Doce Deleite

Fomos assistir mais uma peça (sim, estou numa maratona teatral), e dessa vez foi Doce Deleite com Alessandra Maestrini e Reynaldo Gianecchini.

A peça teria possibilidades de ser muito bacana. Mas ela não conseguiu ser. Aborda diversos assuntos de deleites, e entre eles o próprio teatro, além de alguns assuntos mais picantes. É mesmo como um ensaio aberto, como diz em uma das cenas.

Do inicio ao fim ouvi muitas risadas da galera, apesar de poucas das piadas serem realmente engraçadas. Faltou bastante química entre Reynaldo e Alessandra e em um todo a peça não me deixou nada pra que eu levasse pra casa (aprendizado, pensamentos, etc) e por isso me sinto na liberdade de dizer que ela é vazia. E a desculpa de ser uma comédia não cola, porque existem diversas maneiras de aproveitar isso.

Nunca fui lá muito fã de Reynaldo Gianecchini, já cheguei a gostar muito de algumas entrevistas dele, mas isso nunca mudou a opinião de que Gianecchini sempre foi um ator bem do ruinzinho. Não é preconceito em relação de ser um modelo que virou ator não, eu realmente acho ele sem expressão. E quanto a beleza dele, eu nem opino porque sei que meu critério de beleza física é totalmente fora do comum.

E, a Alessandra Maestrini além de não me chamar também muita atenção; ela estava fazendo algo não muito diferente do que ela costuma fazer, por exemplo; no Toma Lá Dá Cá. Que aliás, já perdeu a graça faz um tempinho. Apesar de ter escutado que a Alessandra Maestrini estava “engolindo” o Gianecchini no palco, eu reforço a idéia que ali ninguém engoliu ninguém. Giane é ruim mesmo, e Alessandra Maestrini além de não ser boa, estava estreando na peça e talvez por isso senti ela pouco familiarizada com o palco ou com a peça em si.

Outro ponto negativo é que os atores ainda por cima usam microfone durante a peça inteira. Horrível isso, ainda mais quando você está em uma fase de assistir várias peças e acaba comparando umas com as outras.

As musiquinhas foram agradáveis e o palco eu achei que foi bem utilizado. Achei legal também a participção dos contra-regras e algumas caracterizações estavam bacaninha também.

O que valeu mesmo foi a companhia, o meu bom humor, e por ser uma peça bastante engraçada.

Só veria novamente mesmo, se fosse com a Camila Morgado. Por curiosidade de vê-la no papel mesmo, sabe?

* Esse texto foi arrumado, devido a pedidos.

2 Responses to “Doce Deleite”

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