Archive for janeiro, 2009

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sábado, janeiro 31st, 2009

Estou aqui no Rio de Janeiro, ja que eu vim porque minha irma vai casar em abril e ai precisamos vir dar um help aqui pra ela com escolha de decoracoes, comidas, vestido, etc. Esta sendo super gostoso participar desses momentos com ela e de ver que isso tambem eh muito bom pra ela, sabe? Confesso que eu achei que ficaria toda romantica querendo casar, mas na verdade nao senti nada disso. Sei la, acho que estou leve e nao estou gostando de ninguem o suficiente pra querer me casar. Ou talvez eu nao seja mesmo romantica o bastante para essas coisas.

Isso acabou me fazendo pensar um pouco sobre esse assunto. hehehe

Apesar de ser uma pessoa de grande amor, de ouvir musicas e momentos que marcam esse amor. Eu nao me considero uma pessoa romantica e acho que nem teria muita paciencia pra essas coisas.

Pra comecar, nao gosto de buques de flores e muito menos caixa de bombom, ursinho ou qualquer outra coisa “fofa“. Nao curto muito essas coisinhas meiguinhas e fofinhas, vindo do homem isso pra mim se torna ainda mais patetico. Pra me conquistar o cara ganharia mais sendo criativo, com senso de humor e ligado em simbologias. Outra coisa que perde muitos pontos comigo eh demonstracao publica de afeto, ridiculo!

Sou apaixonada por musicos; ja gostei de guitarrista, baterista e agora de baixista. Mas se tem uma coisa pavorosa, eh o cara dedicar a musica pra mim em publico. Vou ficar toda boba se estivermos a sos, em um contexto que nos sabemos, e o cara tocar a musica pra mim. Mas essa de dedicar em publico me envergonha e eu acho super tosco, perco tesao total. Basta apenas um olhar cumplice, que eu saberei que a musica eh pra mim sem precisar anunciar aos quatro ventos!

Tambem nao deveria ser esperado de mim uma relacao de carinhos, abracinhos e beijinhos em publico. Eu ate gosto de carinhos e tudo, mas ja foi comprovado mais de uma vez que isso feito em publico eh involuntariamente repelido. Nao sei porque isso acontece, eh uma mistura muito louca que passa dentro de mim que eu ate “gosto”, mas rejeito.

Nao sei viver esse momentos romanticos e aquela cara patetica que as pessoas vivem quando estao juntas. Tenho a impressao que eu e meu marido perfeito viveriamos um tirando onda na cara do outro, e nossas “surpresas romanticas” mais pareceriam com armadilhas do que com outra coisa. Nao existiria diminutivos nos apelidos e sim xingamentos carinhosos.

Homem bonito, sexy e gostosao nao me da tesao nenhum. O cara tem que ser sexy sem querer ser, e ter um corpo normal e um tamanho mediano. Se nao for assim nao me atrai, nao parece homem sabe? Soa como algo sei la, intocavel, meio bizarro. Tambem nao curto homem catalogado, ele tem que ser ele, e versatile. Uma calca jeans e uma blusa esta otimo.

Alias fantasia sexual com bombeiro, policia, marinheiro, mecanico, surfista? Nada disso!! Eu morreria de rir e cortaria o clima na hora!! Fazer climinha, etc? Nao perca tempo!! Pra me agradar?

Descubra!

(mais…)

Preciso?!

quarta-feira, janeiro 28th, 2009

Eu nunca fui a menina que fez um monte de coisas pra parecer feliz pros outros. Eu nunca bebi, nunca fumei, nunca dei uns tirinhos, nunca tomei bala, nem doce e nem porra nenhuma. Eu nunca entorpeci minha mente porque a vida já faz isso bastante sem eu pedir e viver já me deixa bem louca sem que eu precise de aditivos. Eu nunca me maquiei de feliz quando eu não estava e é por isso que as pessoas sempre souberam quando eu estava triste.
Mas tristeza é fase e felicidade também. Se você vem e a gente se diverte junto, então você será bem vindo sempre. Mas se você se incomoda, então meu xuxu vai tomar no meio do olho do seu cu e deixe, por favor, o meu fora da reta.

Rani Ghazzaoui

Preciso dizer algo mais?! hauhauhauhaiuh

Deu branco!

quarta-feira, janeiro 28th, 2009

Eh engracado que vivemos querendo uma chance, uma ideia, uma oportunidade e quando ela vem da o tal do branco. Isso eh horrivel.

Comecei a trabalhar no meu ex-emprego meio assim sem querer. Nem faculdade eu tinha ainda. Quando vi, ja estava fazendo textos e de repente so recebi a proposta de ganhar por aquilo que eu ja estava fazendo. Foi facil pois alem de ter apenas que dar o numero da minha conta e continuar fazendo o que eu ja fazia, ainda tinha a consciencia leve de uma menina de 18 anos.

Hoje, beirando meus 28 anos e formada desde 2006, tudo me amedronta. Desde as propostas mais bacanas do mundo, como um simples “escrever em blog”. Vira e mexe, manter esse esse espaco torna-se um fantasma de 40 cabecas raivosas. Mas preciso; porque gosto e porque preciso treinar textos seja la como for.

