Archive for julho, 2010

Olá…

segunda-feira, julho 26th, 2010

Ei!

Faz tempo que não lhe escrevo! Não vou mudar mais, sabia?! Eu te contei mas nem sei se você viu ou entendeu! Não disse nada… Mas tudo bem! Nem vou entrar mais nesse mérito de mulherzinha chata!!!! Deixa pra lá!!!

Já estou com saudades de você, sabia? Nos vimos de uma forma meio assim, nem deu pra matar as saudades!!!! Queria sentar e conversar contigo, sabe? Tantas coisas pra te falar, mas agora já nem sei mais se posso ou se devo!!! Mas eu estava tão disposta a ter essa conversa, achei até que talvez você gostasse… mas já nem tenho mais toda essa certeza!!! Você é fascinante mas um tanto esquisito, pra variar… rs…

As coisas por aqui vão bem. Mesmo com a não-mudança, eu estou legal e otimista com a vida! Sei lá o que eu penso, ainda não desisti de mudar e nem dos meus objetivos!!! Mas entendi que a vida tem seu sentido e sabe como e onde chegar! Eu vou ali dirigindo como um carro, só seguindo com fé na estrada!!

E você? Como está? Anda tão sumido… da minha vida! Mas sabe, nem vou me alongar nesse assunto não… ando meio exausta dessas coisas! Você sabe o que faz e sabe como fazer pra me achar! Fica com seus momentos… quando chegar o meu momento dentro dos seus… você me acha! Porque não vou fazer joguinho, nem dizer que é tarde demais! Aqui, você pode chegar a hora que quiser, terá sempre um café e um doce pra te receber.

Inté!

E de repente!

quinta-feira, julho 22nd, 2010

E de repente; a morte.

E as pessoas e animais, morrem cada vez com mais facilidade. Morrem todo dia, toda hora, de todas as maneiras possíveis e inimaginarias! E a morte dói. Seja ela qual for. Dói ver a morte, mesmo quando é a prima de uma amiga sua, o filho da atriz, a mãe de um colega seu ou a gatinha de alguém que você gosta muito. E a morte não tem volta, não tem consolo, não tem palavras. Apaga-se uma luz, fecha-se uma porta, termina-se mais um conto.

E de repente; a morte.

E as pessoas e animais morrem assim; subitamente. Morre inesperadamente, nos deixando sempre perplexos. E mesmo sendo a única certeza que temos da vida, ainda sim é a coisa que mais nos surpreende. Uma das únicas coisas que nos fazem frear de repente. Morre a criança de quatro anos, que não viveu pra expor suas idéias e ideais. Morre o jovem no auge da adolescência, sem nem tempo de se transformar em alguma, sabe-se lá no que! Morre a mulher com metade da vida já vivida, com filhos, netos e amigos. E morre aquele nosso animalzinho de estimação, que nos consola sempre nas horas que mais precisamos (mesmo às vezes a gente nem sabendo).

E de repente; a vida.

E no dia seguinte a luz do dia reascende, as pessoas caminham pelas ruas, o comércio, as portas e janelas se abrem novamente. E a vida continua até que no próximo semáforo, escorregão ou suspiro ela dê mais uma freada brusca e a gente se surpreenda tudo novamente. E assim quantas vezes forem preciso.

Esse texto é pra banalidade da vida e da morte. Acontece diariamente, mas seqüencialmente rolaram quatro que me frearam a vida. Meu carinho à @Prixila, à @Cissa_Guimaraes, à Fabi (Ravi) e ao @Fanitelli…que meu carinho afague vocês!

O Ex

sábado, julho 17th, 2010

A gente nunca namorou, mas você é o meu ex. Por todo o sentimento que um dia eu tive, por todos os sonhos e planos e dedicação que um dia foram voltados à você. Meu ex antes de ter sido, o ex que só deu certo por nunca ter sido “o atual”.

E quando a gente se esbarra é sempre aquela coisa de quem se conhece mais do que parece, e que hoje sabe administrar só a parte boa de uma relação findada, antes mesmo de partir ao meio. E a gente se abraça, se curte e se sorri, com um leve ar de passado bem resolvido.

Toda vez que te vejo, sinto aquela sensação de amizade-pós-termino-de-relação. E toda vez sinto aquele alívio de quem finalmente nota que nós funcionamos bem, exatamente assim. Aquela conclusão de que a gente nunca teria dado certo juntos, e que nosso “junto” é assim, meio separado mesmo.

Leia ouvindo: Cool – Gwen Stefani

1972

quinta-feira, julho 8th, 2010

Outro dia eu vi o filme chamado 1972. E eu me identifiquei tanto com toda aquela história que, por mais que o filme seja simples e talvez até meio água com açúcar, ele acabou mexendo muitas coisas aqui dentro de mim.

O filme conta a história de uma jovem jornalista que sonha em escrever sobre música, eventos culturais e, principalmente fazer cobertura de shows. Não importava se era show grande ou de bairro, ela gostava mesmo era de poder escrever e viver disso. Mas se hoje em dia já é difícil viver do que se gosta, imagina então na década de 70.

