Archive for março, 2010

Éponge – O Retorno

quarta-feira, março 24th, 2010

Então que no domingo dia 21 de Março me arrumei (até pintei o olho, ó!) e fui para mais um show do Éponge. Fui porque eu realmente acredito na banda desses caras, e porque sei que eles gostam do que fazem e fazem com brilho nos olhos; e isso pra mim é quase (eu disse quase, viu?) tão importante quanto tocar bem. E eles, tocam!!!

E daí que já fazia tempo que eu não os via no palco, fazia tanto tempo ou minha cabeça anda tão fraca que eu pensei, mas não consigo afirmar qual foi o último show que eu assisti. E aí chegamos lá, conversamos entre amigos, tomamos aquela cerveja gelada e então às 22h e alguma coisa (ou antes… Sei lá!), os “meninos” (sim, porque pra mim são sempre meninos) subiram ao palco. Eu e uma amiga optamos por assistir o show de longe, que não era tão longe assim, e eu foquei mais no som do que na “tiatagem”, na presença de palco, expressão corporal e tal.

A banda é a mesma, mas o som… quanta diferença!!!! Rolou nitidamente uma melhora geral. Dá pra notar isso tanto cada um na sua área quanto o conjunto todo da obra. O som está melhor e os detalhes mudados em uma música e outra foram sensacionais. Estão de parabéns, os queridos esponjosos!!!

O JP, meu Deus!!! Eu agora entendo tudo o que o JP canta!!! E olha que nem era acústico, como foi no Aliança Francesa! Fiquei orgulhosa de ver o galã (teador) da banda cantando mais alto e com mais nitidez! Melhorou um bucado e me deixou empolgada logo na primeira música.

Wass cresceu na banda, não cresceu? Que me corrijam se eu estiver errada, por favor! Gostei que teve coisa nova do Wass em algumas músicas, ficou ótimo, e deu um novo look na música! Mas continuo dizendo que no palco o Wass age como baixista; quietão, centrado no que está fazendo e tal.

Já o BlackFabio por sua vez parece muito mais um guitarrista rock n’ roll sacudindo a careca, fazendo caras e bocas e arrebentando no backing vocal!! Calma, não é só zuera não… O BlackFabio mandou benzaço também no baixo e fez a sua parte muito bem feita no palco! Eu sou só orgulho do meu amigo.

Em qualquer banda do planeta, inclusive a Éponge, que eu veja; eu sempre reparo cinco vezes mais na bateria! Dessa vez, me apeguei muito mais ao todo, e aos outros detalhes notáveis, que ouvi o som da batera mais no geralzão. Mas eu acho e sempre achei o Rapha muito bom. E domingo, com certeza, assim como toda a banda; ele esteve muito bem.

Só posso dizer que tive um domingo agradável não somente porque vi (muita) gente querida; mas porque vi que a fé que eu boto nesses quatro rapazes não está sendo em vão. Éponge me sugou e vai sugar muita gente por aí ainda!!!

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Guns n’ Roses

quinta-feira, março 18th, 2010

Olha…

Quando eu tentei escrever no meu blog… tentei escrever o que eu achei e senti sobre o show… mas estou enferrujada e não consegui me fazer entender…as ideias estavam e estao desconexas na minha cabeça por diversos outros motivos.

Mas aqui, http://blogs.estadao.com.br/felipe-machado/show-do-guns-n-roses-axl-e-o-rockstar-bomba/, eu encontrei o texto que diz exatamente as minhas sensações no show.

Até tirei meu texto do blog…. deixa esse aqui até o dia que minhas palavras voltarem à minha cabeça.

Guns N’ Roses no Palestra Itália

segunda-feira, março 15th, 2010

Antes de contar exatamente minhas opiniões sobre o show do Guns N’ Roses, eu gosto sempre de dar uma introdução do que isso significa na minha vida.

Em primeiro lugar, porque comecei a ouvir Guns lá nos arredores da 6ª ou 7ª série. Tinha um garoto lá, daqueles típicos que adora tocar guitarra, deixar o cabelo crescer, a pele branca e jura que vai ser um Slash ou um Axl da vida, pois é. E como não podia ser diferente, me apaixonei temporariamente por esse rapaz, e acabei me dedicando a ouvir um pouco mais aquela banda que eu conhecia mas talvez não tanto quanto eu poderia. Mas continuei sabendo pouco, porque na verdade eu dei uma aprofundada, mas não ao ponto de saber tudo; eu não era e não sou necessariamente fã da banda. No fim das contas eu parei de gostar do rapaz em menos de um ano, mas ele é um amigo que eu tenho até hoje e que me dá muito orgulho com suas conquistas no mundo da música. E a música que marcou? Obvio; Don’t Cry. Mesmo não gostando do rapaz, eu ouvia ainda a banda uma vez ou outra. Já tinha colhido material, agora era só desfrutar mesmo! E além do mais, o Axl sempre me foi muito intrigante e eu gosto de vê-lo no palco, ler, ver ou ouvir histórias sobre ele.
Depois de um tempo, eu vi que saiu o novo CD do “novo” Guns N’ Roses; o Chinese Democracy, que demorou tanto tempo pra finalmente ser lançado. Não era um CD ruim, mas de fato não se tratava mais dos Guns que eu estava acostumada a ouvir e gostar. Era apenas uma banda quase nova em um CD completamente novo. Ouvia raramente no suffle da vida, mas tava lá rodando com tantas outras do Guns, ou não.
E, por fim, é sabido já para os que me conhecem, que eu realmente não sou de recusar nenhum convite sequer para show! E eu estou falando de qualquer um mesmo; basta ter acesso pra cadeira de rodas e eu ter dinheiro ou ser bancada, que eu estou totalmente dentro! Gosto de ouvir a música, de ver a estrutura do show, da banda, o comportamento em cima do palco, o comportamento da platéia e tudo que envolve o show! E, minha irmã me chamou para o show exatamente por saber que eu topo tudo que envolva música, arte e cultura! E a oportunidade de estar em família e curtir mais tempo ao lado da minha irmã então, fez com que o convite fosse pra mim; irrecusável!
Na semana que antecedeu o show, eu dei uma escutada novamente nas músicas e procurei ler um pouco do que estava previsto para o show. Tentei me antenar até o momento de sair de casa para o show. Soube mais ou menos o setlist e ainda li algumas críticas pra tentar não me surpreender demais, fosse pra bom ou ruim.

