Archive for junho, 2008

Assumidamente triste.

quarta-feira, junho 11th, 2008

Tem dias que eu penso em sumir
Um tempo pra pensar

É difícil te ter
Mas sem você não dá!

Não é por nada. Esse trecho em especial, as vezes me resume tanto. Eu queria só poder sumir. Me livrar de mim mesma, e das cagadas que faço. Será que um dia, um diazinho eu aprendo? Tá difícil. Eu não estou ME suportando mais.

:'(

Eu juro que eu tava muito alto astral, orgulhosissima de toda esse jeito de ser e estar. Fiz uma cagada, tentei arrumar e bola pra frente. Mas depois do tiro no pé que me dei desnecessariamente, eu assumo que tô (muito) triste. E não tem quem mude.

Desabafo.

segunda-feira, junho 9th, 2008

De repente dei um passo. Depois de tantas tentativas e desistencias por motivos que só eu poderia entender, finalmente dei um passo mais longo e mais concreto. Independente do que venha acontecer daqui pra frente, o que vale é o que já aconteceu. O passo. E outro. E mais um. Agora só me resta a tranquilidade da espera e o gozo do dever realizado. Gosto disso. Gosto quando algo acontece, quando a vida anda mesmo que só eu mesma saiba disso. E minha vida não tá andando, tá é voando. E eu estou aqui, gritando superficialidades e selenciando verdades.

Esse Ano Eu Não Morro

sábado, junho 7th, 2008

Com o tempo a gente aprende a ficar calado. Em boca fechada não entra mosca. Nem sai merda. A gente pensa, sofre e cala. Quem cala, sente. Sozinho. Melhor assim ao dividir confusões que as explicações são óbvias e ninguém quer entender. Eu não quero.

Nunca quis entender o seu adeus e nem os erros meus. Dessas coisas a gente faz arte e finge que serve pra alguma coisa. A dor ainda é a mesma e hoje me dei conta disso.

Procurei, em vão, não pensar em suas mãos tão lindas. Tentei não ouvir a canção que me faz lembrar você.

Tentei não ser brega e me lembrei de sua tentativa de ser cada vez mais sofisticada. Quer algo mais brega do que escrever sobre um amor apodrecido?

Hoje mudei de quarto mais uma vez, já que ainda não posso mudar de apartamento. Talvez, no próximo ano, tudo mude. Mas, hoje eu sou o mesmo: brega. Continuo me lamentando e mentindo, enquanto as decepções são mútuas.

Por: Isquierdo

(L)

sexta-feira, junho 6th, 2008

Certas pessoas as vezes vem invadindo o espaço que a gente dá pra elas. Rasgando tudo como se fosse papel de escola. E toma conta da atenção, dos pensamentos e das vontades da gente. As vezes é impossivel resistir àquela janelinha piscando ou aquela nova mensagem recebida no celular. É como se fosse um imã, meu pensamento sempre é atraido por vc. E é bom gostar de vc.

Por: Jordânia Nayara

Das coisas estranhas.

quarta-feira, junho 4th, 2008

Não sei o que significa, até tentei pesquisar mas não achei nada interessante. O que acontece é que de forma quase doentia ando vendo números iguais nos relógios digitais.

18:18
05:05
20:20
23:23

E por aí em diante. Todo o tipo de número, vários momentos do dia e quase todos os dias.

Tinha uma brincadeira de que você fazia um pedido toda vez que isso acontecia, fiz e eles (nem os mais idiotas) não se concretizaram. Passei a ter raiva, e evitar a olhar pro relógio.

Mas afinal, o que será isso?

Você, sabe?

** editado 05/06/2008 – 23:51 **

mel diz: minha irmã diz que quando isso acontece é porque alguém especial lembrou da gente.

Gente, quem está pensando em mim? Contaê, são vocês ou é você?

Ladrão de inspirações.

segunda-feira, junho 2nd, 2008

E de repente eu descobri uma coisa engraçada.

Depois de alguns imprevistos, criei um hábito de escrever no Word, para evitar perder o texto caso haja um desses tais imprevistos e eu fique querendo matar o primeiro filho da puta que eu ver. Até então nenhuma novidade, acredito eu.

De repente vi que minhas inspirações sumiram. Eu olhava a tela branca no Word e as palavras corriam de um lado pro outro alvoroçadas na minha cabeça.

Culpei a falta de leitura, culpei um novo amor que dispensava palavras, culpei o excesso de talento alheio que me inibia, e culpei até mesmo a tal da felicidade. Todos sabem que não existe nada mais poético que o sofrimento e eu estava (e estou) muito feliz.

Hoje, após uma leve releitura no blog descobri quem roubou minha inspiração. O Word.

De tudo que tenho metralhado por aqui e dos meus últimos textos “poéticos” ¹, foram todos escritos na janela do WordPress. Assim, abri o wordpress sem compromisso, vou em “write a post” e as palavras vão saindo, montando frases. Dá pra entender?

Desculpa Word, mas eu não funciono sob pressão.

¹
1. http://www.izafreitas.com.br/?p=219
2. http://www.izafreitas.com.br/?p=217
3. http://www.izafreitas.com.br/?p=214
4. http://www.izafreitas.com.br/?p=204
5. http://www.izafreitas.com.br/?p=200
6. http://www.izafreitas.com.br/?p=190
7. http://www.izafreitas.com.br/?p=187
8. http://www.izafreitas.com.br/?p=163
9. http://www.izafreitas.com.br/?p=161
10. http://www.izafreitas.com.br/?p=63
11. http://www.izafreitas.com.br/?p=82
12. http://www.izafreitas.com.br/?p=85
13. http://www.izafreitas.com.br/?p=89
14. http://www.izafreitas.com.br/?p=118
15. http://www.izafreitas.com.br/?p=152
16. http://www.izafreitas.com.br/?p=158
17. http://www.izafreitas.com.br/?p=222
18. http://www.izafreitas.com.br/?p=223
19. http://www.izafreitas.com.br/?p=225