato. Aliás, já estou providenciando de curtir um pagodinho em alguma dessas baladinhas.

Poxa, meu coração é consciente pra ouvir O Rappa, é esperto pra ouvir Chico Buarque, bilíngüe para ouvir Counting Crows, meloso pra ouvir Oswaldo, feminino pra ouvir Ana Carolina, bizarro pra ouvir Bezerra da Silva, e também é sofredor pra ouvir pagode.

Mas enfim, eu vou jogar uma música aqui, que marcou uma grande mudança na minha vida há pouco tempo. Dizemos que os grandes acontecimentos têm sempre um cheiro, um sabor e uma música de fundo. Pra gente sempre lembrar… E aí vai:

Gosto dos seus olhos faróis
Gosto dos seus lábios de mel
Gosto dessa música em tua voz
Gosto de voar no teu céu

Gosto dos teus sonhos azuis
Gosto do teu jeito de paz
Todas essas cores e a tua luz
Gosto, gosto muito demais

Gosto muito do teu riso
Do teu jeito de falar
Gosto tanto, tanto, eu preciso
Eu preciso te encontrar

Felicidade, felicidade
É tão bom te ter
Fica mais pertinho
Faz um carinho, gosto de você

No mais, o que tenho pra contar é que agora temos mais um bichinho de estimação. Na verdade a bichinha é da Luara, mas como eu que escolhi, meu pai que quis comprar e a sujeira provavelmente sobrará pra mummy limpar, ela é da família toda. A mais nova integrante da família Freitas.

Ah sim! É uma coelhinha, de olhos vermelhos, de pêlos branquinhos, de pulo desajeitado. E na boa, a Lola é de verdade sim e é muito fofa, modéstia parte!

Ahhh, e a Cindy (minha dog) já adotou a Lola, precisa ver a figura. Apesar de eu ainda achar que mais que uma adoção, é na verdade uma bela demonstração de ciúmes, e eu como ciumenta carimbada posso dizer bem isso, viu?!

De resto, é resto… Depois conto mais!

Parte II

segunda-feira, abril 2nd, 2007

((Sim, post duplo… Esse e o de baixo… separados por motivo de mudança de assunto))

Durante alguns dias eu ando pensado um bucado sobre um montão de coisas sobre a minha vida. Não sei se é o vício pela análise de tudo (se bem que mudei um bucado), ou se é o meu inferno astral mostrando que está prestes a chegar, mas de fato tem rolado uma necessidade fenomenal de falar e/ou escrever e botar umas milhões de coisas que andam bagunçando o meio de campo na minha cabeça confusa.

Não se trata de uma melancolia e nem sequer tristeza. São pensamentos soltos em busca de compreensão e conselhos, mas com a menor vontade de ouvir broncas ou lições de moral, dá pra entender?! O fato é que preciso de uma conversa, um papo com alguém que diga algo, que dê opiniões, troque idéias, mas não quero que me apontem o dedo e digam que eu estou errada e tal.

Preciso soltar tudo o que venho guardado para meus botões. Não quero respostas e soluções, eu as tenho graças a Deus, mas quero um ombro, um ouvido, uma atenção, um tempo dedicado a mim e às minhas palavras.

Inexplicavelmente eu não tenho conseguido colocar em caracteres as coisas que tenho pensado ultimamente. Não rola fazer textinho pra postar no blog, nem pra esconder na pasta de textinho secreto. Não rola e-mail, msn e nem carta.

O fato é que não consigo explicar objetivamente o que tem rolado. Minha cabeça se transformou naquele quarto bagunçado que você abre a porta, olha tudo jogado e pensa consigo mesmo “deixa pra lá, uma hora eu paro e arrumo tudo”. E agora eu cheguei a um momento que não estou agüentando a bagunça e nem consigo saber como e por onde começar.

Isso não é um apelo voltado a ninguém em especifico. Apesar de haver algumas pessoas nas quais eu gostaria de um pouco da atenção e que adoraria poder conversar, mas ando orgulhosa demais pra gritar e pedir um help. Mas na verdade mesmo, isso é apenas uma tentativa de expor no “papel” um pouco de como eu estou me sentindo nas últimas duas semanas.

