Archive for julho, 2008

De Olho

terça-feira, julho 8th, 2008

Momento de emoção….

Meu blog foi indicado pela minha linda Madame Tantã para o selo “Esse blog vale a pena ser olhado”.

Selo Esse blog...Vale a pena ser olhado

E eu sigo em frente indicando os meus favoritos (escolhi entre os que ainda não foram indicados.):

Paradisso

Abridor de Latas


Cinesurpresa

Caso queiram repassar a corrente, os escolhidos devem seguir os seguintes passos:

1) Indicar outros cinco blogs aqui.
2) Passar este link aos blogs indicados.
3) Criar um post com o selo e os cinco links dos indicados.

Basta.

terça-feira, julho 8th, 2008

Você me lê.
Isso me basta.

Quem disse o que eu quis dizer foi: Tallulah

Carta para além do muro

sábado, julho 5th, 2008

Cuido meus olhos para não me trairem e não te assustarem e não ficarem querendo entrar demais no de dentro dos teus olhos, então eu cuido devagar tudo que digo e todo movimento, porque eu quero que você venha outras vezes e eles dizem que se eu me mostrar como realmente sou você vai ficar apavorado e nunca mais vai aparecer nem telefonar …

Quem disse o que eu quis dizer foi: Caio Fernandes.

(des)amor.

sexta-feira, julho 4th, 2008

Durante um tempo estou passando por grandes transformações. Dessas notáveis e que dá vontade de gritar ao mundo.

Algumas já venho pondo em prátia sempre que posso, e me orgulho a cada movimento. Outras já haviam mudado, mas o tal “click!” veio devagar e só agora ando podendo afirmar.

Queria gritar ao mundo tantas coisas. Mas não posso. Outras simplesmentes não consigo. E algumas, só Tati Bernardi pra traduzir tão ao pé da letra o que eu queria dizer. Se eu escrevesse não definiria tão bem quanto ela definiu.

…Se não sonho mais, não planejo mais, não desejo mais, não espero mais nada, o que eu estava fazendo ali?

Não te amo mais, queria dizer a ele, pela primeira vez, sem esperar que ele sofresse com isso. Sempre quis que ele sofresse com o dia em que eu não o amasse mais. Mas justamente porque eu não o amo mais, nem quero mais que ele sofra. Aliás, não quero mais nada. Só ir embora.

(…)

… Claro que sobrou um carinho, uma amizade, uma graça. O mesmo que tenho pelo resto da humanidade que julgo digno de alguns minutos do meu tempo. Mas tudo aquilo, meu Deus, tudo aquilo que era maior do que eu mesma, maior do que o mundo, que me soterrava, que me transportava pra outra realidade, que fazia meu corpo inteiro doer tanto de tanto sangue inchado que passava por ele, tudo aquilo, nossa, acabou. Já era.

(…)

…Quero namorar esse homem? Não. Quero casar, ter filhos, envelhecer ao lado dele? Não mais. Nunca mais. Quero transar com ele, ainda que daquele jeito errado em que minha solidão procura um abraço e a solidão dele procura uma sacanagem? Não. Nem a pau. Quero reviver uma memória pra me sentir viva, emprestar uma alegria pura do passado? Não, tô fora de continuar sempre no mesmo lugar, me roubando minhas próprias histórias.

(…)

…Quero lamentar a falta de um beijo inteiro, um abraço de verdade, um carinho sem medo e uma atenção entregue sem nenhum egoísmo? Não. Não quero mais mudar ou fantasiar ninguém. Deixa o mundo ser como é. Deixa ele ser como ele é.

Pequena arrumação.

quinta-feira, julho 3rd, 2008

E de repente toda aquela bagunça começou a incomodar. Já não dormia mais de tanto pensar naquela desarrumação toda. Sabia que tinha que fazer algo. Faltava só a coragem. Era mais fácil deixar passar, e viver aquilo tudo assim mesmo. Mas, de um dia pro outro tudo aquilo se tornou insuportável. O sorriso já era falso. A alegria forçada. Se anestesiava de si mesma. Chega!!!!

Isso sai
Aquilo fica
Esse guarda no baú, pra dar um tempo.
Essa joga fora, não dá mais!

E assim quase tudo se organizou. Ainda há muito o que organizar. Falta ainda a adaptação. Difícil conviver com certas mudanças. Mas chega uma hora que nos enchemos de nós mesmos e precisamos fazer algumas faxinas internas. E essa foi apenas uma pequena arrumação. A última faxina caprichada foi feita em 29/11/2006.