O show.

Levando em conta que o show começou um pouco depois das 0h30 e que graças a Deus nós chegamos o suficientemente atrasadas pra ver apenas o Sebastian Bach e tomar um chazinho de cansaço até a hora de finalmente o “Guns N’ Roses” entrar no palco, foi tudo ótimo; aventura e diversão.
De fato não é um show, e sim um espetáculo. A coisa começa com fogos de artifícios logo na entrada do Axl, e durante o show tem explosões, fogo de verdade e termina com papel picada, fogos e muito brilho. Isso tudo foi muito criticado por aí e eu confesso que também não são fogos, papéis picados e nem chamas de fogo que os fãs do Guns esperavam para aquela noite. Mas também, não vejo porque meter o pau, já que é uma comemoração ao retorno, e tudo mais! Deixa ele explodir o que quiser em paz, pô!
Na minha opinião, o Axl é um ícone e ponto final. O cara é foda no palco, desde cantando, tocando o piano, tratando o público, zuando e tudo mais que tem direito! O cara tem um jeito típico e é incrível como o tempo voa enquanto ele está no palco. Não sei se é carisma ou se eu sou mesmo retardada e fico assim em ver o Axl no palco pela primeira vez ao vivo. Mas devo dizer que eu gostei pra caramba de vê-lo cantando e correndo e dançando como eu costumava ver nos vídeos da vida por aí. Além do que, é gostoso a forma como ele fala dos fãs e de como canta e como anda o palco inteiro e de como pega cada presente que lhe jogam da platéia!
É muito chata e cansativa a freqüência que ele sai do palco e que troca de roupa! Acho que foram mais ou menos umas quatro ou cinco vezes. Enquanto isso, rola cada vez um solo de um instrumento no palco; guitarra, bateria, baixo e até piano!!!! Não que seja ruim, mas por volta das 02h da manhã é complicado ficar esperando o vocalista se trocar dez vezes! Mas de qualquer forma, quando ele voltava fazia o povo esquecer o cansaço e cantar e dançar com ele as músicas antigas e atuais; mais atuais do que as antigas.
A banda é boa pra caramba sim, ao vivo dá pra notar isso. Mas de fato remete a imagem do Charlie Brown Jr, onde o Chorão mantém uma banda que já não tem quase nada ver com a banda inicial e que goste ou não fez toda a história do grupo. Aliás, diga-se de passagem que isso faz uma diferença enorme. Minha irmã, que não acompanhou as notícias sobre o show e sobre a banda, sentiu muita falta do Slash e demonstrou não ter gostado muito das músicas do Chinese Democracy.
No fim das contas tive um sábado genial, e a oportunidade de poder estar presentes nesses acontecimentos são sempre indescritíveis! Uma pena não ter bolso suficiente e nem ser “ninguém na noite” pra ter entrada livre em qualquer um desses shows. Felicidades pelos que assisti e o lamento pelos que perdi e ainda vou perder! Rsrsrs.

O texto talvez esteja bem fraco, mas qualquer coisa entre em contato. :)

Por enquanto…

segunda-feira, março 8th, 2010

É, eu ando mesmo falando as coisas mais direcionadas. Cansei um pouco de escrever cartas para o vento, na esperança que você um dia leia e entenda. Eu na verdade cansei um pouco de olhar pra dentro e resolvi perder meu tempo olhando só pra for a

Já não perco meu tempo esperando que você cumpra a sua palavra. Não espero suas atitudes, suas iniciativas espontaneas. Eu tento lidar bem com a saudade e com todo esse espaço que existe entre seu corpo e o meu. Quem sabe um dia você apareça, quem sabe um dia você ligue me convidando, quem sabe um dia você volte com mais tempo.

Abri a janela de uma vez por todas! Nem sempre o ambiente é tomado por aquele azul tão luminoso e contagiante. Mesmo nos dias cinzas, eu tenho deixado as janelas abertas e apreciado toda a dor daquele dia cinza. Aqui já não dói mais. Ou melhor, aqui eu já aprendi a lidar com os dias cinzas e doloridos. Pelo menos por enquanto.

Foi esse trecho do texto Dela, que me estimulou a fazer esse post:

(…) “como te dizer todas essas coisas que se perdem dentro de mim? Queria te dizer; olha tudo bem. Tudo bem ser inadequada, tudo bem sentir saudade, tudo bem esperar, tudo bem entender. E queria que isso fosse verdade, que não doesse, queria não sentir, queria conseguir vestir a minha armadura de novo.