E agora o que me resta

Eu odeio flechas errantes
Eu odeio as mesmas novas ilusões
Eu odeio querer viver de sonhos
Quando o real é um mal crucial

Eu odeio esperar pelo nada
E ver o calendário se preenchendo de brancos
Eu odeio cair em si
É tão incrível gostar de alguém
É tão terrível gostar de alguém
E tentar ver além
Quando não se pode fazer nada

Eu não sei o que fazer, não
Odeio me sentir preso
Em meus ridículos pensamentos

Por: Jedroma

2 Responses to “E agora o que me resta”

  1. jvluqhgfhfza Says:

    mbmxygotssja

  2. Silvia Odete Morani Massad Says:

    It’s great that you are getting thoughts from this
    piece of writing as well as from our dialogue made at this place.

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