Júlia, vivida por Dandara Guerra, passa por todos os caminhos normais que se passa para manter a vida financeira. Trabalha em um jornal de uma fábrica durante muito tempo, mas é despedida quando sugere uma coluna sobre cultura. Sua chefe lhe despede em um gesto de boa ação, jogando Júlia ao mundo para correr atrás de seus sonhos. Sem entender direito a atitude da chefe, Dandara arranja então emprego em uma loja, até acabar chegando em um jornal independente onde a temática é justamente a área cultural.

Paralelamente, existe um romance de pano de fundo. Dandara se apaixona por Snoop, um menino do subúrbio que sonha em montar uma banda e quem sabe um dia poder abrir um show para uma banda gringa. O cara tem talento pra compor, e tem amigos feras pra montar uma banda. O que falta sempre é grana e gente que aposte em seus sonhos.

Durante o filme é bastante falado sobre a censura e repressão. Os jovens meninos são obrigados a cortar o cabelo curtinho para frequentar o colégio. E quase sempre a polícia fazia batidas em portas de show perseguindo a turma mais alternativa.

É em uma dessas batidas que Júlia e Snoop se conhecem e no decorrer do filme além da evolução do romance dos dois e de toda aquela problemática típica de comédia romântica, o casal evolui cada um em sua área e no final das contas acabam se completando. Snoop vira um produtor conhecido internacionalmente, e Júlia finalmente consegue ter sua revista sobre música e cultura.

Achei o filme gostoso de se ver, e recomendaria pra que vejam assim… sem compromisso!

Trilha…

sábado, julho 3rd, 2010

Estava aqui pensando em algo pra postar, e daí que estão rolando tantos sentimentos que seria impossível colocar algo no papel. Pra se ter uma idéia; eu estou em meio a uma possível mudança para o Rio de Janeiro que é onde sempre sonhei em morar, estou em plena tensão pré-menstrual, estou apaixonada por uma daquelas pessoas que não se deve apaixonar, e um grande amigo meu está morando muito longe e fazendo uma puta de uma falta! Impossível ter alguma inspiração decente e “postável”.

Mas resolvi fazer um top das músicas que, por algum motivo, estão fazendo parte da minha trilha sonora! Não dê risada, é bizarra o “ecleticismo” das músicas.

1.

Eu nunca ouvi essa cantora. Mas a música, apesar de besta e romântica pra caralho, grudou na minha cabeça. Ela me faz sentir coisas, e me chamou atenção desde a primeira vez que ouvi um trecho minúsculo.

2.

Essa música é genial. Acho que ela sempre vai fazer parte da minha trilha sonora! Oswaldo Montenegro é a minha dor profunda, sabe-se lá porque! Eu seria capaz de separar muitas outras do Oswaldo. Amo muito!!!!!

3.

Como eu disse, mais uma do Oswaldo Montenegro!!! Essa música me lembra minhas duas Estrelas que tenho tatuadas no pulso esquerdo. Amo demais, sinto essa música como se fosse algo realacionado a cumplicidade! Choro por dentro, quando ouço.

4.

Seria difícil também escolher uma do Glen Hansard e da Marketa Irglova. Desde que fui apresentada para as músicas deles, eu me apaixonei como se fosse fã desde pequenina!!! Escolhi essa música, porque talvez eu esteja romântica hoje, mas eu poderia ouvir todas!!!

5.

Caramba!!!! Dave Matthews Band, eu gosto de TODAS deles também. Tem vezes passo dias e dias só ouvindo DMB!!! Esqueço do mundo, completamente!! Mas acho que sempre tenho esse receio e essa neura que questiona a música. Acho que é minha grande neura, e tem sido ultimamente o meu questionamento!!!

6.

Essa música eu redescobri faz algum tempo. Na época me apeguei a ela porque além de tudo ela casava com o “amorzinho” que eu estava sentindo na época! Daí esse poucos dias voltei a ouvi-la e o melhor de tudo é que consegui desvencilhar das lembranças. Hoje posso dizer que gosto da música porque ela é uma delícia e tem uma malemolência muito boa!

7.

Olha, eu devo estar com problemas!!!! Eu não gostei desse CD não, é porque eu acabo tendo o vício de me apegar em letras! E eu achei as letras desse CD bem bestas, fraquinhas!!! Mas eu gostei da sonoridade dessa música, achei que musicalmente falando ela está bacana!!! Sei lá, me irritei com a letrinha retardada, mas me apeguei na música!

8.

Porque eu sou uma raruxa assumida e incorrigível!!! Que caralho, não? Mas essa música é uma das que mais mexem comigo. Sei lá, existe tanta coisa dela em mim. Fora que é uma das poucas músicas e poucos shows e momentos, que me fazem chorar!!!! Adoro.

9.

DISPENSA COMENTÁRIOS?!

10.

Essa música é uma delícia!!! Quando tudo está na merda, você bota essa música no volume alto e não tem astral que não levante!!! Ah, não tem mesmo!!!

• Bonus!

Essa música conheci faz pouquissimos dias!!! Ela veio como uma luva para o momento que estou vivendo!! Ela me remete à toda essa mudança que estou vivendo, e me levanta o astral! Já gostava dessa banda, agora só melhorou o meu interesse!!