Minhas últimas atuais!

Estou em uma fase da vida muito interessante, não ando inspirada para análises. Falta de paciência para aqueles textos intensos e com tanto sentimento. Se fossem torcidos derramariam sangue ou no mínimo lágrimas.
Hoje não quero complicações nem problemas mal resolvidos. Se tenho que dizer eu digo, e se já disse então ta dito e não precisa ser repetido. Não sou vitrola nem maquina de lavar pra repetir mil vezes a mesma coisa nem pra lavar a mesma roupa suja inúmeras vezes. É o preto no branco, e o que começo eu termino. Se terminei, ta terminado e acabou.
Nem sei quanto tempo essa fase vai demorar e se ainda vou voltar a ter minhas crises, mas enquanto estou assim eu vou vivendo um dia de cada vez e cada minuto, cada hora pra mim é lucro, é um presente, uma vitória. Enquanto rola isso eu vou a luta, vou fazendo acontecer e adiantando o que der pra adiantar na minha vida.
Por isso, sinto muito se você veio atrás de textos bonitos, teorias profundas e juras de amor eterno. Eu continuo amando intensamente, eu penso (quando dá tempo) na minha vida e continuo tenho minhas convicções, minhas teorias. Mas hoje eu realmente não tenho tempo, paciência e nem vontade pra fazer ninguém pensar como eu, nem pra tentar mostrar ao mundo quem eu sou. Eu sou a mesma, e quem eu quero que me conheça já conhece bem, e eu sei por onde fazer isso só para os que me interessam.
Ando realista demais e muito bem focada nas coisas que quero pra mim e nos meus objetivos para o futuro próximo. A dedicação pelos estudos continua intensa e ao mesmo tempo não abro mão da minha diversão. Levando em conta que muitas tarefas de faculdade me remedem uma felicidade gigante, eu tenho conciliado muito bem tudo isso. Mas nada que me faça abrir mão de um Na Mata, uma tarde de Vídeo Game com as pessoas que eu amo, o sorriso e o beijo de língua da Luara, nem mesmo uma peça teatral com Eduardo Moscovis.
Paralelamente a isso, essa minha fase realista e centrada tem me feito muito feliz. Parei de me apegar nas pequenas coisas e passei a objetivar as situações. Não sou mais criança pequena e preciso de uma vez por todas aprender que as coisas nunca são fáceis, as feiras com entrada franca são lotadas, minha mãe tem direito a cervejinha como lazer, as pessoas vão me regular nos lugares, as pessoas não pensam como eu, o meu pai é homem, eu não sei onde tem quem goste de sarau em Santos, A Fabi acabou, alguns lugares do mapa são bem longes de Santos o que consequentemente dificulta a minha ida, e principalmente que nem todo problema tem solução imediata. Mas agradeço porque sempre tenho alguém por perto pra me fazer sorrir, meu sonho está se realizando, minha família é maravilhosa, meus amigos são lindos, o amor, a confiança, a música e o carinho existem.
Enfim, do último post pra cá nem houve grandes novidades apesar dos dias estarem sempre gostosos e empolgantes. Quando as coisas vão bem, tudo fica mais prazeroso mesmo, e as coisas ruins tornam-se no final das contas insignificativas. Mas eu poderia resumir em semanas legais com muitas risadas na faculdade e momentos “bebedeiras”, que na verdade nós bebemos todinho (ou coca-cola), comemos algo e no final parece que o povo bebeu, é um ouvindo errado o outro esquecendo o que disse e a gente não esquece mesmo é de dar risada.
Na última quarta-feira (05/abril) eu fui com a Cláudia no Na Mata curtir SoulFunk e comemorar o aniversário dela. Nem preciso dizer que foi uma delicia! Além de música, a banda que eu curto, ainda tive uma conversa gostosa e fui a primeira a dar parabéns pra ela. Quinta-feira e sexta-feira foram normais, considerando que teve prova e pronto.
Sábado já foi mais corrido, acordei as 7h e quando foi 8h já estava indo rumo ao posto por gasolina e depois fomos buscar o Serginho (que é um cadeirante do 3º ano de Jorn) e a mãe dele, depois pegamos a Cláudia e fomos para a feira do deficiente em São Paulo. Muito boa essa feira, só mostrou o quanto a minha situação é precária e o quanto é necessário lutar pra conseguir comprar algumas coisas de lá. Foi muito bom por causa do conhecimento, o Serginho comprou uma cadeira nova e ainda fiz imagens para talvez usar no TCC.
Ah!!! Lá eu comprei um broche lindo do símbolo de cadeirante e ainda comi algodão doce! Só sei que ficamos lá das 11h até 18h e aí eu dei um piti e nós então fomos embora, eu não agüentava mais tanta gente e tanto trombar com cadeiras ou atropelar cegos. Parece cômico, mas chegou uma hora que stressou.
De lá a gente foi rumo ao Teatro Procópio Ferreira e no teatro mesmo a gente se trocou, se maquiou, comemos e ficamos das 20h (hora que ficamos prontas, porque na verdade chegamos ao Teatro 19h) até às 21h esperando o Eduardo Moscovis chegar. Dai estávamos no Hall e o Eduardo Moscovis chegou, veio falar com a gente rapidinho, conversou um pouco e logo entrou….Dai ele chamou a Cláudia e disse pra escolher o melhor lugar pra eu ficar, fosse onde fosse o lugar seria meu…. Ela escolheu e tal, dai tava eu, minha amiga, o Serginho e a mãe do Serginho e aí o Eduardo Moscovis separou 5 lugares pra nós nos acomodarmos da melhor forma….Aí ele disse pra entrar 10 minutos antes e quando acabasse avisou os caras do teatro para esvaziar a sala o quanto antes, trancar tudo, porque ele queria conversar só com nós quatro.
Dae mal acabou a peça e eu já vi ele olhando se já tava vazio pra ele poder vir sabe? Dai as mulheres expulsaram geral, trancaram tudo e então ele veio… Ficou perguntando se gostei, o que é que eu achei…Começou bater papo sabe. Discutiu do temporal que tava dando… Nossa muito amigo….Aê pedi foto, ele começou a zoar minha cara e tal dizendo que eu já tava abusando sabe…..Dai chegou pra mulher e disse “ascende as luzes aqui por favor, pra tirar foto…”, dai como mágica, o teatro ascendeu todo…Tiramos fotos e tal…Ele deu um beijo na bochecha que caralho!!!
Eu nem era fã sabe…. Fui porque simpatizo com ele, e porque minha amiga AMA ele, AMA muito…todas as senhas dela e tudo tem a ver com ele….Dai como ela fez aniversario, teve essa peça e a gente já tava em SP, fomos lá pra ela tentar conhece-lo. E ele foi mesmo um FOFO que eu até fiquei fã. Virei concorrente…
Teve uma hora que a Cláudia foi me mostrar a foto, mas ela tava tão assim que ela mostrou alto, ai ele “abaixa pra ela ver né?”. Perfeito, saí feliz de lá!!
Foi uma pena que saindo do Teatro, no final de tudo, já tinha dado certo, dei piti… Briguei com meus pais. Eu stressei porque meu pai num me ajudou numa calçada quebrada, dai machuquei a perna. No fundo eu acho que era mesmo é sono e cansaço. Mas logo deu tudo certinho denovo!!! Tudo perfeito!!

Acho que são essas as minhas últimas atuais!

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