Archive for setembro, 2007

“Há males que só se curam com desprezo.”

sexta-feira, setembro 28th, 2007

Falar e criar teorias é realmente muito fácil. O bacana é quando, mesmo que depois de muito tempo, conseguimos colocar em prática muitas coisas que acreditamos e que são óbvias.

Pode parecer idiota o que vou dizer; mas quando algo pára de incomodar é o primeiro passo para caminhar rumo à solução.

Devaneando …

quarta-feira, setembro 26th, 2007

É tão complicado quando os outros te contam a sua história da forma que você sempre teve medo de acreditar. Apesar de saber e achar exatamente a mesma coisa, fica tudo muito complexo quando vem à tona. Principalmente vista por vários angulos e todos eles chegando no mesmo sentido.

Histórias bonitas nunca têm um final feliz. Porque simplesmente elas nunca têm final.

segunda-feira, setembro 24th, 2007

Não é que eu queira
Reviver nenhum passado
Nem revirar um sentimento
Revirado!
Mas toda vez que eu procuro
Uma saída, ah! ah!
Acabo entrando sem querer
Na tua vida
Ah! Ah! Ah! Aaaah!…

Eu procurei
Qualquer desculpa
Prá não te encarar
Aaaaaaaaaah!…

Prá não dizer
De novo e sempre a mesma coisa
Falar só por falar…

Que eu já não tô nem aí
Pr’essa conversa
Que a história de nós dois
Não me interessa…

Se eu tento esconder
Meias verdades
Você conhece o meu sorriso
Lê no meu olhar
Meu sorriso é só disfarce
O que eu já nem preciso…

Ana Carolina – Quem de Nós Dois

Ó Paí Ó

terça-feira, setembro 18th, 2007

Já faz tempo que tenho alguns filmes pendentes pra assistir. Não que eu seja uma admiradora de cinema, mas gosto de assistir pelo menos o básico, e procuro sempre seguir as dicas de alguns amigos.

Em uma noite meio vazia, resolvi seguir o exemplo dos amigos cinéfilos e ao invés de curar a insônia com pensamentos inúteis, resolvi assistir um filme. Na procura do eleito da noite; entre “Antes que o dia acabe”, “O brilho eterno de uma mente sem lembranças” e “Ó pai ó”, eu optei pelo que me pedia pouca análise e que me garantia uma boa diversão.

O filme não é de todo o mal. Gosto muito de Lázaro Ramos, e foi interessante ter uma boa visão do que Salvador, apesar de achar que ficou devendo muito. E, era justamente essa minha crítica.

Senti que assisti o filme e que ficou alguma coisa me devendo muito (gostaria muito de ouvir opiniões alheias). Talvez a hora que assisti tenha interferido no meu entendimento, mas de fato que dormi um pouco com a sensação do “E aí?”.

A galera mostrou um pouco da cultura e da preparação dos baianos para o carnaval. E, não deixou de demonstrar que Salvador não é só alegria e festa, assim como qualquer outro lugar (pois é), tem seus problemas e sua violência.

Abordou a história que precisamos às vezes olhar pro nosso umbigo antes de olhar o dos outros, falou também de toda aquela problemática da síndica crente que vive julgando e infernizando a alegria alheia e no final do filme acaba chorando.

Fora isso, foi bem bacana aquela coisa que todo mundo já está acostumado a ouvir por aí na vida real. Policiais usando do poder e da arma incorretamente e pra variar acabam matando inocentes no lugar de culpados.

No mais, o filme é praticamente um musical. Eu nunca vi gente pra mais cantar e dançar tanto como nesse filme. O Lázaro Ramos então, não faz mais nada a não ser isso. Ele trabalha, faz tudo dançando e cantando. Mas vou dizer que apesar de achar o filme “fraco”, pelo menos aproveitei as cenas do gingado dele.

Se você viu o filme fale comigo, queria ter mais uma opinião.

Do silêncio amigável

domingo, setembro 16th, 2007

Eu sei, e você cala
Eu queria ouvir de você, e você cala
Eu tento, e você cala
Eu me preocupo, e você cala
Eu desisto, e você cala

E quando é assim, a gente silencia e ta tudo certo.