Ha pouco fui chamada para integrar um blog de Cultura. Assunto que amo, parceiria com gente que adoro e pretencao nenhuma. Consegui? Tive varias ideias e travei nos textos. Normal, dar tempo ao tempo que sem pressao a coisa sai. O unico pavor de tudo isso, eh quando for pra valer, sera que vai sair algo?

Eh por essas e outras que inicio minha pos-graduacao em breve, e pretendo dai desencadear um bucado de projetos engavetados.

Veremos!

Sua paz

domingo, janeiro 25th, 2009

Eu quis tanto ser a tua paz, quis tanto que você fosse o meu encontro. Quis tanto dar, tanto receber. Quis precisar, sem exigências. E sem solicitações, aceitar o que me era dado. Sem ir além, compreende? Não queria pedir mais do que você tinha, assim como eu não daria mais do que dispunha, por limitação humana. Mas o que tinha, era seu.

Por: Caio F.

Sete Vidas

sexta-feira, janeiro 23rd, 2009

Particularmente eu sempre gostei do Will Smith e isso sempre foi um chamativo pra me fazer ver determinados filmes. Não pela minha opinião física do cara, mas por ser alguém que me chama a atenção quando está atuando. E em Sete Vidas isso não foi diferente, mas quando eu vi a história; intrigou-me mais ainda.

Mais uma vez eu fui atraída pelo lado emocional pessoal. Achei que como “O curioso caso de Beijamin Button”, o filme “Sete Vidas” poderia também dar uma remexida aqui por dentro. E não deu outra. Talvez não tanto, mas posso dizer que não foi em vão.

O filme é interessante. Começa com o final, dá uns giros e aí aquieta e te põe pra assistir bonitinho na cadeira do cinema. Ben Thomas (que não é Ben Thomas, rá!!) é um cara que causou um acidente que levou a morte de 7 pessoas, incluindo sua esposa. Desde então, ele vive em paranóia de que precisa compensar esse erro e o melhor jeito seria salvando 7 vidas.

No filme mostra Ben Thomas como um cara bom pra caramba e totalmente sentimental (eu arriscaria dizer até que trata-se de um canceriano hahaha), uma amostra disso é o modo como ele lida com o irmão e o seu amigo Dan; sempre trocando “I Love you”. É um cara honesto e que sofre com o peso da culpa e que se emociona e se envolve com os problemas alheios.

Mesmo assim, Thomas não quer fazer as coisas em vão, e precisa então escolher pessoas que realmente mereçam as suas prendas. E aí que o filme desenrola de um jeito bastante interessante.

Apesar de aqui em Santos o filme já estar saindo de cartaz, não é justo entregar o ouro. Mas fica a dica novamente pra prestar atenção no psicológico e emocional das pessoas. E como bem me lembrou um amigo; reparar nos simbolismos que aparecerão durante o filme também.

A trilha sonora é bem interessante, lá na sala do cinemark eu já havia decidido em chamar atenção pra isso porque foi realmente bem legal. Os personagens também foram muito bons, mas o filme acaba enfatizando um pouco mais os personagens principais como Ben Thomas e Emily Posa.

Mudança de hábito

quinta-feira, janeiro 22nd, 2009

Com medo da responsabilidade, escondo as palavras. Fujo do desabafo.
Desculpe se desapontei alguém.
Acontece que as vezes é necessário ser indiferente (e como é difícil isso…).

Continuarei escrevendo meus desabafos, mas longe dos olhos de quem tenta entender
Não é por mal, mesmo.
Amo os comentários e é muito bom saber que alguém me entende.
Mas desta vez achei melhor me calar.
Achei melhor não deixar que entendam.

O curioso caso de Benjamin Button

quarta-feira, janeiro 21st, 2009

Já fazia um tempo que eu queria assistir O curioso caso de Beijamin Button. Acho que de inicio o que me motivou a ter interesse foi por causa da situação que de uma forma ou de outra, eu me identifiquei logo de cara. Beijamin é um ser “diferente”, poderíamos chamar até sei lá, de “aberração”, e o psicológico disso tudo sendo tratado no filme me interessou um bucado. E não foi em vão.

O filme é longo e muitas vezes até um pouco parado, como muita gente anda dizendo por aí. Mas ele fica muito mais interessante se você se foca no emocional e no psicológico dos personagens e começa dar uma viajada nisso. É realmente algo que mexeu com meu cérebro e com meus sentimentos do jeito que eu esperava.

No fim das contas, apesar de tantos conflitos que uma vida como a de Beijamin pode trazer, e traz, ele acaba mostrando que as coisas são como são. E se não deu certo é só tentar refazer, e se não der pra refazer; paciência. E isso é só uma das outras tantas que trata o filme.

O filme não banaliza o caso de Beijamin, mas mostra as coisas como elas podem ser na realidade: os que rejeitam, os que acolhem, os curiosos e os que simplesmente tratam como se nada houvesse. E isso mostra também na postura dele, que apesar dos pesares não dramatiza tanto as coisas.

