Da recaida.

Uma noite maravilhosa. Feita das coisas mais simples do mundo, e mais indispensáveis também. Tudo bem que faltaram duas amigas e mais umas duas ou três garrafas de vinho. Mesmo assim, gostei de rir até doer a barriga, de ver os olhos de todas elas sorrindo muito. Isso pra mim é o que realmente faz valer a pena acordar todos os dias. É o que me faz optar sempre pelo SIM.

E de repente toda aquela angústia tomou conta de mim. Depois de dar o último tchau e ver toda aquela gente ir embora, o meu peito doeu até meus olhos lacrimejarem. Senti todo aquele vazio e aquele medo de nem sei o que, amargando a boca e retorcendo o estômago.

Depois de tanto tempo livre dessa sensação que eu chorava baixinho todos os dias pedindo pra passar, parece que tudo aquilo voltou a bater na porta do meu peito. E eu chorei. Chorei da dor, chorei do vazio infinito e chorei de medo que toda essa falta de não sei o quê resolvesse ficar.

Pensei em esquecer, deitar e dormir. Mas eu não havia possibilidade de eu estar de TPM pra ter a segurança que logo tudo iria passar. Era impossível, aquela dor é velha conhecida, e não seria uma noite bem dormida que a apagaria. Eu precisava vomitar palavras, expelir sentimentos e deixar vazar até a última gota de lágrima que havia em mim. Me entreguei à na dor, ao desabafo e chorei todo choro que podia. Esperei passar tudo aquilo que tanto me doía!

Adormeci feliz e amanheci radiante!!! Descobri que tudo aquilo era passageiro. E que o tal vazio, graças a Deus era sim; finito.

2 Responses to “Da recaida.”

  1. Greice Says:

    Ufa!

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