De lagarta a borboleta.

quinta-feira, setembro 13th, 2007

Depois de uma segunda e uma terça tenebrosas, eu finalmente voltei a mim e posso dizer que mais uma vez a lagarta virou borboleta. Linda, feliz e muito colorida.

Tudo agora está muito mais colorido. Assim como tem sido durante todo esse ano de 2007. Ano de formatura, de superações, de crescimento, amadurecimentos, conquistas. Ano de novos amores, novas amizades, grandes amizades, muitos momentos perfeitos, mágicos, lindos. E agora tudo voltou a sorrir, todo o cinza e preto angoniante dessa segunda e terça foi embora trazendo uma força e uma paz que não tem tamanho.

Tá certo quem diz que mulheres são borboletas. Viramos lagartas nojentas, gosmentas todo mês, viu?! Mas coisa de dias, e já viramos borboletas radiantes em busca das flores, do sol e levando sorte à quem pousamos. Acredite!

Tenho tanto pra agradecer ao universo. Minhas amizades são tão perfeitas. É pra tão pouca gente poder ver os amigos de diferentes ambientes se misturando, interagindo e sendo felizes. É tão bom poder dizer que tenho amigos aqui, em SP, em Rio Claro, no Nordeste, em Belo Horizonte (quase em New Zeland), em Utah, em São Caetano, em São Vicente, no Rio de Janeiro, em Marília, em Curitiba. E é maravilhoso poder, seja como for, contar com cada uma dessas pessoas que eu amo tanto.

Agora que estou borboleta, estou me preparando pra voar um pouco alto e um pouco mais longe quem sabe. Estou pronta pra aproveitar cada segundo que está por vir (aiiii ansiedade!), e cada sorriso que pretendo e vou dar. Vou ver meu poeta favorito e talvez verei ainda os meus olhos mais bonitos.

Quem sabe uma hora eu não paro e conto tudo? Tipo diarinho.

Eu não quero.

segunda-feira, setembro 10th, 2007

Não me venha questionar.
Eu não quero responder nenhuma pergunta.
Não me venha me contar nada.
Eu não quero fazer nenhum questinamento.
Não me venha explicar nada
Eu não quero saber de nada.
Não me venha sorrindo
Eu não quero sorrisos
Eu não quero sorrir.
Não me venha chorando.
Eu não quero lágrimas.
Não me venha de braços abertos.
Eu não quero dar colo.
Eu não quero colo.

Eu não quero dividir
Eu não quero somar.
Eu não quero multiplicar.
Eu nem escrever quero.
Eu não quero nada.
Eu não espero nada.
Eu não quero que esperem nada.
Não espere de mim.

As palavras somem.
As vontades somem.

A paciência hoje não existe.

Eu teria tanto pra dizer.
Mas não quero.
Eu simplesmente não quero.

Iza Freitas

E eu giro com ele…

segunda-feira, setembro 3rd, 2007

O mundo gira
O passado vai dando espaço pro futuro
O futuro é o passado bem mais “muderno”
O passado volta sem pedir licença nem dar explicações
O passado e o futuro se misturam
E o mundo gira
E eu giro com ele…

E giro, cantando…

*Não sei o que é que falta pra esse amor dar certo
Será que eu errei em te agradar demais?
Eu acho que voce não gosta muito disso
Alguém que só te ama não te satisfaz
Amar como eu te amo até que eu não queria,
Mas o que eu vou fazer se não tem solução?
Brincar com quem te gosta assim é covardia
Faz bem só pro seu ego e mal pro coração
Parece que as vezes vivo de mentiras,
Atrás de ilusões que não tem nada a ver
Mas sei que sou teu chão, teu porto seguro
Eu vejo tudo isso e voce não vê
Você não vê
Eu não ligo pro que os outros falam,
Me arrependo só do que não fiz
Nesses casos de amor o coração é quem diz
Eu aceito todas suas crises
e finjo que acredito no que você diz
Pois quando a gente ama eu sou o homem mais feliz,
Quando a gente ama eu sou feliz.
*