Uma curiosidade bastante engraçada é que em vários momentos me veio a lembrança do filme Titanic, feito com DiCaprio, na cabeça mas não por nada relevante, foram por detalhes bobos.

A maquiagem do filme é realmente muito bacana, e os atores muito bem escolhidos, Brad Pitt inclusive.

Eu indico, vale a pena ver.

De volta para o futuro

terça-feira, janeiro 20th, 2009

Outro dia cai na loucura frenética de passar todos os posts do meu antigo blog pra cá. Sei lá porque cargas d’água eu fui no meu blog um pouco mais antigo que esse e transferi cada texto manualmente e ainda nas datas exatas… Foi incrível!!!

Descobri o quanto não sou mais tão transparente quanto já fui um dia. Bom sinal. Ser transparente, pra falar a verdade, não é algo que me orgulha muito não. No final das contas me deu força pra manter meu hobby, porém com determinados cuidados que eu e as pessoas envolvidas merecemos.

Vi também o quanto meu blog bombava mais antigamente. Eram tantos recadinhos e opiniões e tudo mais. Entendi com isso, que as pessoas se prendem mais por saber das nossas vidas assim escancaradamente do que tentar olhar o que é dito nas entrelinhas tortas de um texto feito male – male subjetivo.

Criei a dúvida também sobre o assunto de comentários. É gostoso receber um mimo, uma frase, uma opinião sequer que demonstre que não estamos sós… Mas às vezes, será que queremos mesmo a interferência alheia? Até onde isso interfere no texto a ser postado? Afinal, um blog pessoal assim, é escrito pra quem? Às vezes, também valem mais os comentários em off que só perdem por não podermos relê-los em um momento nostálgico como tive ao copiar os posts antigos pra cá. No fim das contas, off ou público, descobri que quem escreve, quer ser lido.

Pude ver quanta coisa mudou, e quantas hoje se repetem só que em um sistema tipo “Level 2”. Pude me ler, me ver de longe e encontrar pedacinhos meus que eu nem sabia, mas estavam perdidos por aí. Encontrei um pouco da essência que eu procurava.

Se tiver assim, curtindo o ócio, e quiser ler um pouco sobre meu passado é só ir do lado esquerdo da tela do blog, em arquivo (acho) e ver os textos lá de 2005. Quem sabe, um dia eu ainda puxo a época do “Duduzinha”, blog antigaço que dá é muita VA (Vergonha Alheia).

Das novidades

segunda-feira, janeiro 19th, 2009

Desde pequena eu sempre dizia que queria fazer psicologia, acho que era por causa desse meu interesse de saber e entender sobre os seres humanos e seus comportamentos e pensamentos. Mas a vida foi me carregando para rumos que eu definitivamente não esperava!

Quando notei, estava trabalhando em um site e ganhando, o que pra mim na época era uma fortuna, R$ 500,00 por mês. E isso me empolgou, e me carregou para o caminho do Jornalismo, que pra mim na época nem tinha nada ver com a minha sonhada psicologia.

Toda aquelas aulas me fascinavam e parecia que eu estava realmente no lugar onde deveria estar. Dava impressão que era aquilo sim, que sempre sonhei pra minha vida. Era fascinante ter aula de Rádio, TV, Impresso, mas nada foi mais fantástico do que ter aula de Cultura Brasileira. Aquelas aulas me davam uma sede de vida, uma coisa tão forte que me fez entender completamente porque é que eu estava ali.

Não tem nada que me fascine mais do que conhecer novas músicas, novos estilos, arte e tudo mais. Confesso que com o cinema eu tenho uma dificuldade maior e um ponto fraco de geralmente dormir durante os filmes, mas isso é algo que tenho procurado melhorar. Mas se tem uma coisa que me deixa vidrada é ouvir um artista (músico, ator, pintor, desenhista, o que for) falar sobre a sua arte em sua vida. Eu acho lindo ter a oportunidade de conhecer sobre determinada coisa e obter esse conhecimento através de quem não apenas sabe, mas ama o assunto.

E, finalmente depois de um bom tempo esperando eu fui e fiz a minha matrícula pra minha tão sonhada Pós-Graduação em Jornalismo Cultural. Porque é isso que me dá adrenalina, é isso que me faz querer me jogar de cabeça. Quero conhecer tudo o que eu puder do mundo que eu tanto gosto, e poder um dia falar e fazer com o mesmo saber e paixão da qual eu gosto de ver nos olhos das pessoas que admiro.

Ainda não foi confirmado que terá o curso, pois precisa ver se até dia 14 junta 20/30 alunos, mas isso geralmente acontece, e também não sei exatamente se será mesmo tudo isso que anseio. Só sei que estou com uma puta vontade, e alguns bons planos pra essa empreitada pela frente!

Agora é seguir em frente e continuar a sonhar realidades!

Sem explicações…

domingo, janeiro 18th, 2009

“…me consola, moço.
fala uma frase, feita com o meu nome,
para que ardam os crisântemos
e eu tenha um dia feliz!…”

Hoje é um daqueles dias que preciso de um abraço silencioso, sem pedidos de explicação.