Só mais um tempo pra crescer….

Tem um bom tempo que venho tentando postar alguma coisa nesse espaço. Afinal, tantas coisas acontecendo na minha vida que eu acabo nem sabendo direito por onde começar.
E, o problema todo é que ando exigente comigo mesma, quero um post criativo, vejo tantos por aí, com textos bonitos, idéias bem organizadas e um certo conteúdo pra quem o lê. O que acrescentaria na vida de alguém, um blog como o meu?! Egocêntrico, falando da minha vida simples e crua, sem sequer um tom poético como de Rani Baby e de Fernanda Mello, e sem nenhum assunto em debate como geralmente de Diogo Freire e Rodrigo Medeiros. Mas enfim, eu ando “encanada” com isso e acabo travando, não consigo escrever até o final.

Já comentei que eu não sei ao certo, se sou eu mesma que estou tendo um amadurecimento brusco assim de repente, se na verdade 2006 veio pra recompensar 2004 e 2005, ou se estou com sorte mesmo de estar com as pessoas certas ao meu redor me trazendo boas energias. E, pra falar a verdade rola até um certo medo de tudo isso, porque está tão bom que rola até aquele lance de “melhor nem elogiar”.
Eu sei, já disse isso de que o ano está muito bom, em outros posts. Mas realmente parece que cada vez mais as coisas vão melhorando e eu fico boba de ver tudo isso. Tanto as ótimas oportunidades, como até a minha facilidade ultimamente de não ficar presa aos momentos ruins, que, aliás, não sei se foram poucos e pequenos, ou se eu mesma que estou mais eficiente na resolução e/ou aceitação deles.
Mas o fato é que ano de 2006 eu pude rever e conviver com pessoas que eu amo demais e que por força das circunstancias geográficas e de ocupação mesmo, rola uma grande dificuldade. E dessa vez eu pude curtir bastante a presença dessas pessoas, além é claro, as que eu já posso contar sempre e que esse ano não foi diferente, estávamos juntos. E isso tudo de rever essas pessoas especiais, de poder também continuar contando e cada vez mais e melhor com os de perto, foi o que com toda certeza deu a base pra que eu pudesse produzir tanto, ser tão feliz e conseguir passar com muito menos dor nos probleminhas que surgiram no caminho até hoje.
Esse não é um post de final de ano, mas confesso que em pleno Agosto eu sinto o cerco se fechando cada vez mais, por causa desse clima de último ano de faculdade, de fazer TCC, deixa você em clima de contagem regressiva, de despedida e a cada dia que passa está mais perto do final.

Mas enfim… Vamos às novidades propriamente ditas.

Uma novidade velhíssima e que por distração e por causa da gripe eu até esqueci de comentar, é que dia 15 (acho) de julho, meu amigo de longe, Diogo, esteve aqui em uma visita rápida. Ele esteve em Sampa e veio em um domingo me ver. Nem preciso dizer que eu amei, eu já babo ovo demais dele e acho muito fodas essas demonstrações, eu só queria muito, muito mesmo é poder retribuir a altura.
Mesmo a visita sendo vapt vupt que mal deu tempo de relaxar, eu gostei mesmo pela atitude, lembrança, pela demonstração de carinho mesmo.

No começo de Agosto, dia 04, fomos até Socorro (interior de SP) na tentativa de entrevistar o Herbert Vianna dos Paralamas do Sucesso para o nosso TCC. Fomos Carla, Cláudia, Fê, meus pais e eu.
A aventura começou em Santos quando a mãe da Fê cismou pra gente ir na Doblô dela. Transferimos a cadeira e todo resto da Kombi para a Doblô e lá fomos nós com pé na estrada. Chegamos no hotel onde a banda e inclusive o Herbert estava, por volta das 17h. Falamos com a portaria, depois com segurança, com o produtor, mas a coisa tava complicada, muitas desculpas idiotas.
Comemos um lanche, conversamos, e resolvemos ir no refeitório do hotel onde estavam o resto da banda e quem sabe então conversar com eles, que com muito mais certeza falariam com o Herbert. Exatamente como planejamos, falamos com o Bi Ribeiro e o João Baroni que foram uns amores e prometeram falar com o Herbert.
Para resumir que esse texto já está gigante, conseguimos às 22h30 a nossa entrevista com o Herbert, que foi bem mais simpático que eu imaginava, e ainda nos convidou para assistir o show de graça. Na verdade eu ele convidou pra ficar no canto do palco, mas chegando na hora o idiota do produtor não permitiu e eu também nem me abalei, não gosto muito mesmo, vi de onde dava e acabou.
Chegamos em casa às 7h da manhã do dia seguinte, mortos, exaustos, mas com a certeza de que valeu a pena toda a aventura.

Há alguns dias atrás rolou uma coisa muito especial que eu não posso revelar por questão de ética mesmo, mas que foi praticamente um presente de Natal adiantado.
Foi a certeza de muita coisa, de quanto eu fiz a escolha certa e o quanto as coisas são lindas se construídas com muito amor. Aliás, se assim forem feitas nada nesse mundo pode realmente vencer.

Hoje, dia 18 de Agosto, fomos Carla, minha mãe, meu pai e eu, entrevistar o Dudu Braga, que além de filho do Roberto Carlos, é produtor musical, radialista e apresentador de programa de TV. Ah! E baterista nas horas vagas também.
Foi tudo bem em cima da hora, soubemos na quinta-feira que nossa entrevista seria sexta-feira às 12h. E assim foi, chegamos na hora marcada, aliás, 11h45 pra ser bem exata, mas ele ainda não estava.
Esperamos, tiramos foto, fomos comer um lanche, e somente às 14h conseguimos encontrar com ele, que todo sentido pediu milhões de desculpas, pois estava em uma gravação no zoológico e acabou atrasando.
A conversa foi bastante informal, muitas brincadeiras, bom humor e grandes elogios. Dudu Braga é ouvinte da Rádio Santa Cecília (faculdade que estudo) e é um cara bacana daqueles que gostaríamos de ter como amigo.
Depois de um longo bate-papo começamos a filmar, filmamos um pouco mais de 30 minutos. Depois tiramos fotos, mudamos de assunto e eu entrei no meu favorito: a música, e seu costume de tocar bateria. Dudu adorou meu interesse, me mostrou a bateria dele e ainda na despedida pediu para não perdemos o contato e que queria muito uma cópia do TCC.

De resto as coisas normais mesmo, nada muito fora do comum como ir ao cinema com as amigas, comer no Pastel do Trevo e depois caminhar pelo Gonzaga com parada obrigatória na Siciliano. Coisas fáceis e muito boas, sem essas coisinhas eu jamais viveria.

2 Responses to “Só mais um tempo pra crescer….”

  1. sodendoremo Says:

  2. DJ in Says:

    Thank you for article, much interesting.

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