União! \o/\o/\o/\o/\o/\o/\o/

Desde pequena fui criada com grandes comemorações de aniversário. Festa que buffet nenhum faria.
A preparação começava com um mês de antecedencia. Era a madrinha confeccionando os enfeites pra decoração, a titia bolando uma fantasia, o vovô e a mamãe desenhando e pintando as paredes (sim, era desenhado todo o tema da festa nos muros do quintal !!) e a vovó ficava responsável pelos salgadinhos e docinhos.
E foi assim durante os primeiros anos da Natália, os meus, e o Cauê não chegou a pegar o periodo das grandes festas, mesmo assim dificilmente passava um aniversário sem comemoração. No minimo um bolo com alguns bons amigos sempre teve.
Ainda lembro da festa de última hora que fizemos a ele um pouco antes dos Mamonas Assassinas morrerem. Todos se arrumaram na escola mesmo e fomos direto pra festa, que foi aqui em casa. Foi de última hora mas foi uma das melhores.
Depois que crescemos, as festas foram se tornando raras, mas eu fui a única dos filhos que sempre comemorou aniversário, que sempre fez questão de festas.
Apesar de ser completamente contra cantar Parabéns (isso sempre foi torturante p/ mim e sempre deu problemas nas minhas festas), eu adoro aniversário e quando me pedem conselhos sobre fazer festa eu sempre digo sim. Festas são momentos de confraternização, são momentos que ficam eternizados no coração das pessoas que amam.
Os meus aniversários nunca passam em branco. Sempre quero uma comemoração. Cada ano penso algo diferente. Faço lista de convidados, planejo tudo, escolho o menu e modéstia parte, as pessoas sempre gostam muito dos meus aniversário. E eu também, sempre me sinto muito feliz. E, acredito que isso significa que sou uma pessoa de sorte porque tenho pessoas maravilhosas que transformam qualquer comemoração em momentos inesquecíveis, e exatamente por isso não posso deixar de sempre celebrar .
Existem pessoas que não são a favor de festas (só eu conheço umas 5) e outas, como a Nat e o Cauê, que simplesmente não ligam. Sempre acabo questionando aos que nao gostam, e não gostam mesmo, por milhares de motivos que, se for parar pra pensar, torna qualquer comemoração completamente dispensável. Se levarmos a vida a ferro e fogo, muitas coisas perdem o sentido e por mais que diga que o brasileiro é otário de estar sempre comemorando, mesmo com milhares de merda acontecendo, eu ainda acho esse espirito festivo uma das maiores qualidades da minha nação.
Sou amante da cultura, e não só tratando-se de música, teatro, dança, etc. Gosto da nossa cultura brasileira de comemorar as datas. Festa Junina, Páscoa, Natal, Ano Novo, Aniversário, essas festas que reune pessoas…Eu gosto muito de união e confraternização de pessoas. De reunir todas as minhas “tribos” pra que geral se conheça e vire uma unica e grande tribo. Adoro estar sempre em contatos com pessoas, é isso que faz o meu coração bater mais gosto e mais leve. Confesso que como adoro escrever e refletir sobre o que me acontece, de vez em nunca, preciso sim do meu espaço. Mas logo já sinto falta de ter todo o meu vazio preenchido novamente.
Só não gosto de datas que fazem as pessoas sentirem-se fora do padrão, como: Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia dos Namorados, Dia da Avó, etc…Essa banalização já força demais e só serve mesmo para o comercio se aproveitar da ocasião. Esse tipo de data não tem festa, reunião, só rola mesmo uma demagogia, troca de presentes e nada mais, portanto não gosto! Pra mim num serve!
Enfim, tudo isso (isso que eu nem disse TUDO que penso sobre o assunto!) pra contar que sábado (24) foi comemoração do aniversário do Cauê e que foi óóóótimo, porque troxe exatamente tudo o que mais amo no mundo; muitas pessoas queridas, muitos sorrisos sinceros e muito amor pelo ar. Tanto que, hoje acordei e ainda posso sintir amor em cada cantinho da casa.
Quem me conhece um pouquinho, sabe bem o que essas coisas significam pra mim. Que essa harmonia e o lance de ver varias pessoinhas lindas pela casa, me dão energia pra toda a semana!! E que meu único defeito, é ser bastante dependente de dias assim. E essa festa ainda teve um algo a mais (ou a menos). Não teve brigas e nem exageros, se é que me entende!
Esteve aqui vários amigos do Cauê, além de tios, primos, padrinhos e até algumas amigas minha, como a Yoko, que eu num via desde maio e tava morrendo de saudades, a Mah, a Juliane, a Fabi com a Luarinha… Até a Ucha com o Pedro Miranda vieram! Teve também o Mauro, o Erik, a Gaby com a Maya. E os amigos do Cauê, que eu nem conheço, mas vieram bastante!
E, de amigos meus faltaram mesmo a Fê, a Bila e o Bronx. Tá, é óbvio que se pudesse queria todos aqui, Vivi, Daniela e muitos outros, mas cito que faltou a Fê, porque das pessoas possiveis de vir, já que muitos estão longe, só ela não pôde.
A Nat também não pode estar, por causa da distancia e, é nessas horas que fica mais chato ainda esse lance dela morar no RJ…Ela fez a maior falta e eu bem queria que ela pudesse estar aqui pra eu matar as saudades, dividir alegria e ter minha familia todinha reunida do jeito que eu amo tanto. Mas eu me convenço que a vida é assim mesmo, minha maninha cresceu e tá lá no Rio de Janeiro crescendo ainda mais, como ela merece. E pelo amor estaremos sempre juntas, unidas seja qual for a distancia!!
Enfim, sábado maravilhoso!!! Até ter ido pra faculdade de manhã foi bom (afinal ver meus amigos da facul tbm me faz um bem danado), nem fila de espera rolou!!

PS: Quando pelo amor de Deus poderei ver (de pertinho) Daia, Cellyta, Kitcha e Diogo?! Sem menosprezar ninguém, mas esses a saudade tá foooda!!!

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