Falando por falar…

É…
Às vezes me sinto assim, com tantas palavras na garganta que acabo nem conseguindo expressar claramente o que eu gostaria de dizer. Aquela coisa né, é tanta coisa pra dizer que a gente acaba silenciando por não saber por onde começar. E eu, ah eu tô dentro de um silencio gritante, mas ñ triste. Apesar do papinho meio EMO, acho que estou como diria Cecília Meireles, em fase como a Lua, que tem fases de se esconder, e fases de sair pra rua.

Mas o que ultimamente tem me impressionado é a minha saúde cheia de doideiras. Iniciei o ano com problemas psicológicos toscos, tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo que eu via a hora de fundir minha frágil cabecinha, difícil aguentar quando os pensamentos resolvem vir tudo de uma vez e te deixar meio sem saber nem o que comer. E, quando eu na minha cara lavada meto bronca, falo tudo e deixo claro. Quando chuto balde e aperto foda-se pra meio mundo e resolvo me fazer feliz (opa num é oq vc ta pensando! rs), vem uma filha da puta e derruba meu pobre corpo.
Não é nada, não é nada, e eu já estou há um mês com a saúde estragada. Começa um antibiótico aqui, uns vomitos e umas cagadas lá, uma febre, uma mãe em panico, e nessas brincadeiras toda, eu não saio de casa pra mais de 15 dias… Pra ñ ser injusta, fui na minha colação de grau, e no meu baile de formatura e só. Tá, foi bom pra caralho, mas eu tô verdadeiramente cansada do percursso casa-hospital Ana Costa-casa.

Enfim, tudo isso tem me dado uma boa oportunidade de pensar [mais ainda] na minha vida e nos meus planos futuros, seja emocionalmente, profissionalmente e até alguns hábitos que não tem sido muito bons. Comecei a comer feito uma pessoa digna; almoçando, jantando e tomando sucos e vitaminas naturais [feitos pela mummy´s]; voltei a falar com um bucado de gente que eu armazenava decepção, rancor, raiva e derivados [sim, fui humilde e chamei um a um pra bater papo], e ainda por cima virei uma boa leitora de livros [sim, fiz 4 anos de faculdade e ñ tinha prazer nem hábitos de leitura]. E é isso, esses dias de vida meio de monge, como diria um camarada meu, acabou por quase me tornar uma verdadeira monge [feminino é monge, monja ou sendo eu caberia melhor monga? rs]; só não me atribuo o título porque os palavrões, xiliques e mente poluida ainda são frequentes em mim 😛

No mais acho que é isso… Falei meio nada com nada, meio sem rítimo e sem poesia mas às vezes é bom mesmo jogar frases que vem na cabeça, só pra colocar pra fora um pouco do que anda rolando. Assim apareço mais, evito o drama da espera por uma inspiração bonita e venho mais informal, falando mais brutamente o meu dia-dia ou algo que mesmo sendo besteira possa servir pra alguém, quem sabe?

Ah, só pegando carona na minha camarada Vivz, eu também ando cheia de remédio e sou absolutamente contra drogas, sou a favor do riso, da alegria, do carinho e da música para a cura de muitos mals… Mas me questiono como ela, como pode alguém se viciar? Pensei, em maconha, drogas, bebidas eu até aceito explicações químicas, mas e o JOGO? Como um jogo é capaz de transformar a vida de tantas pessoas?

Taí, num sei!

2 Responses to “Falando por falar…”

  1. Rodrigo Says:

    hauhaua owww post legal esse xD
    sem caminho, sem rumo, apenas falando, e terminou até numa reflexao…

    as pessoas viciam em jogo pq é akela esperança de q vai ganhar, de q na proxima vez vai funcionar…
    uma vez eu e o Daniel fomo no BINGOLINS (Bingo q chama Lins) e inventamo d jogar nakelas makininha, e fica dando vontade d “ahhh na proxima eu consigo” assim vai indo, sempre na proxima na proxima, dá vontade d ficar repetindo, principalmente c vc ganhar uma q seja…

    qto aos problema d saude… vai c tratando, c cuidando, q logo c sara e vai poder saracutiar novamente.
    te amo.

  2. Greice Says:

    UMMM mtos problemas com jogo… ex – namorado era viciado em vários e isso me irritava tanto! Tenho TRAUMA! Kkk…

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