No mais tudo ótimo, como já foi visto no post anterior. E mesmo com o que foi dito nesse post, eu posso dizer que apesar desses “detalhes” e dessas baguncinhas mentais, eu estou exaaaausta mas feliz!!!

E sobre meu niver, já viso de antemão que será comemorado em abril, mas tá longe e eu volto ainda pra dar detalhes.

Parte I

segunda-feira, abril 2nd, 2007

Dias como esses são sempre inesquecíveis. Fica depois o sentimento de quero mais e aquela depressão pós-dirversão. Mas fico com a recordação dos últimos dias como um antídoto, por pelo menos duas semanas.

Sexta-feira fui à São Paulo no Na Mata assistir um show de um amigo daqueles que a gente tem pra guardar bem guardadinho no coração. Se trata de um amigo que conheci na 7ª série e só de falar que nossa amizade dura até hoje, já dá pra sacar o orgulho e a felicidade que foi pra mim, participar desse momento.

E, pra completar a minha noite maravilhosa, fomos em família (Pai, Mãe, Ná e Cauê) e pra quem me conhece, sabe muito bem a importância e o bem que me faz estar com minha família reunida. Só posso dizer que foi uma balada maravilhosa; com direito a muita música, saquê e muita, mas muuuita alegria. Chegamos em casa por volta das 5h da matina.

***

Sem perder o pique, no sábado acordamos por volta das 09h e o dia foi corrido, com direito a Luara me dando banho e correria geral para novamente irmos à Sampa. Dessa vez, a família estaria ainda mais reunida com a presença da Luara, e de participação especial de Cláudia Peito, digo Busto.

Explicando melhor, é que fomos os 7 rumo a Sampa para assistir o show da Xuxa no Credicard Hall. Tratava-se de um juramento que fiz a mim mesma de fazer tudo que eu pudesse para realizar o sonho da Cláudia conhecer a Xuxa (como presente de aniversário adiantado), e fomos também para levar a Luarinha que adora e sabe todas as músicas e coreografias da Xuxa.

Apesar da chuva, os alagamentos e da Luara estar doentia, foi mais um momento mega especial para mim. Eu estava com meus irmãos que eu amo muito, com minha sobrinha que é a minha solução e com minha amiga assistindo um show de uma mulher que representou muita coisa na minha infância, que foi responsável por momentos mágicos da minha vida. Eu não gostei. Eu simplesmente amei.

Graças a minha falecida avó Nair (sim, confio plenamente que foi ela), deu tudo certo, foi tudo muito mágico e eu ainda consegui proporcionar a minha amiga de tirar uma foto com a Xuxa. E de coração, eu fiz e faria tudo isso novamente, porque eu queria muito que ela tivesse essa felicidade.

Na volta ainda fomos no Mac Donald´s, chegamos em casa um pouco mais de meia noite, mas até fazer a Luara durmir; conseguimos durmir pra lá de 2h da manhã.

***

E como a ordem é paulera total, no domingo fizemos a páscoa adiantada, pois a Nat veio esse final de semana e não poderá vir no feriado. Portanto acordamos novamente 9h e fomos andar pela casa atrás das pegadas do Coelhinho, para encontrar os ovos e os presentes. Tudo isso pela Luara, lógico. Afinal de contas não ganho Ovo de Páscoa há um tempo, por vontade própria. Eu nunca liguei para chocolates.

Depois ainda teve o típico almoço de Páscoa em família e com a presença da Tia Beth, Tia Marga e vó Maria José. Comemos Bacalhau e me empanturrei com colomba pascal com sorvete e leite condensado. Foi uma tarde realmente deliciosa.

A noite eu ainda recebi um pessoal que eu gosto muuito da faculdade. Dessa vez a Carlota não pôde aparecer, mas veio a Vivi, a Márcia, a Cláudia e o Nevitz. É bom revê-los, tem pessoas que eu realmente gosto da presença, e especialmente esse meu grupinho seleto é um bom exemplo desse tipo de gente que quero por perto.

Fomos presenteados por uma lua maravilhosa, e além dos papos, dos sorrisos, zueiras, carinhos em forma de provocações, nós ainda tivemos uma sessão de tarot feito pela Márcia. Muito gostoso, estranho e no meu caso; pouco surpreendente.