Comer, Rezar, Amar.

Logo que estreou o filme “Comer, rezar, amar” eu contatei as amizades femininas, para termos nosso momento mulherzinha juntas!

Tiramos o sábado pra isso, e fomos nós quatro (como sempre foi) para o shopping para assistir o filme.  Elas esperavam tal galã do filme, e eu tava buscando um pouco do livro que tinha lido e dos conselhos que eu tinha recebido.

Vou ignorar o fato de ter lido o livro e isso interferir um pouco na visão do filme. Obviamente não se reproduz um livro inteiro e alguns minutos de filme; ficaria longo para assistir no cinema! O único que faz isso (Harry Potter), eu acho um absurdo de chato!

Achei o filme bom enquanto um água com açúcar que mostra Julia Roberts mais uma vez na pele de tantas mulheres que sofrem por preconceito, incertezas, excesso de certeza, amores e desamores. Além disso, Julia Roberts é carismática e está rodeada de homens e de paisagens maravilhosas!

E inexplicavelmente (até tem explicação sim, mas…), esse será mais um filme de Julia, que veremos todas as vezes que passar na televisão. Afinal de contas, quem consegue mudar de canal ao zapear a TV e dar de cara com “uma linda mulher”, ou então “o casamento do meu melhor amigo”, ou “um lugar chamado Notting Hill”. Acredite que, mesmo depois de tudo que vou dizer, eu vou ser uma dessas que vou assistir “comer, rezar, amar” todas as vezes que passar na televisão. E não serei a única.

Na minha opinião, o filme peca muito com informações “chaves” que quase não são percebidas por quem assiste despretensiosamente e nunca leu o livro, e que são automaticamente subentendidas por quem já leu. Mas se você é tipo chat@, igual a mim, você vai reparar e buscar algumas informações engolidas durante todo o filme.

Um dos exemplos bem chatos, é que o filme não mostra exatamente como Liz muda de um lugar para o outro, e o que a faz querer mudar. Essas transições são feitas com cortes de cena. Outra coisa que achei importante e que não vi o filme mostrar é o porquê do amigo dela a chama de “Sacolão”.

Mas, independente desses “detalhes”, o filme peca gravemente quando não mostra direito coisas essenciais, o que torna o filme confuso em alguns momentos. Um bom exemplo é o relacionamento da Liz com o rapaz que ela conheceu logo após o divorcio. No livro, o relacionamento deles é intenso e acaba de forma bem dolorida para a Liz, o que a incentiva definitivamente de viajar. E o filme mostra tudo isso resumidamente e sem muita contextualização. Vi gente sair do cinema declarando que não entendeu nada dessa parte do filme, e realmente aparece tudo aos pingados e completamente confuso.

Além disso, na minha opinião o filme não foi feito com as passagens mais interessantes do livro. O roteiro tinha possibilidade de ser muito melhor! Mas nada disso me surpreendeu. O velho água com açúcar norte-americano; a mensagem fraca, um ator que interpreta um brasileiro mas que tem sotaque de norte-americano com castelhano.

No mais, quero ver novamente pra ver se consigo fazer algum elogio e não parecer tão chata assim!

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PS: Não li o post da Jessica enquanto não postei esse, pra não ter risco de influenciar meu texto.

7 Responses to “Comer, Rezar, Amar.”

  1. Clarissa Says:

    É impossível resistir a filmes de Julia Roberts bem românticos e água com açúcar… comprei todos em DVD e vejo 500 vezes, chorando nas mesmas partes…
    Aiai, mulherzinhas!!!!

  2. jediroma Says:

    hahaha
    e olha que nem assistimos juntas!

    mas eu concordo demais viu… teve muitos espaços em branco… não dá pra saber no filme o por quê dela se sentir tão infeliz ao lado do marido.

    e acho que, todo mundo que termina um relacionamento tem no fundo é vontade de viajar, para fugir de alguma forma, mesmo que por determinado tempo.
    ela não descobriu nada que, para quem tivesse dinheiro de sobra pra conhecer lugares exóticos, ninguém não descobriria também.

    beijos adorei seu post!

  3. Mayara Mader Says:

    Eu amei o filme!!! Ele esta na lista dos meus favorito…

    Já que não tive como parametro o livro acho que foi bem mais fácil!
    Eu amo filmes mamão-com-açurar(e odeio essa expressão), mas não foi esse o fato de eu ter me identificado tanto..
    E sim pelo fato de ela ter buscado as coisas que eu mais quero!
    Viajar, provar o que o mundo tem pra oferecer, estar em equilíbrio comigo mesma, ajudar as pessoas, falar outras linguas.. e por fim quem sabe, um dia aprender a amar! :)

    Fiquei com muita vontade de ler o livro! Pq eu quero ver como ela descreveu os pratos que provou na itália e como foi a descoberta de novas linguas…

    Um dia e será logo, eu também compro os meus bilhetes!

    beijos e luz

  4. Danilo Says:

    Francamente achei ruim. Sem sentido.
    Deu uma certa vergonha do brasileiro que sequer sabe falar português além de não nascer aqui e seus hábitos.
    O livro é excelente, mas o filme simplesmente é horrível.

  5. Uiara Says:

    Olha.. qualquer um se encontra em BALI! Na verdade nem precisa ser tão longe. Dei nota 6 devido ainda a algumas frasesinhas cliches que nos fazem pensar por alguns instantes.. nada demais.

  6. @mariana_nas Says:

    Eu tinha lido esse post quando vc publicou e nem tinha lido o livro e nem assistido o filme.
    Resolvi ler o livro primeiro e amei. Fiquei com vontade de fazer o trajeto da Liz (lógico que não tenho dinheiro, então mais um sonho na gaveta).
    Aí fui ver o filme hoje e fiquei decepcionada. Esperava mais. O livro tem muita informação, acho que seria conteúdo para dois filmes, mas acho que o filme poderia ter mais profundidade. Ficou tudo no superficial… nem dá pra perceber a tristeza, a paixão e o amor que ela sente.
    Lembrei de vir aqui reler seu post e concordo com o que você disse!

  7. Silvia Odete Morani Massad Says:

    It’s going to be ending of mine day, except before end I am reading
    this enormous article to improve my experience.

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